terça-feira, 28 de julho de 2015

Rosinha dos Retalhos, HUT - 17.07.2015

O fim da tarde tava tão bom, com um vento tão gostoso que quando vi já tava virando a esquina da minha casa. Sai da atuação hoje tão leve que mal me dei conta do meu caminhar de volta para casa. Só espero ter levado um pouco dessa leveza para aqueles com quem encontrei no hospital.
A atuação hoje foi diferente, foi no HU, com minha melhor companheira Juju.
Aprendemos um montão da história circense, com o palhaço Chimarrão, que acredita que o trabalho do palhaço é o mais difícil que existe: fazer as pessoas rirem. Ele mesmo não deu nenhum sorriso ao encontrar a gente, disse que fazia tempo que não ria, que o palhaço geralmente é triste. Chimarrão (cujo esqueci o nome e só lembro do seu palhaço) queria que nos apresentar sua esposa, sua melhor companheira no circo e na vida. Ela estava em coma, mas pude conhece-la através do Chimarrão. Linda! Na verdade, LIND@S!
Encontramos também o Josué, que por sua deformidade na boca, não conseguia falar, mas quem disse que pra encontrar a gente precisa se apresentar falando? 
Eu e Juju mantivemos um diálogo bastante interessante com ele, apenas com sons estranhos com a garganta, e foi muito bom.

Tem sido muito bom há dois anos!
 

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