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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Rosinha das Alturas – 17.06.2015 HU

A visão de Anita + O bigode de Raimundo
                 Hoje foi o dia que fiquei de castigo, observando Raimundo e Anita brilharem. Mentira! Foi um prazer ver tanta delicadeza e tanto companheirismo juntos.

            Não consegui acompanhar todos os jogos, mas um em especial observei e fiquei louca, morrendo de vontade de participar. Anita e Raimundo ao se encontrarem com uma moça que não podia se mexer, foram seus braços e suas pernas. Lembro do sorriso que não saia do seu rosto e daqueles olhos que acompanhavam aqueles lindos e desajeitados palhaços.


                Estavam tão nervosos, tão ansiosos, com medo da primeira atuação sem os velhinhos. Não posso dizer a vocês que estão prontos, já que “Palhaço pronto, é palhaço morto” e ainda há muitos encontros a desbravar. Raimundo Lambido, que você continue a conquistar a todos com esse bigodinho, com esse estado super disponível e por esse companheirismo. Anita Pequenita, que você continue a superar os obstáculos com essa sua delicadeza. Você percebeu que mesmo sem alguns sentidos e mesmo com esse jeito desajeitado, pode mergulhar nesse branco vazio e dali formar fantásticas memórias. Obrigada, tive o prazer de estar junto com vocês nesse caminho e nossa, tenho certeza que esse caminho que vocês estão a traçar será repleto de aprendizado, cuidado e "lindezas".

Rosinha das Alturas - 11.06.2015 - HU

Sinceramente hoje foi um dia daqueles.
Daqueles que você não esquece
Daqueles que você tem vontade de reviver cada segundo
Daqueles que guardarei com todo carinho

Subimos os narizes ao som de "réla costas" com os melhores Sancho, Toquinho de Geres e Orangina. Depois de procurarmos a pulga rei e pulga rainha,  Rosinha e suas melhores companheiras, Anita e Zefinha, desceram e quando entraram no setor, BOOM. Que isso? E um cara ao nos ver, para brincar conosco corre, e nós corremos para o outro lado. Que barulho foi aquele? Fonos investigar, mas ninguém sabia de onde viera, nem ele sabia também.
E nessas aventuras, conhecemos a Base, com Seu comandante e os soldados, onde tiramos fotos, aprendemos novas palavras (Epístola,  Custipio), sofremos interrogatório, conversamos, conhecemos estudantes e resolvemos a chave.
Descobrimos também em nossas andanças, as três coisas boas que Deus nos deu(Deixo a pergunta aqui, haha,  quem sabe?). Bom, só não respondam, "Vida, Saúde e um marido bom com travesseiro e cama ". Rs. Porque foi o que conseguimos apurar e responder depois de juntarmos várias pessoas do quarto para adivinhar. Tentamos pensar coletivamente, mas erramos, quer dizer, também não estava errado. Rs
Foi ai que conhecemos Dona Didi, nossa cúmplice. Senhora que mesmo com sua timidez, estava tão disponível e que nos ajudou a descobrir o nome da copeira mais chick e top do universo, Dona M., que achava não ser ninguém de quem precisassem lembrar. Fazemos questão sim de conhecê -la.
Encontramos também o quarto de isolamento respiratório que dizia " Usar EPI", entao, claro, só pode entrar lá quem soubesse falar EPI. Não sabíamos,  mas tentamos nos comunicar, somos clowns, a gente dá um jeito hahs. E foi ai que conhecemos Seu Sábado de Deus, que  cuidava de seu Domingos que era surdo, e que era especialista em EPI e que saiu para falar conosco. Então deixamos um recado, e ele o passou. De repente, da janela, estávamos nos comunicando em EPI com Seu Domingos. Era uma língua diferente, que tbm usava o olhar e até atriu gente que passava, que tbm se lançou ao desafio de tentar se comunicar por EPI. Parecia não haver janela.
E eu pensava que a noite acabaria ai. Foi então que conhecemos Dona S que nos apresentou seu marido,  Seu O, que havia sofrido um AVE e não estava enxergando. Bom, é o casal mais 20 que já conheci. Cada uma de nós recebeu um aperto de mão, uma energia tao forte, tão boa de Seu O. Não só Dona S, mas tbm as três narizes vermelhos e duas narizes vermelhos invisíveis (acompanhantes do quarto) quiseram compartilhar esse momento. E após cada aperto e cada apresentação,  todos nós seguramos a mão de S. O, que nos respondia pressionando e sorrindo. Foi um momento de grande sensibilidade, que nos tocou profundamente. Tocou a forma de sentir, a forma como Zefinha e Anita descreviam as pessoas e o cenário, tocou a simplicidade.  E mais ainda quando ao sairmos do quarto, Dona S, fala ao ver a enfermeira: - Ele reagiu.
Nada acontece por acaso. Estávamos repondo a atuação, e quanta lindeza encontramos nesse caminho.
Foi uma lindeza tbm, ver Anita, que sim, tem a melhor visão do mundo, dizer sim, jogar-se no branco vazio. Começar tão tímida e com medo na primeira atuação, e de repente, esquecer que sua cegueira e sua surdez não eram empecilhos e fazer jogos tão delicados. É um crescimento lindo de se ver.
Muito obrigada, Anita, Zefinha e Raimundo, pelo grande companheirismo. Está sendo um prazer a cada quarta "encontrar" vocês e com vocês.  Ah, tenho um que pena, sentimos sua falta hoje, Raimundo Lambido.


Rosinha das Alturas – 03.06.2015 HU

Sim, é quem estiver de amarelo!

           Por vontade de experimentar novos caminhos (para não dizer problemas com lavagem de roupa, rs), Rosinha fora de Azulzinha. Entre jogos e algumas situações em que fomos ignorados por profissionais, encontramos o ponto alto da noite. Estávamos bem disponíveis, corpos ativos. E em meio a uma roda de mulheres, ao sentirmos um mau cheiro, perguntamos quem teria sido. Logo alguém responde: é quem estiver de amarelo! Eis que no final do corredor surge uma figura AMARELA! MEU DEUS, que time! Um médico todo trajado no amarelo. Depois de todos nós termos quase chorado de tanto rir, fomos à investigação: Quem é ele? Onde vive? O que come? Como bons palhaços, somos especialistas em tudo, então melhores espiões não há. Entre camuflagens e disfarces mal sucedidos, conseguimos encontrá-lo e junto às enfermeiras, que super entendiam de moda, conversamos a respeito da tal tendência 2016 : Blusa amarela, calça amarela com um palmo de canela de fora e umas espécies de saquinhos de tecidos nos pés, que descobrimos logo em seguida, que era porque ele não era podia pisar no mesmo chão que nós. Ah, amarelo!

P.S Sentimos sua falta, Bruninha. *-*

Rosinha das Alturas – 20.05.2015 HU

        Reencontramos “Paz e Amor”, um paulista carismático, que ensinou Raimundo a receita com açúcar para ter um cabelo arrumado, que chamasse atenção das meninas no hospital. Encontramos um jovem amante de Shakespeare, e que não saia da 5ª página de tão empolgado que estava (#sóquenão), que acompanhava seu avô, um senhor louco por forró, que no momento não podia dançar, mas que assim que ficasse bom nos ensinaria alguns passos. Comemoramos o dia das Técnicas de Enfermagem e para comemorar com elegância, arrecadamos, pechinchamos e barganhamos abraços para pagar o bolo!              

Rosinha das Alturas – 06.05.2015 HU

Imperadores. Imperatrizes. Soldados. Súditos. Palhaços

                E eis que num setor encontramos dois imperadores, um do lado de lá, que nos fazia questão de mostrar seus domínios e outro do lado de cá, que nos ensinara a marchar, pena que temos problemas de direção. :P Encontramos algumas dificuldades no caminho, alguns jogos não colavam e nada surgia, até que, de repente, surge Natália, moça das pedras preciosas, tão poderosa, tão rica, mas tão egoísta, guardara bem guardado o segredo: a localização das pedras.

                Entre portas fechadas e pessoas dormindo, encontramos um quarto cheio de damas. O que não sabíamos é que aquele quarto, aliás, aquele território possuía uma imperatriz, Dona Cleonice. Numa pose que representava seu poderio, nos disse um grande ‘não’ quando pedimos para entrar. Mas como bons súditos, somos leais, e tentamos outra abordagem. Da janela, choramos, suplicamos e interagimos com Dona Cleonice e as damas do quarto. Até que nossa gentil imperatriz com apenas um balançar de cabeça, nos permitiu adentrar, apenas um pequeno passo! Um passo e risos, choros de tantas gargalhadas e Raimundo grávido.


“Uma longa viagem começa com um único passo” (Lao Tsé)

Rosinha das Alturas - 29.04.2015 HU

Bateu as nove!
Uma breve história de Zefinha, Anita, Rosinha, Raimundo, ops, Jorge, ops, O segurança. rs

                 Os encontros de hoje variaram de coreografias, passaram pelo grande senhor Oseinhas de Dormentes, que é um senhor super conhecido, que sabia todos os versículos lindos da Bíblia e que nos deixou uma missão de deixar um recado para Poliana, moça do hospital que ele não vira há tempo. “Poliana, ele mandou um aperto de mão”. Depois de nos vislumbrarmos com as histórias e os encantos de Seu Oseinhas, encontramos no caminho seu Eron, que mesmo com metade do rosto paralisado tinha o sorriso mais gentil, que nos aterrorizou com histórias de almas penadas e nos convidou para a festa da sua família, que são grandes e calorosas. Pode deixar, iremos sim, levaremos até nosso segurança (Jorge, kk), que andava colado na gente.


                De repente, nosso segurança avisa que “bateu as nove”, mas ninguém sabia nos dizer o que era, nem pacientes, nem acompanhantes, nem profissionais. E no 2º andar, Rosinha pediu que o Segurança “arrombasse” a porta, desse um jeito, porque estava trancada. Depois de alguns minutos, depois que Rosinha já estava quase dando uns puxões d eorelha no segurança, ele sabiamente mostra que, na verdade, os “bateu as nove” estava no andar de baixo. A noite terminou com os protagonistas quase morrendo de rir por encontrar o “bateu as nove”.

sábado, 13 de junho de 2015

Rosinha das Alturas - 11.06.2015 - HU

Sinceramente hoje foi um dia daqueles.
Daqueles que você não esquece
Daqueles que você tem vontade de reviver cada segundo
Daqueles que guardarei com todo carinho

Subimos os narizes ao som de "réla costas" com os melhores Sancho, Toquinho de Geres e Orangina. Depois de procurarmos a pulga rei e pulga rainha,  Rosinha e suas melhores companheiras, Anita e Zefinha, desceram e quando entraram no setor, BOOM. Que isso? E um cara ao nos ver, para brincar conosco corre, e nós corremos para o outro lado. Que barulho foi aquele? Fonos investigar, mas ninguém sabia de onde viera, nem ele sabia também.
E nessas aventuras, conhecemos a Base, com Seu comandante e os soldados, onde tiramos fotos, aprendemos novas palavras (Epístola,  Custipio), sofremos interrogatório, conversamos, conhecemos estudantes e resolvemos a chave.
Descobrimos também em nossas andanças, as três coisas boas que Deus nos deu (Deixo a pergunta aqui, haha,  quem sabe?). Bom, só não respondam, "Vida, Saúde e um marido bom com travesseiro e cama ". Rs. Porque foi o que conseguimos apurar e responder depois de juntarmos várias pessoas do quarto para adivinhar. Tentamos pensar coletivamente, mas erramos, quer dizer, também não estava errado. Rs
Foi ai que conhecemos Dona Didi, nossa cúmplice. Senhora que mesmo com sua timidez, estava tão disponível e que nos ajudou a descobrir o nome da copeira mais chick e top do universo, Dona M., que achava não ser ninguém de quem precisassem lembrar. Fazemos questão sim de conhecê -la.
Encontramos também o quarto de isolamento respiratório que dizia " Usar EPI", entao, claro, só pode entrar lá quem soubesse falar EPI. Não sabíamos,  mas tentamos nos comunicar, somos clowns, a gente dá um jeito hahs. E foi ai que conhecemos Seu Sábado de Deus, que  cuidava de seu Domingos que era surdo, e que era especialista em EPI e que saiu para falar conosco. Então deixamos um recado, e ele o passou. De repente, da janela, estávamos nos comunicando em EPI com Seu Domingos. Era uma língua diferente, que tbm usava o olhar e até atriu gente que passava, que tbm se lançou ao desafio de tentar se comunicar por EPI. Parecia não haver janela.
E eu pensava que a noite acabaria ai. Foi então que conhecemos Dona S que nos apresentou seu marido,  Seu O, que havia sofrido um AVE e não estava enxergando. Bom, é o casal mais 20 que já conheci. Cada uma de nós recebeu um aperto de mão, uma energia tao forte, tão boa de Seu O. Não só Dona S, mas tbm as três narizes vermelhos e duas narizes vermelhos invisíveis (acompanhantes do quarto) quiseram compartilhar esse momento. E após cada aperto e cada apresentação,  todos nós seguramos a mão de S. O, que nos respondia pressionando e sorrindo. Foi um momento de grande sensibilidade, que nos tocou profundamente. Tocou a forma de sentir, a forma como Zefinha e Anita descreviam as pessoas e o cenário, tocou a simplicidade.  E mais ainda quando ao sairmos do quarto, Dona S, fala ao ver a enfermeira: - Ele reagiu.
Nada acontece por acaso. Estávamos repondo a atuação, e quanta lindeza encontramos nesse caminho.
Foi uma lindeza tbm, ver Anita, que sim, tem a melhor visão do mundo, dizer sim, jogar-se no branco vazio. Começar tão tímida e com medo na primeira atuação, e de repente, esquecer que sua cegueira e sua surdez não eram empecilhos e fazer jogos tão delicados. É um crescimento lindo de se ver.
Muito obrigada, Anita, Zefinha e Raimundo, pelo grande companheirismo. Está sendo um prazer a cada quarta "encontrar" vocês e com vocês.  Ah, tenho um que pena, sentimos sua falta hoje, Raimundo Lambido.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Rosinha das Alturas - 16.01.2015 - HUP

E hoje enxerguei...

Wiggle Wiggle. Bartolomeu. Hércules. Reencontro. Aventuras!

Bartolomeu ou Hércules?
E me pego rindo sozinha quando lembro desta atuação. rs Hoje contei com a companhia de  dois grandes melhores, Bartolomeu e Hércules. Fomos de jogos um pouco tensos, como a da cama que disseram que sumia gente (fizeram medo a gente e depois não quiseram dividir a cama deles conosco, sei não viu? rs) à campeonato de romantismo (Hércules vs Bartolomeu, pense numa coisa acirrada).  Prontuário? Cadê Prontuário? Ah, fomos procurar esse danado. Contamos também durante a aventura com  tradutores incríveis naquele corredor, sabiam "libras" de cor e salteado, todos se arriscando para "traduzir" nossos sinais. Tava tudo lindo até que ganhei a bala da feiura, e essa bala foi passando, e a feiura se espalhando, até um senhor que correra pro elevador fora contaminado. Era tanta feiúra e tanta lindeza ao mesmo tempo. Mas lindeza mesmo foi o campeonato do clown mais romântico: Hércules vs Bartolomeu! Meu Deus, "peito pra fora, barriga pra dentro, pose de musculosos e olhar", tava acirrado, que olhares! Isso atraiu até generais de outros quartos que também estavam ansiosos para saber o resultado da votação. E  tam tam tam tam...., quem ganhou? EMPATE! Participei da votação, e nossa que coisa bonita de se ver, Bartolomeu todo posudo, arriscando a melhor pose e o melhor olhar, e Hércules? Mesmo com seu jeito tão doce e acanhado, queria vencer essa competição. Era mt lindeza! Encontramos ainda no caminho, acho que eram cabeleleiras vestidas de branco, porque ajudaram Hércules a fazer um penteado decente em mim. RÁ, agora que eu tava bonita, era minha vez de paquerar, haha! Fomos à procura e descemos a máscara.

Embora essa noite também tenha tido alguns desabores, muitas foram as delícias. Delícia atuar com vocês, meus lindões!


                                             
                                                                                       B. R. H.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Rosinha das Alturas - 29.11.2014 - HUP



Identidades
             Depois de uma fase egoísta, em que não fiz os diários de bordo, guardando apenas para mim as delícias e os desabores das atuações, retorno. Retorno agora com as aventuras ao lado de um grande melhor companheiro do mundo, Joaquim Marmiteiro. Juntos, tomamos inúmeras patadas, algumas de jogos bem abertos e outras nem tanto. Juntos, ajudamos as palhaças de branco a cuidar de uma “Figura”, que apesar de sua situação, não perdia a graça. Juntos, conhecemos uma coca fanta, que tinha tatuado em todos os seus gessos os nomes das ex namoradas, com respectivos horários de término, e que logo virou “a coca mais coca já vista” depois de descobrimos ser do exército. Juntos, (des)consertamos uma televisão. Juntos, conhecemos Rida, que deixou uma jovem com caneta de vudu tirar sua pressão e conhecemos Seu Val, que sabia tudo sobre identidade apenas ao olhar o nariz. Obrigada Joaquim pelo companheirismo, por estar aberto e disposto a se jogar no vazio do setor comigo, Rosinha.

Que venham mais aventuras, que venham mais patadas, que venham! Estou disposta a me jogar no branco-vazio.

sábado, 10 de maio de 2014

Rosinha das Alturas - Atuação HU - 06/05/2014

Confesso que estava muito nervosa, afinal, por mais que eu volte atuar agora como monitora e tenha só um pouquinho a mais de experiência, ainda sinto aquele frio na barriga. “O que vai acontecer? E se, e se...”. Mal sabia eu, que estava por vir uma noite cheia de aventuras, olhares, risos e sorrisos, uma noite fora de série. E olha, Rosinha não estava sozinha, estava ao lado da melhor companheira do mundo, Teka Aquarela e sob os olhos atentos do querido Dudu.

E vamos às aventuras! Logo no primeiro quarto, conversa vai e conversa vem, descobrimos Dona Helena, mas não qualquer Helena, era a famosa Helena de Tróia! Sim, aquela que com sua beleza atraiu os olhares de Brad Pitt e de todo o mundo grego. hehe Até tiramos foto e reverenciamos a nossa famosa atriz. E a fama era tanta, que acompanhantes de outros quartos logo vieram ver o que acontecia, e também reverenciaram nossa querida Helena.

Encontramos também uma senhora da terra do feijão, que nos ensinou como fazer o feijão de arranca e como arrancá-lo da terra, ela até prometeu fazer pra nós quando ficasse boa. Recebemos também, uma denúncia de nosso segurança que cobrava '2 sacolas de 0800 de pão' que havia um moço nos filmando (Dudu, rs). Encontramos também não um ex-men ou o homem aranha ou o super man, encontramos o super herói John, cheio das tatuagens de cruz e forte a não ser perto da Kryptonita, que logo nos apresentou sua mãe, sua madrinha, sua esposa, sua professora de bons modos e educação e o esposo dela, e que fizeram pedidos pra viagem: 2 nadas, 2 pra casa e 1 café.

Aventuramo-nos também a formar a Equipe Vermelha, que tinha como missão caçar o que seu A. veio procurar que não sabia. E sim, foi difícil, montamos um time, estratégias, perguntamos às enfermeiras e a um segurança, mas ninguém sabia. Go go Equipe Vermelha! Encontramos em nossas andanças, duas senhoras e formamos duplas, olhos claros x olhos escuros. Perguntamos quantos olhos claros e escuros tinham nos quartos e elas disseram que não sabiam, afinal não reparavam. Então deixamos uma tarefa, na próxima vez que viéssemos, elas nos diriam quantos olhos claros e escuros tinham no quarto, buscassem esses olhares. Elas até assinaram nosso 'acordo', teve testemunhas e Teka até carimbou.

Outro momento muito bom aconteceu no quarto das mulheres, éramos 10 lindas mulheres. Falamos sobre dicas de maquiagem, rolou dupla sertaneja, até médium. E como Rosinha e Teka adoram conhecer novas pessoas, fizemos uma rodada de apresentações e de repente um quiz! Hurrum um quiz dos nomes! Por mais que estivessem dividindo o mesmo leito, elas não se conheciam, não sabiam os nomes umas das outras. Foi encantador vê-las sorrindo e nos corrigindo quando errávamos, ajudando umas as outras.

Foi lindo conhecer o jeito meigo, gentil e cativante de minha mais nova melhor companheira Teka. Foi lindo ver sob a ótica de Dudu, o observador do dia, suas impressões e a noção do cuidado não só enquanto clown, mas como Dudu também, que ali dava atenção às pessoas a sua volta. Imagina só quando Bartolomeu aparecer, ein. Foi lindo perceber que o frio na barriga continua, afinal 'palhaço pronto, é palhaço morto'.

E embora antes estivesse nervosa, percebi que sentia falta de tudo isso, desses encontros, dessas possibilidades, desse recíproco cuidado. Percebi que o Augusto está começando a querer dividir lugar com o Branco. Percebi que não mais estou escrevendo na terceira pessoa. Rs Ansiosa para terça! ;DD




quarta-feira, 16 de abril de 2014

Rosinha das Alturas - Semana de Humanização 08/04/2014


Enfim, já estou sob advertência por postar meu diário atrasado, mas foram muitos os pensamentos e as reflexões acerca dessa semana, e ainda estou procurando palavras para descrevê-los, vamos lá.

Cuidar não é apenas Ato, é uma atitude”
Leonardo Boff

Essa frase resume bem o sentimento que tentamos transmitir esses dias da Semana de Humanização. Em plenas férias, nós da UPI em conjunto com a Prefeitura de Juazeiro realizamos alguns eventos, como uma Exposição Fotográfica, mostrando a todos na Praça da Misericordia um pouco mais sobre a UPI, que através da palhaçoterapia serve como um dispositivo essencial a humanização, principalmente, nos âmbitos acadêmico e hospitalar; Uma roda de conversa com Doulas, voluntárias do Parto, aprofundando o tema Humanização do Parto e um Jardim do Cuidar no Hospital Materno Infantil.



É engraçado e frustrante quando falamos de humanização, é o ser humano pensando em estratégias para se tornar e tornar o outro mais humano. Todavia, é imprescindível que essa temática se dissemine, que essa atitude se dissemine. Porque humanizar é entender a complexidade do outro, é cuidar. E essa semana permitiu que ampliássemos nosso conceito, enquanto estudantes e sujeitos, acerca desse cuidado, como atitude diária e para todos. Eu experimentei isso em todos os sentidos, enquanto Tathyane, integrante da UPI, explicando sobre o projeto, dando e recebendo atenção às/das pessoas que por ali passavam, e enquanto Rosinha tentando estabelecer encontros, cuidando não só pela graça, pelo abraço, mas pela atenção. Todavia, é importante que tenhamos em mente que nem sempre conseguiremos cuidar como queremos, de fato, do outro, nem sempre conseguiremos entender quão complexo ele é, como aconteceu em um caso no Hospital, em que diante de tentativas sem sucesso com pequenos gestos, o se afastar foi a melhor solução. É preciso deixá-lo aliviar a tensão e respeitar esse momento, é um cuidado diferente.

Quanto às atuações, pela primeira vez atuei como monitora, na verdade apenas uma companheira que dá uns toques e foi um pouco desesperador, mas também tranquilo, porque eu não estava sozinha. Estava no Hospital Materno Infantil com a companhia simples e encantadora de Esperança, mestre em aramaico e em cativar os outros e Mariqueta, especialista em ouvir as bananas de terra, tão carinhosa e tão cheia de vontade. Juntos, viajamos em busca de aventuras, em busca de encontros, de caminhos. Conhecemos a 'rainha', a quem fizemos reverências e fomos privilegiados em sair nas fotos; Fizemos uma denúncia em relação ao moço do alcool em gel, que estava viciado no celular e deixava a santinha tristinha; Como bons executivos, conversamos sobre transferências e depósitos de pacientes; Conquistamos um moço que estava todo cabreiro conosco, e que queria saber quantos 'graus' estávamos no colégio; Conversamos com algumas mães que comeram banana da terra, e entendemos que as bananas são importantes para o mundo crescer; Contamos com uma médica 'dos ouros e joias', para dar as receitas para as mulheres, ensinando como tirar a semente da banana e como se alimentar.

Mariqueta, Esperança e Rosinha
No abraço grátis na Praça da Misericordia, junto com meus melhores, Hércules, Magali, Lupita, Mariqueta, Zefinha, subimos o nariz na policlínica e saímos a procura da Praça da Misera, mas poucos sabiam nos orientar. Quando nos dividimos, tive o prazer de ter a grande companheira Magali ao meu lado. E fomos a busca de novos encontros. Conhecemos um pouco das histórias dos apanhadores de sonhos e dos pega ladrões; Entendemos através de um jovem como amortercer uma queda com a bicicleta; Andamos de 'moto', tentamos, mas Rosinha é um desastre, quase cai ela e Magali da bike; Vimos um moço sequestrar uma pessoa para levá-la para fabrica da felicidade; Conversamos com os 'bananas' e quase mostramos uns golpes de karate, boxe pra eles e com Dona Help tão gentil, a dona dos Psiiiicolé; Conhecemos as primas coloridas, como nós, que cuidavam uma da outra, e dentre elas tinha uma guardiã do arco iris, que também era modelo e fez uma pequena exibição pra todos; Conhecemos o cara da coca cola que, assim como Magali, toma num tapa, num murro, num chute 2litros de refrigerante; Outrora, Rosinha virou tripe, enquanto Magali mostrava seus dotes artisticos, afinal o clown é tudo, ele faz de tudo. A cartunista era tão boa, que o desenho chamou atenção de um cara que passava, que ele também quis levar um desenho pra casa; Parabéns, 'Magali Da Trinta'. E os holofotes eram tantos, que o dublador de Syd da Era do Gelo, logo se encantou e nos permitiu conversar com ele, ele até autografou o desenho de Magali. Finalizamos essa tarde atrás de nossos companheiros para irmos a uma viagem ao rodeio.

Magali e Rosinha verificando os PSIIcolés! :P
Parece bobo e duvidoso quando pensamos que ações como essas e gestos tão simplórios podem mudar alguma coisa. Engano! Podem! Nesse processo esquecemos que são os gestos mais simples ('menos é mais') e as atitudes de atenção com o outro, são o que, de fato, nos humanizam. Obrigada, meus melhores por estarem comigo, por dividirmos esses sentimentos. Temos muito a aprender, começamos a vivenciar um pouco mais do universo do cuidar, espero que nossos sentimentos, nossas atitudes se intensifiquem e cativem outros cada vez mais. Ansiosa para próxima vez! ;DD






domingo, 30 de março de 2014

Rosinha das Alturas - Atuação na Maternidade de Juazeiro

 Novidade, atuamos na Maternidade de Juazeiro!!! E foi uma experiência marcante pra mim, porque foi a minha primeira atuação com crianças. Eh, para alguns, nosso cuidado apenas abrange o público infantil, mas cuidamos de todos. E digo, Rosinha parece ter mais jeito com os adultos, não que as crianças não sejam encantadoras , mas são tão sinceras, que as vezes é um pouco complicado de conquistá-las e cativá-las. Embora houvesse, as vezes, essa dificuldade da conquista, do caminho, foi prazeroso junto com os melhores Zeca Aventureiro e Lupita Toin oin oin embarcar numa aventura na brinquedoteca que envolveu línguas sumidas, joias e pulseiras, M - o menino mais forte, uma caça ao leão, uma viagem a Palmares, a menina que tinha um filtro, o ensino da matemática (2 + 2 =5! :X)... Além desse universo tão rico e tão encantador, todos os clowns - Danoninho, Pinika, Lupita, Zeca, Jusefina e Rosinha- tiveram oportunidade de participar e entender um pouco das 'Dou-las' e da equipe da Maternidade, que assim como nós promovem o cuidado, assistindo as mães durante todo o parto.

 Nessa atuação também contamos com presença de nossos ilustres companheiros fotógrafos, Lorena e um novinho, Gled. E no final, foi lindo e animador escutar Gled, que ainda não atuou, demonstrar seu fascínio por observar a atuação dos mais antigos, ratificando ainda mais a ideia de que 'menos é mais' e pronto para compartilhar esse brilho.
A atuação na maternidade permitiu ampliar, ratificar e consolidar nossa visão de cuidado, afinal, Cuidar é mais que um Ato. É uma Atitude. (Leonardo Boff). Espero que possamos ir mais vezes e estabelecer contato e compartilhar com todos da maternidade essa atitude.

terça-feira, 18 de março de 2014

Rosinha das Alturas - 2º Abraço Grátis

Meu segundo abraço grátis. Faz um ano desde que entrei para essa família, mudanças ocorreram e lembro-me da minha ansiedade, do meu medo de não ser 'cachorro', das expectativas, do 'novo'. Agora um olhar mais amadurecido, e ao mesmo tempo, aquele olhar tão ansioso, tão carente de olhares e sorrisos como da primeira vez. Bom, dessa vez, novidade: novos companheiros! Pois é, novos lindões agora fazem parte dessa família. "Bem vindos".

Pela primeira vez, cheguei cedo 6 horas, no local indicado e com todos juntos, partimos, atravessamos sentindo a brisa do Velho Chico, com o sol nascendo e irradiando em nossos rostos, um bom sinal de que tudo ia dar certo. Chegamos à casa de Paputcho e começamos as preparações, meias, calças, blusas, cabelos, maquiagem, espelhos, narizes. E que narizes! Subimos a energia, todos juntinhos, no aperto da UPI. Estava há dias sem durmir direito, e tudo que eu imaginava era como abraçar os outros quando nem mesmo tinha energia, quando mesmo com vontade não conseguia me manter de olhos abertos? Estava enganada, não tem como não subir a energia ao lado desses lindões! É algo realmente inefável, como toda a energia, todos aqueles olhares, todos aqueles sorrisos convergem, te cativam e te contagiam de uma forma especial. 

Descemos, fomos à ruas, fomos ao camelódromo, fomos a busca de encontros, fomos desfrutar todo o caminho! E ai bateu a saudade, já faz um tempinho que atuei e vi que realmente sinto falta dos olhares, conhecidos e desconhecidos, sinto falta desses encontros. Foi maravilhoso me aventurar com meus companheiros, antigos e novos,  foi maravilhoso encontrar, ser encontrado, cativar e ser cativado e abraçar, ser abraçado. 

Joguei com Catarina Polenta (Mosqueteiras,  o casal  preso na televisão, os moços que nos deram água fervente), Rebeca Pôca Janta (Supermega plano para devolver limões e boa montaria), Esperança Sambacanção (Abraçamos uma top famosa que não gostava de papparazi), Lindonildo Varão (negociamos abraços em troca de Xbox, mas fomos enganados, absurdo! rs), Lola Goiaba (trocamos conversas e olhares como uma menina que o trabalho era só estar sentada, #inveja), Carminha Linguicinha (vimos dragões com óculos que refletiam a alma), Zefinha Laranjeira (procuramos a seboseira no terminal que o moço tanta falava), Magali Malagueta (pagamos adiantado por costelas), Creusa Carnaval e Cassandra Paçoca (procuramos a 'mamãe') e tantos outros.


Foi um prazer atuar e me divertir com cada um de vocês, com todos dessa minha família UPI. Tenho certeza que deixamos algo lá, que ativamos um pouco das mil borboletas que cada pessoa tem guardada naquela caixa. Que venham  mais encontros, que venham mais olhares, que venham e que tudo se multiplique, eu estou esperando ansiosamente! Ansiosa para o 'indeterminado', rs. ;DD


Fotos by Lorena Santiago e outras máquinas. hehe

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Rosinha das Alturas - HUT - 30/09/2013

Sorry, Diário, acabei esquecendo de postá-lo. Então... Como nem eu nem Paputcho íamos viajar essa semana, então bora atuar! Bom, uma vez uma grande companheira disse que nem ela nem sua mãe agradeciam uma a outra, porque tudo que elas faziam, era por amor. Da mesma forma, todos nós atuamos e brincamos, não para recebermos elogios, mas porque realmente gostamos, realmente queremos aliviar a dor do outro. Essa atuação de hoje tocou a mim e a Paputcho, não esperávamos nada em troca, mas a senhora nos perguntou:'-Vocês voltam quando? Toda vez que vocês vem aqui, me sinto aliviada'. Sabe aquele momento que você percebe que você conseguiu atingir seu objetivo? Que embora o setor estivesse cheio de tristeza, mães e filhos, parentes e amigos, estivessem lamentando os acidentes de motos, que embora tudo isso, você conseguiu atenuar parte da tensão que eles tem em seus ombros? Sabe aquele momento que você percebe que os pacientes se permitiram estabelecer o encontro com você, que gerou um lindo encontro e que não só ele precisava de você mas você dele? Sabe... Precisamos cuidar uns dos outros, a cada segunda eu vejo que estou onde deveria estar. Estamos crescendo a cada dia, meus melhores. Ansiosa para segunda. ;D

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Rosinha das Alturas - HUT - 16/09/2013

Mais uma vez, eu e Paputcho atuamos sozinhos, mas hoje com a supervisão de nosso companheiro Pedro. Quanto a atuação, foi muito interessante, Rosinha e Paputcho encontraram um casal que pareciam irmãos e o rapaz estava ali porque tinha chutado uma abelha 'italiana', assim concordou. Encontraram também um dupla de irmãs que disseram que Rosinha e Paputcho pareciam modelos, mas, na verdade, ambas é que eram as modelos. Foram criados os jogos não só com as pessoas dos quartos, mas com um policial que estava pregando a palavra com um paciente, as enfermeiras e um interno/médico que chutou uma flecha que Rosinha lançou do longe. É muito bom ver que a cada segunda, surgem e acontecem encontros. Ansiosa para segunda. ;D

Rosinha das Alturas - HUT - 02/09/2013

Essa segunda teve um toque diferente. Nossa monitora Flavoca disse que eu e Paputcho estávamos prontos para atuarmos em dupla e que ela iria nos assistir. Bateu um pouco de medo, só nós e alguém nos olhando? Meu Deus!. rs Mas abracei a ideia, afinal não estaria sozinha, meu melhor companheiro Paputcho estava ao meu lado. E subimos o nariz ao som de Margaret Menezes ao lado de Ray, Sam e Karol e vamos, Paputcho. O primeiro quarto foi o de um rapaz e sua irmã que o estava acompanhando, e Rosinha e Paputcho entraram ao som de forró (eu acho!) e lançaram um concurso de dança, um jogo com onça e outras coisas, e eram só risos e sorrisos, quase não perceberam o tempo passar. Outro quarto que foram, foi a de um senhor que estava sentindo muita dor e não queria conversa, até tentaram fazer ele ensinar como andar na vida, mas ele pediu que não ficassem lá, pois estava mesmo com muita dor. Rosinha e Paputcho respeitaram e foram atrás de novas aventuras. Nesse caminho, encontraram uma senhora que logo chamaram carinhosamente de 'Vovó', que conversou, riu bastante, e disse que estava muito feliz pelo que estavam fazendo, que Deus os abençoasse por alegrarem a noite dela e de outras pessoas. Encontraram também um quarto com vários homens e uma mulher, e surgiram vários e vários jogos, com cada um, com todos, um cara que não é bom na cozinha, Big Brother, o senhor que encheu as garrafas d'água na torneira no banheiro e queria vender por 1,00. A atuação acabou e eu não parava de sorrir. Eu estava com medo logo no início e de repente, tudo aquilo passou ao entrar no 1º quarto. Na verdade, eu acredito que estava insegura, se eu conseguiria atuar e com alguém com olhos em mim, mas foi uma boa experiência, eu e meu companheiro entramos em sintonia e foi bastante engraçado, logo todo nervosismo passou. Ansiosa para segunda. ;D

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Rosinhas das Alturas - HUT - 26/08/2013

Foi um dia bastante cansativo, principalmente, depois de uma prova de bioquímica. Mas nada melhor que entrar no hospital, ganhar energia ao subir o nariz ao lado dos meus melhores companheiros e ir levar alegria aos pacientes. Às vezes, na segunda encontramos as mesmas pessoas da semana passada, que nos agradecem por termos ido, por termos feito elas sorrirem. Às vezes, encontramos novas pessoas e lidamos com novos tipos de situações. Algumas são mais fáceis de cativar, outras nem tanto. Mas enfim, é se deixar estar no branco, deixar fluir, é aproveitar o caminho da aceitação. Teve um senhor que levava fumo de Paulo Afonso para Arapiraca e queria Paputcho como sócio, mas Rosinha e Flavoca não deixaram. rs Havia também um moço em um dos quartos que estava todo mal humorado e não queria conversa nenhuma, mas aos poucos Rosinha e seus melhores conseguiram cativá-lo e fazê-lo entrar no jogo. Havia uma mulher também que queria porque queria que Rosinha vendesse o nariz vermelho, e foi muito engraçado, porque ela tentou convencer a senhora que já havia nascido com aquele lindo nariz. Ansiosa para segunda. ;D

domingo, 1 de setembro de 2013

Rosinha das Alturas - HUT - 26/08/2013

Foi um dia bastante cansativo, principalmente, depois de uma prova de bioquímica. Mas nada melhor que entrar no hospital, ganhar energia ao subir o nariz ao lado dos meus melhores companheiros e ir levar alegria aos pacientes. Às vezes, na segunda encontramos as mesmas pessoas da semana passada, que nos agradecem por termos ido, por termos feito elas sorrirem. Às vezes, encontramos novas pessoas e lidamos com novos tipos de situações. Algumas são mais fáceis de cativar, outras nem tanto. Mas enfim, é se deixar estar no branco, deixar fluir, é aproveitar o caminho da aceitação. Teve um senhor que levava fumo de Paulo Afonso para Arapiraca e queria Paputcho como sócio, mas Rosinha e Flavoca não deixaram. rs Havia também um moço em um dos quartos que estava todo mal humorado e não queria conversa nenhuma, mas aos poucos Rosinha e seus melhores conseguiram cativá-lo e fazê-lo entrar no jogo. Havia uma mulher também que queria porque queria que Rosinha vendesse o nariz vermelho, e foi muito engraçado, porque ela tentou convencer a senhora que já havia nascido com aquele lindo nariz. Ansiosa para segunda. ;D

domingo, 25 de agosto de 2013

Rosinha das Alturas - HUT - 19/08/2013

Desculpe, Diário, pelo atraso, mas vamos lá. Bom, minha companheira Flavoca teve um pequeno acidente e não pode atuar (já está bem, graças a Deus), então o companheiro Pedro assumiu. Tive o prazer de atuar com um novo monitor e com meu companheiro Paputcho que estava de cama e que hoje fez sua primeira atuação. Tirando alguns pequenos problemas relacionados a comunicação, foi muito legal. Subimos nossos narizes em conjunto com Ray, Sam, Karol ao som das músicas bregas de Pedro. Depois tivemos uma luta de espadas, a versão feminina do zorro, Félix, a Rosinha acabou arrumando uns pretendentes, e o irmão cuimento, Joao Canelao, sempre a salvava. Em suma foi legal ver diferentes estilos de atuação e como os pacientes interagiam. Ansiosa para segunda! ;D

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Rosinha das Alturas - HUT - 12/08/2013

2ª atuação e ah! Cantamos e fizemos todos do quarto cantarem juntos parabéns para um senhor que fazia aniversário naquele dia e seguramos a mão de uma senhora que pedia nossa ajuda e queria levar as duas para casa. Foi legal, mas ao mesmo tempo, fiquei bastante chateada com meu clown, por mais que tentasse, não conseguia sacar as coisas e criar jogos, deixando, portanto, minha companheira Flavoca sozinha para criar os 'universos'. Mesmo que eu tenha tentado acompanhar, comprando os seus jogos e dando apoio a minha maneira, fiquei bastante frustada comigo por deixar minha parceira, que teve sacadas incríveis, carregada. Às vezes, achamos que vai dar tudo sempre certo, mas nem sempre as coisas saem como esperamos. A minha atuação não foi como eu esperava, mas vou usar isso como um aprendizado e na próxima, tentar deixar, de fato, meu corpo vivo. ;D