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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 25-08-16

E neste mesmo dia, duas atuações!! À tarde com as meninas e à noite com meu companheiro Tchequinaudo! Sentimos muita falta da Bibi (que estava sem voz) e do Raimundo (que não pôde ir)... mas os sorrisos que pensávamos encontrar, acabaram por nos fazer sorrir de uma maneira inexplicável!! Pareciam que os clowns eram as pessoas com quem nós encontrávamos entre enfermarias e corredores... rimos até a barriga doer!! Que dia maravilhoso!!

Vou sentir muitas saudades dos meus queridos Tchequi, Bibi e Raimundo!! Vocês moram no meu coração!! <3 b="">

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 25-08-16

A tarde foi com as meninas, Ritinha e Tatá!!! Que tarde linda! conhecemos tanta gente do bem!! Uma injeção de ânimo na alma!

Obrigada minha lindas melhores companheiras do mundo!!

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 04-08-16

A felicidade de buscar sorrisos, expressa numa foto:


Feliponga Queixo-Fino, HUT, 21-07-16

Faltou a Bibi! Mas a noite foi incrível! A maquiagem não queria colaborar, mas palhaço que é palhaço, se vira como pode!

Resumo de sempre:
-INEFÁVEL!!

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 30-06-16

A presença ilustre da Moema do Bairro, abrilhantou nossa noite!! Tchequinado, Moema e Fifi descobrindo cada sorriso mais lindo do que o outro!!

Don´t worry, be happy!! <3 i="">

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 09-06-16

Sensação maravilhosa de aproveitar o caminho e estar acompanhada por pessoas tão especiais, cada paciente, cada acompanhente, cada funcionário do HUT! Que recepção maravilhosa! Indescritível!

Bibi, Raimundo e Tchequi!! Vocês são demais!!

Feliponga Queixo-Fino, HUT, 02-06-16

Posso definir o primeiro dia de atuação com um trecho de uma música muito querida:

"Você vai rir... sem perceber,
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar...
Pra receber o sol quando voltar."


Obrigada meus melhores companheiros do mundo: Raimundo Lambido, Tchequinaudo das Estrelas e Bibi Oteca!! <3 br="">

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Feliponga Queixo-Fino / HUT / 23-11-14

Três palhacinhas em busca de frutas pelo hospital. Uma delas, visita ilustre, Bolota Azulada. Feliponga e Cassandra com certeza curtiram cada segundo da atuação com mais uma melhor companheira do mundo. Dia de atuação muito bom, muitas risadas e encontros!Ahhh... Bolota descobriu que Feliponga é Doutora em Abraçologia! Cassandra arranjou um casamento com um senhor que ama paçoca! Deu certinho! kkkk Em síntese, mais um dia memorável!! Só tenho a agradecer às minhas duas melhores companheiras do mundo! <3 p="">

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Feliponga Queixo-Fino - HUT - 16/11/14

Saí de casa sentindo os pingos da chuva. Com o passar do tempo, percebi que não era somente uma chuvinha, e sim um baita pé d'água! Fiquei ilhada, preocupada e ansiosa... a atuação estava marcada pras 18 horas, eram 17:55 e eu em meio a um riacho dentro da cidade. Depois de muita coragem e medo...rs consegui passar por uma rua inundada, deixando assim pequenas partes do meu automóvel. Pensava: -Quanto mais tempo que ficar aqui, maior vai ser o nível da água. E realmente era assim mesmo. Eu nunca havia visto uma chuva tão furiosa somada à uma cidade sem estrutura para tal... enfim...
Chegando ao hospital, me dei conta do que havia ocorrido... o que uma estudante pensaria ao ver o prenúncio de que viria despesas e mais despesas?  tentei não deixar que isso influenciasse naquele dia de atuação.
Feliponga e Cassandra se uniram pra buscar energia para subir os narizes. E lá se foram. Logo no início do corredor, havia um jovem simpático com duas muletas: uma se chamava Joana, outra Maria. Ambas namoradas dele. Ouvia Pablo pelo celular, sem fones de ouvido, ou seja, ouvíamos! fez com que Feliponga dançasse no ritmo do arrocha de uma maneira bem clown, sé é que vcs me entendem...kkkk
Seguimos caminho rumo ao quarto das quatro mulheres. Havia uma jovem muito bonita com seus dois braços engessados, uma senhora que virou minha vovó, e duas mulheres que riam de todos os jogos. A jovem dizia que poderia conseguir 4 namorados pra Feliponga e Cassandra se nós a deixássemos em paz. Detalhe: Ela dizia isso com um belo sorriso estampado no rosto.
Cassandra logo se interessou, Feliponga meio desiludida com a vida, disse que pensaria no caso. Logo a jovem disse que poderíamos escolher do jeitinho que quiséssemos... alto, baixo, loiro, moreno, rico, pobre, cheiroso, fedorento... Feliponga achou logo interessante e começou a fazer propaganda da firma da menina, chamando todas mulheres que apareciam pelos corredores.
Depois disso em outro quarto, haviam dois senhores muito simpáticos, que abriam belos sorrisos, um jovem escondido debaixo de um lençol, só com os olhinhos de fora, alegando que sentia muito frio e um homem acompanhado por sua esposa que tinha uma locadora de Dvds dentro do hospital, um notebook e muita vontade de assistir vários filmes seguidos. Feliponga e Cassandra se divertiram bastante com esse casal, que comentou, que havia um homem que havia amputado a perna recentemente em um quarto perto dali. Pediram que fossem conversar com ele, e lá se foram as palhaçinhas.
Antes de chegar ao quarto indicado, conhecemos uma senhorinha simpática demais, Dona Domingas, coincidentemente num dia de domingo...rs
Ela passava protetor solar à noite, fator 50... as palhaçinhas ficaram impressionadas com tamanha precaução. Então, seguiram pra o quarto escuro.
 -Mas... porque a luz esta apagada? Disseram.
A mãe de um dos pacientes disse que poderia ligar as luzes. Quando adentraram, havia um jovem olhando o celular e esse senhor dormindo... entraram sem fazer barulho.
E de repente:
-PÁÁÁ!!!
O homem fingia dormir e queria dar um susto em Feliponga e Cassandra!! Elas se assustaram sim e jogaram muito com tal homem que parecia entender de tudo quanto é jogo, com um sorriso no rosto e um ótimo senso de humor. Depois de alguns minutos, o mesmo pediu pra mãe do seu companheiro de quarto, pra retirar o cobertor, pois sentia calor. Deu pra perceber realmente que era o homem de quem haviam falado, pois lhe faltava uma perna. Sem dúvida, esse senhor surpreendeu as duas palhaçinhas com sua energia! Era disso que eu precisava naquele domingo chuvoso. E foi assim, que desceram-se os narizes e mesmo apesar desses e de outros pesares, essa linda interação foi renovadora. Que privilégio ímpar.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Feliponga Queixo-Fino - Atuação Maternidade - 05/06/14


Dia de atuação! Eu sentia a energia rodando dentro da caixinha, louca pra sair, pra explodir!
Feliponga e Lindonildo se preparavam para o momento de sair em busca de sorrisos. Logo na recepção encontraram quatro mamães grávidas de brazucas, algumas esperavam brazuquinhas, outras esperavam brazuquinhos. E lá se foram, ao encontro do automóvel de duas rodas de assento confortável. Lindonildo guiava Feliponga e os dois saíam pelas imediações da maternidade. Encontaram uma senhora que se dizia cuidadora, outra que quis arranjar Feliponga com o filho dela, que é alto e de olhos verdes. E ainda não sei porquê Lindonildo confessou ciúmes, mas mesmo assim seguiram caminho. Ao chegar a um quarto, haviam várias mamães com seus bebês, que fizeram de Feliponga e Lindonildo, centro de atenções. Os dois passaram por uma horta que tinha de tudo: batata, melancia, manga, cenoura, couve, enfim... de tudo mesmo. Depois se direcionaram à ala das crianças. Feliponga não entendia porque todas usavam uma luvinha e queria pedir pra enfermeira pra colocar uma nela também, pra ficar igual. Foi nesta ala onde surgiu a parte mais difícil pra Feliponga: -lidar com o choro de uma mãe aflita. Dizem que abraços podem curar, deve ser por isso que Feliponga deu vários abraços naquela mãezinha. Lindonildo também. Acho que os dois tiveram que se segurar pra não baixar a energia e saber lidar com a situação. No quarto à frente, havia um garotinho que queria estar acompanhado, mas não falava uma palavra sequer. Ele devia gostar só da companhia dos palhacinhos. Outra menininha não dava um sorriso, ela fez a Feliponga se estribuchar pra tirar pelo menos um... foi uma tarefa difícil, mas Feliponga enfim, conseguiu. Esse dia de atuação vai ficar marcado, pois nunca havia sentido tanta energia... voltei pra casa e a energia não baixava, mas quem disse que achei ruim? 
Foram sensações indescritíveis, tipo, INEFÁVEIS!!! Quero de novo, de novo, de novo!

Feliponga Queixo-Fino - Atuação Maternidade - 15/05/14


Primeiro dia de atuação! Que ansiedade! Contava os dias, as horas, os minutos para levar Feliponga para sua primeira experiência: -Dar o ar da graça na maternidade! Surgiam também algumas dúvidas, alguns medinhos... mas como diz o ditado: -Palhaço pronto é palhaço morto! fomos lá... sabendo que o menos é mais e que a prioridade é o encontro! Que coisa linda que foi! Feliponga pôde explorar juntamente com Josefina, várias experiências engrandecedoras e de repente se viam correndo pelos corredores, interagindo com funcionárias simpáticas, sorrindo com as futuras mamães! Mas mesmo assim, a Feliponga estava um tanto apreensiva sobre o fato de dar início aos jogos e preferia entrar nos jogos da Josefina. Na realidade, a Josefina nem sabe o quanto Feliponga é grata por cada ensinamento.


Enfim, haviam camas penduradas na parede, melancias que entravam nas barrigas alheias, uma menininha que ficou muito surpresa com aquelas duas molecas de nariz vermelho, uma enfermeira que falava poerrta com um sotoque bem paulistano, mamães que sorriam quando Josefina pedia a mão de seus bebês em casamento e dizia que ía esperá-los e até uma mamãe que se queixou por estar cheias de gases (kkk). Neste momento Josefina e Feliponga trataram de mostrar como tirar esses gases e a acompanhante deu uma quase interminável crise de risos... Em síntese, essa realmente foi uma experiência inesquecível!

domingo, 16 de março de 2014

Feliponga Queixo-Fino - Abraço Grátis - 15/03/2014


Abraços grátis! Abraços aqui! Abraça eu! Meu abraço é toodo seu! Como assim?!?  Seria o fato de sair abraçando todos por aí? SIM! Mas vai mais além do ato de abraçar, o abraço é o último passo. Tem que haver o encontro! Issoooo! Encontro de olhares, perfeita sintonia, interação. E esse encontro existiu. A menina tímida que sabia sorrir de repente tornou-se a princesa do castelo rosa, com árvores de pirulito e paredes de chocolate. Feliponga soube absorver cada abraço sincero e desde o momento da subida do nariz, até o último minuto acordada do dia, a energia rodava, pulava, explodia dentro da caixinha. Que coisa mais linda se ver! Pessoas curiosas que entram na brincadeira, passam em carros e buzinam com animação. Senhoras idosas que agradecem por terem recebido um abraço, crianças que nos seguem eufóricas, adultos que sorriem e despejam generosidade em forma de presentes, mimos que nem imaginávamos receber. E de repente aquela criança guardadinha dentro de nós, surge! Pula, corre, salta, dança e quase cai! E tenta fazer dessa quase queda, um passo de outra dança qualquer. Isso aconteceu quando certo rapaz aproximou-se e mostrou que não havia entendido corretamente o verdadeiro sentido do jogo. Ainda bem que eu tenho os melhores companheiros do mundo para me salvarem em momentos como este. Para que eu não tomasse uma queda bem feia, eu e Mariqueta fomos correndo procurar camelos no camelódromo. Afinal devem haver camelos por lá, porque se no Bodódramo existem bodes, por qual motivo não haveriam camelos no camelódramo? Enfim, resumindo tudinho e apesar dos pesares... foi um dia maravilhoso que vai ficar marcado pra sempre.