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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Pepita Clorofila, HUT, 02 de junho de 2016

Olá querido diário!


Primeira atuação desse semestre e eu já comecei observando, isso porque quase não dava pra atuar, saí de uma prova de química e a minha cabeça tava esourando. Porém, resolvi ficar como observadora, eu e meus melhores companheiros Ju e Adriano, que é novinho, mas só no nome mesmo. Foi lindo vê-los atuando, Adriano estava apreensivo, mas se saiu muito bem ao lado de Ju. A cada quarto que passava ficava melhor, mas com certeza o que melhor foi o ultimo. Isso porque quem tava lá era o Cabeça, que cara engraçado, mesmo de longe ri muuito, ele acompanhava sua vozinha que apesar de estar naquele leito não deixou sua alegria e bom humor de lado, e me deu uma lição de que nada deve nos impedir de sorrir. Começamos o semestre com chave de ouro!

Pepita Clorofila, HUT, 01/04/2016-Relembrando

Muito bom poder relembrar aquela atuação, hoje, o sentimento é de querer encontrar todas aquelas pessoas e perguntar: e aí como você está? É tão bom encontrar pessoas novas, com novas histórias, novas experiências, novos olhares, mas, também é bom demais relembrar cada pessoa que passou pela nossa vida, nem que seja por um minuto, pois cada um deixa um pedacinho de si no outro e isso é maravilhoso e enriquecedor. Realmente não tem outra palavra a não ser: inesquecível!

Pepita Clorofila, Maternidade, 19 de fevereiro de 2016- Relembrando

Uma das minhas melhores atuações na maternidade, não sei porque, mas as coisas lá não fluiram muito bem para mim, mas, aquela atuação de espectadora foi muito boa, pois, poder estar do lado de fora e enxergar as coisas com os olhos de quem está atuando e de quem está participando da atuação é ótimo. Lembro-me claramente de como as coisas fluiram naquele dia com os pacientes e principalmente com os funcionários, que estavam bem abertos para todos os jogos e interagiram muito bem com todos que atuavam. Que bom poder relembrar isso!

domingo, 22 de maio de 2016

Pepita Clorofila, HUT, (1 andar), 01/04/2016

Inesquecível. Clichê, eu sei! Mas não tem outra definição a não ser essa. Eu nunca andei tanto naquele HU. Começamos em um lugar, quando vimos estávamos na cozinha, conhecemos seu José, uma figura, dançarino de primeira, fã de Genival Lacerda e da música Mata o véio, cantou e dançou pra gente. Ficamos conversando com ele um tempão... E ele nos falou que no São João arrepiava no forró. Fomos na Farmácia atrás de comida, mas só nos deram a opção de injeções, aí caímos fora... Não é muito a minha praia. Conhecemos duas figuras uma mulher e um homem, que de bobo não tinha nada e já tava paquerando com ela, ele gostava de sorrir, um sorriso diferente, era com a sobrancelha, nos desafiou a mostrar nosso sorriso, ele não gostou do meu sorriso, mas vou continuar tentando. Andando pelos corredores encontramos no elevador a figura tão doce e tão meiga de Afrânio, toda importante e cheia das sacolas estava de saída para ir pra sua terra natal, tivemos o prazer de acompanhá-la juntamente da sua mãezinha até a o carro que as levaria... Amei de coração conhecê-la e ajudá-la, ela muito simpática logo nos convidou pra conhecer a terrinha dela, um amor de pessoa! Por mais que eu tente descrever, não vou conseguir em palavras falar o quanto aquela atuação foi especial e marcante pra mim. Descobri novos lugares, novas pessoas e novos olhares. Incrível!

Pepita Clorofila, HUT, (3 andar), 01/04/2016

Hoje nossa atuação começou top demais, com um alongamento maravilhoso com toda a equipe do setor, ali no corredor mesmo( tava bem tranquilo) vários exercícios, dancinhas, músicas e ainda de quebra ainda ganhei uma massagem tão boaaaaa de uma buchudinha linda e retribuí(claro). Tudo isso sob comando de um estudante de educação física que insistia em dizer que me conhecia. Foi a primeira vez que comecei taaaao bem uma atuação, toda alongada e relaxada da massagem tão boa. Depois da moleza, começamos a ajudar a menina da comida( esqueci o nome), ela tava toda difícil, mas depois de ajudarmos ela, ganhamos um ClariGut top! Empurra carrinho pra um lado, empurra carrinho pra outro, entrega comida... Bem que merecemos ganhar mesmo! 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Pepita Clorofila, HUT(2 andar), 31/03/2016

Hoje, assim que chegamos no setor fomos requisitadas a visitar Sr Anderson, um menino muuuuito tímido de 11 anos( era o mais jovem de todo o setor), mas, nem queria nos dar bola... Tentamos, tentamos... Conversamos com seu tio do boné vermelho, mas Anderson continuou difícil, dificílimo. Porém, ao contrário de Anderson, conhecemos nossa sogra( minha e de minhas melhores companheiras), pensa numa mulher maravilhosa, simpática, ameiiii nossa conversaaaa enormeeee que hora falávamos de política time Dilma x Bolsonaro, ela era Dilma doente, já o marido odiava kkkkkkk. Mas Dilma ganhou( pelo menos naquele quarto). E outras horas falávamos dos filhos dela, vimos as fotos, tiramos fotosss! Foi incrível! 
Assim que saímos do quarto da sogra, formos ao quarto onde estava um presidiário( que não me recordo o nome) e lá continuou nossa pesquisa Dilma x Bolsonaro... Ele disse que todo mundo era ladrão e roubavam mais que ele(rs). Foi minha primeira atuação com presidiário, fiquei um pouco tensa, mas logo tudo fluiu naturalmente. Mais um dia intenso e maravilhoso! 

Pepita Clorofila, HUT(1 andar), 31/03/2016

Olá querido diário! 
Hoje a atuação foi babado, confusão e gritaria. Mentira! Mas, foi top demais. Seu Francisco chamou minha atenção e ganhou meu coração contando suas mais diversas histórias de galanteador, poeta e cheio do charme. Incrível poder conversar com pessoas de tantos tipos diferentes e cada com com sua particularidade... Seu Francisco além de muito galanteador, nos ensinou um pouquinho de suas experiências de vida, e nos deu várias lições de moral. Que coração bom! Que conversa boa!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Pepita Clorofila, Maternidade Juazeiro, 19 de fevereiro de 2016

Esse dia foi bastante especial, pois, fique de expectadora de uma atuação muito interativa com os pacientes e principalmente com os funcionários. Foi uma diversão só. Por muitos momentos me peguei querendo estar atuando ao lado de Beca, Jess e Waguinho. Foi contagiante aquela energia tão boa. É muito bom estar do outro lado, nem enxergar a atuação pelos olhos de quem está atuando e nem pelos olhos de que está interagindo com as pessoas, e sim estar observando tudo pelos olhos de quem está de fora. É impossível não se deixar tocar por todos os olhares brilhando de todos os envolvidos. Um sentimento: gratidão!

Pepita Clorofila, Maternidade de Juazeiro

Querido Diário há muito tempo que eu não posto. Atuava e não postava o diário :(
Sei que isso não deve acontecer, mas, tive muitas dificuldades esse semestre. Mas me lembro muito bem da minha penúltima atuação, não lembro a data, mas lembro que eu e minha companheira Manuca sentimos muita dificuldade em atuar. As pessoas pareciam muito impacientes naquele dia, talvez seja por que todas as mamães estavam lá a muito tempo e os jogos não fluíram muito bem. Com exceção de um ser muito iluminado (que não me recordo o nome) e conversou muito sobre paciência conosco. Uma música que gosto muito me veio a cabeça durante e após aquela atuação que se chama Paciência do cantor Lenine, deixo a letra dela para uma breve reflexão:

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
E o mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara (a vida não para não... a vida não para)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Pepita Clorofila, Maternidade de Juazeiro, 20/11/2015

Olá querido diário, há quanto tempo?! Primeira atuação depois de tanto tempo sem atuar. Nervosismo me definiu naquele momento. Uma nova casa, novos melhores companheiros, achei que não ia conseguir. Não posso dizer que foi a melhor atuação da minha vida, mas no final deu certo. Comecei a me acalmar quando vi um apartamento particular e sua dona muito bem deitada, curtindo um vento, que naquele momento, era luxo. Depois encontrei uma onça, mas não era qualquer onça, era A onça. Que de mais perigoso tinha um sorriso, acolhedor e fez valer todo aquele nervosismo e ansiedade. Tudo novo, de novo, outra vez.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 29/10/2015

Duas atuações me marcaram bem, não sei ao certo o porquê, mas, vez ou outra quando escovo os dentes, é impossível não me lembrar de uma atuação no traumas, que ajudamos a um paciente a escovar os dentes. Olha, tem que ser dez vezes de cada lado e um, dois, três, quatro... e dez, foi assim cada lado. Fico me perguntando o motivo de tal lembrança, mas parei de questionar, eu apenas sinto. A outra atuação foi a do autógrafo de Alice, que menina en-can-ta-do-ra! Entre uma canção e outra nos contagiou com tamanha simpatia. Quando ouço o nome Alice, ela me vem a cabeça. Espero que ela esteja encantando todos em sua volta, como me encantou.

“Saudade é o amor que fica.” 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 18/06/2015

Faz tempo que estava devendo o diário desta atuação, mas isso significa que não foi uma ótima atuação. Naquele dia atuei com minha melhor companheira Toquinho de Geres e minha outra melhor companheira Gina Orangina estava na sua primeira observação, que diferente de mim, tirou muitas fotos. Essa atuação foi um momento de carinhos e cuidados. Foi bonito de se ver e de se viver.

Pepita Clorofila,HUT, 16/07/2015


Primeira atuação só eu e outra novinha, no caso, minha melhor companheira Gina Orangina, bateu nervosismo, preocupação, ansiedade. De cara quando estávamos nos arrumando, ouvimos uns barulhos bem estranhos no quarto ao lado. Nos olhamos angustiadas e nos perguntamos: e agora?. Continuamos a nos maquiar, subimos o nariz ao som de um forró animador, quando me dei conta, já estávamos dançando. Tudo foi fluindo naturalmente, minha companheira me ajudou bastante a superar aquela preocupação de não estarmos com nenhum velhinho e foi tudo dando certo. Naquele dia os quartos pareciam estar tão iguais. Exceto o quarto do gato boy, e o da possível namorada dele. Sim, rolou até cupido nessa noite. Com toda certeza, não vou esquecer, da primeira atuação em que não tinha um velhinho pra supervisionar, pra apoiar. Foi estranho não ter um “ponto de referência”, mas, foi com certeza muito especial.

sábado, 4 de julho de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 26/06/2015


Inesquecível, querido Diário, não vem outra palavra para descrever aquela atuação com meu melhor companheiro Sancho Pança Fofa, quem diria que iria encontrar pelos corredores daquele hospital um candidato a presidência e que eu seria a secretária dele? E que candidato, diga-se de passagem, nós naquele momento não conduzimos, e sim, fomos conduzidos e contagiados pelo alto astral do nosso presidente. Que iria ver tanta moda sendo lançada, dentre elas, usar uma faixa como sapato, só em um pé ou até mesmo ver as ferragens da Torre Eiffel pessoalmente. Realmente um dia com muitas emoções. Obrigada melhor companheiro do mundo.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 21/05/2015


Olá querido diário, a atuação foi igual a um aniversário, super alegre e divertida. Falei igual a um aniversário e não foi a toa, porque literalmente comemoramos o aniversário de Seu Sinésio, 72 anos de simpatia. Foi ótimo cantar parabéns e fazer os outros cantarem e desejarem um feliz aniversário. Uma coincidência bastante agradável para começar a noite. Depois teve Dona Maria e Seu Raimundo, em meio a tantas poses e fotos, ver a gargalhada dos dois não teve igual. Em outro quarto infelizmente não demos tanta gargalhada, pelo contrário, fiquei sem reação quando Dona Jucélia( acho que era esse o nome dela) nos contou que seu marido tinha falecido há 5 dias. Falar sobre morte não é nada fácil... Felizmente, aquela senhora estava bem na medida do possível, não podíamos fazer muita coisa por ela, mas acho que escutá-la a ajudou um pouco. Tem sido dias de grande aprendizado para mim, na verdade, acho que os pacientes me ajudam mais do que eu a eles. Cada dia é único, cada qual com seus ensinamentos. O que posso falar é que estou amando.

domingo, 17 de maio de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 14/05/2015


Uma mulher sisuda no corredor parecia estar muito incomodada com nossa presença( foi o que pensei), que nada ela só queria conversar e cantar. Mas, falando em cantar, quem cantou e encantou todos que estavam naquele quarto foi Alice (Ahh, a Alice) que menina doce, ela cantava e a gente dançava conforme a música. Foi lindo, parecíamos amigos antigos, um tirando onda do outro, dançando e cantando, até a mãe de Alice dançou, mas como não? Não tinha quem se recusasse. Que menina encantadora. Cada dia é uma nova pessoa, um novo momento, nada é igual. São muitas histórias, encontros, sorrisos, olhares... E olha que estou na minha terceira atuação. Ainda tem muita história pela frente, mas vou guardando cada um no meu coração. No final meu melhor companheiro do mundo tinha uma arma secreta em seu bolso, de lá saiu uma caneta, e ganhei meu melhor autógrafo ( com direito a estrelinha e tudo).  

sábado, 9 de maio de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 07/05/2015


Querido Diário,
Hoje venho falar sobre a minha segunda atuação. Aprender a escovar os dentes nunca foi tão divertido, contar de 1 até 10 em cada lado da boca foi muito engraçado. No primeiro quarto conversamos bastante com aquele senhor tão simpático e tão entusiasmado com a vida que nos  contou um pouco da sua história.O sentimento de gratidão daquele senhor me comoveu. Mesmo tendo que amputar a perna e ter ficado com um “toquinho” como ele mesmo disse, não parecia abalado, e sim,  grato, pois tinha outra perna e dois braços, um destes que também ia ser amputado, mas que não foi, e ele movimentava os dedos daquela mão que por pouco não foi amputada, com um felicidade e um prazer tão grande, que me emocionou. Conversamos, conversamos, conversamos. Ele disse que ficou muito alegre de ter nos encontrado, mas, nem sabe ele que alegria sem tamanho, foi a minha de ter tido o prazer de ter encontrado ele. Os quartos seguintes não foram assim tão legais, mas, como tenho os melhores companheiros do mundo, superamos as adversidades e aprendemos juntos. Já estou ansiosa pela próxima atuação.
Meus melhores companheiros do mundo <3 p="">
 

domingo, 26 de abril de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 23/04/2015


Querido Diário de Bordo, hoje em especial venho escrever sobre o meu primeiro dia de atuação no hospital, o tão esperado dia. Foi incrível. A ansiedade tomava conta de mim, me fazia perguntas do tipo: e agora? O que fazer? .Me joguei no vazio, porque como disse Dom Gentileza, palhaço pronto é palhaço morto. Nos maquiamos, levantamos os narizes e fomos. Uma nova experiência me aguardava, e que experiência! No primeiro quarto fomos recebidos tão bem, eles pareciam cansados, como em todos os quartos e como eu também, mas, explodiram de energia, cada quarto com sua história, com suas peculiaridades, porém, o que todos tinham em comum era a necessidade deles de nós e nós deles, porque acredite, eu saí de lá renovada por cada olhar, cada sorriso e pelo jeito especial de cada um. Mas, nem tudo foi tão perfeito, porque não se trata de um conto de fadas, isso tudo é real, houve quem não nos levou a sério, como também houve quem não quisesse nos escutar, não era o momento deles. Apesar disso, nada ofuscou nossa atuação, e eu não consigo achar uma palavra que sintetize esse misto de sensações. Frases como: “quem trouxe vocês aqui foi Deus!” e “hoje vocês foram a minha alegria” só me faz ter certeza de que estou no lugar certo e a minha alegria e gratidão transbordam por fazer parte desse projeto lindo. Com certeza foi inesquecível, tanto para mim como para os meus melhores companheiros do mundo. <3 font="">

terça-feira, 21 de abril de 2015

Pepita Clorofila, Feira da Areia Branca, 19/04/2015



Querido primeiro Diário de Bordo online, o que dizer desse tão memorável dia, o dia da nossa primeira intervenção, o Abraço Grátis. Chegamos na Feira da Areia Branca e só ali me dei conta do que realmente estava acontecendo, que eu não era mais uma “novinha”, que agora eu já fazia parte realmente dessa família, com responsabilidades iguais. De início isso assustou um pouco, mas, eu fui cada vez me entregando aquele momento e a linha tênue entre Thaais e Pepita Clorofila já não aparecia tanto. Foi incrível, pois, o caminho era o importante e o abraço era só a conseqüência, mas, como era mágico cada abraço, cada olhar, quando minha energia começava a cair, vinha um novo jogo, uma nova pessoa e era impossível não subir essa energia a 100%. Um gesto tão simples, mas, que está tão esquecido e que causa tanto assombro quando falávamos que era de graça e que só queríamos melhorar o dia deles. Uns quiseram e abraçaram o jogo, outros nem tanto. Mas de uma coisa tenho certeza, por um momento aquela feira deixou de ser tão pacata e foi lindo de se ver e de sentir.