Querido Diário,
Após a a minha última atuação, por problemas "técnicos" Karol teve que deixar nosso grupo. Uma pena! Adorei atuar com ela.
Bom, chegando no Traumas, percebi que tinha esquecido de verificar se o outro grupo iria pegar a maquiagem. Falha minha! Tive correr pra lá e pra cá tentando conseguir uma chave pro armário, mas não deu certo! Tivemos que esperar o outro grupo chegar com a maquiagem.
O grupo de Sofia não poderia atuar, então ela quis juntar-se a nós. Entretanto, o grupo de Bruna e Camila ficou sem monitor e tivemos que "remanejar" Sofis para atuar com as meninas já que mesmo ela não sendo monitora, ela já tem uma certa experiência né?
A atuação foi ótima, eu adorei. Não sei nem o que dizer. Foi a segunda vez que fui no 3º andar do Traumas, que até a semana passada eu nem sabia que funcionava, e tive a impressão que talvez aquele andar não fosse só esquecido por mim... Em quase um ano e meio de UPI, não me lembro de ter visto ou sabido de algum grupo atuando lá... E, sinceramente, achei os pacientes desse setor muito necessitados da nossa atenção... Eles são extremamente receptivos, quase não nos deixam ir embora do quarto... Por mais que a gente possa achar que o jogo não tá bom, que não tá rendendo, eles riem mesmo assim e querem a nossa presença! Isso é uma coisa tão boa... É tão bom sentir que isso tá dando certo, sabe?
É isso por hoje!
Beijos
Mostrando postagens com marcador Xena Macaxeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Xena Macaxeira. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Xena Macaxeira - 09/08/13
Querido Diário,
Hoje foi a minha primeira atuação no traumas depois de tanto tempo! Dessa vez tenho uma responsabilidade: monitorar os novinhos! Nem estava me lembrando disso, até chegar a hora. Lembrei também de outra coisa! E a maquiagem? Três grupos atuariam no Traumas. Já no hospital, depois de resolvido o problema da maquiagem, fiquei um pouco com medo! O que esperariam de mim? E se eu não conseguisse atingir as expectativas? E agora?
Os três grupos que atuariam se arrumaram juntos. No final eu achei bom porque nós conversamos bastante sobre a atuação, mas na hora de se arrumar... Achei meio ruim! Fica muita gente, muita zoada! pelo menos o nosso grupo foi o último, o que facilitou na hora de subir o nariz. Nosso grupo, formado por quatro pessoas, das quais três atuariam e uma assistiria. Quem assistiu hoje foi Amandinha, enquanto eu, Karol e Arthur atuaríamos.
Fiquei um pouco tensa na hora que subi o nariz, porque o restante do grupo demorou um pouco pra fazer isso. Fomos para o 3º andar, local onde eu nunca havia ido! Eu jurava que esse andar nem funcionava! Nunca tinha ido lá mesmo!
O pessoal logo se soltou, principalmente Karol, rapidinho já estava puxando vários jogos legais. Fiquei até me sentindo meio sei lá... Nem parecia que eu era monitora! Também achei Arthur ótimo, um pouco mais fechado, mas é o jeito dele mesmo, não acho que a pessoa no Clown tem que se transformar. A pessoa no seu clown deve mostrar o que ela normalmente esconde, não precisa ser outra pessoa... Se ele é mais fechado, por mais que o nariz mostre mais dele que o normal, logicamente le não vai virar super expansivo né?! Mas ele foi ótimo, super comprou os jogos...
Amandinha disse que se incomodou porque não sabia o que fazer como observadora. Mas eu como "atuadora", só a vi uma vez, quando um paciente perguntou "E essa aí?", mas de resto... Posso até ter visto, mas "esqueci" que era ela.
Arthur se queixou que não conseguiu ficar no clown porque, muitas vezes, ele ficava com pena dos pacientes naquela situação. Não sei bem o que dizer, mas a gente tem que tentar vê-los com outro olhar... esquecer que são pacientes, mesmo que estejamos atuando num hospital.
Karol achou que foi péssima, mas eu acho que ela tá se cobrando demais. Eu achei a atuação ótima. E ela foi sensacional... Criou muitos jogos...
Tivemos a sorte de não receber negativas dos pacientes. Todos foram super recepitivos. Acho que isso ajudou bastante também.
Quanto a mim, cheguei a ficar em dúvida se continuaria na UPI esse semestre por vários fatores... Mas é tão bom ver o sorriso dessas pessoas, acho que já disse isso, mas eu acho que eu preciso mais disso, do que os pacientes precisam de mim lá. Mesmo com todos os problemas, mesmo com todas as dúvidas, mesmo com todos os "pesares", essa é uma das poucas coisas que me faz feliz aqui...
É isso!
Beijos
Hoje foi a minha primeira atuação no traumas depois de tanto tempo! Dessa vez tenho uma responsabilidade: monitorar os novinhos! Nem estava me lembrando disso, até chegar a hora. Lembrei também de outra coisa! E a maquiagem? Três grupos atuariam no Traumas. Já no hospital, depois de resolvido o problema da maquiagem, fiquei um pouco com medo! O que esperariam de mim? E se eu não conseguisse atingir as expectativas? E agora?
Os três grupos que atuariam se arrumaram juntos. No final eu achei bom porque nós conversamos bastante sobre a atuação, mas na hora de se arrumar... Achei meio ruim! Fica muita gente, muita zoada! pelo menos o nosso grupo foi o último, o que facilitou na hora de subir o nariz. Nosso grupo, formado por quatro pessoas, das quais três atuariam e uma assistiria. Quem assistiu hoje foi Amandinha, enquanto eu, Karol e Arthur atuaríamos.
Fiquei um pouco tensa na hora que subi o nariz, porque o restante do grupo demorou um pouco pra fazer isso. Fomos para o 3º andar, local onde eu nunca havia ido! Eu jurava que esse andar nem funcionava! Nunca tinha ido lá mesmo!
O pessoal logo se soltou, principalmente Karol, rapidinho já estava puxando vários jogos legais. Fiquei até me sentindo meio sei lá... Nem parecia que eu era monitora! Também achei Arthur ótimo, um pouco mais fechado, mas é o jeito dele mesmo, não acho que a pessoa no Clown tem que se transformar. A pessoa no seu clown deve mostrar o que ela normalmente esconde, não precisa ser outra pessoa... Se ele é mais fechado, por mais que o nariz mostre mais dele que o normal, logicamente le não vai virar super expansivo né?! Mas ele foi ótimo, super comprou os jogos...
Amandinha disse que se incomodou porque não sabia o que fazer como observadora. Mas eu como "atuadora", só a vi uma vez, quando um paciente perguntou "E essa aí?", mas de resto... Posso até ter visto, mas "esqueci" que era ela.
Arthur se queixou que não conseguiu ficar no clown porque, muitas vezes, ele ficava com pena dos pacientes naquela situação. Não sei bem o que dizer, mas a gente tem que tentar vê-los com outro olhar... esquecer que são pacientes, mesmo que estejamos atuando num hospital.
Karol achou que foi péssima, mas eu acho que ela tá se cobrando demais. Eu achei a atuação ótima. E ela foi sensacional... Criou muitos jogos...
Tivemos a sorte de não receber negativas dos pacientes. Todos foram super recepitivos. Acho que isso ajudou bastante também.
Quanto a mim, cheguei a ficar em dúvida se continuaria na UPI esse semestre por vários fatores... Mas é tão bom ver o sorriso dessas pessoas, acho que já disse isso, mas eu acho que eu preciso mais disso, do que os pacientes precisam de mim lá. Mesmo com todos os problemas, mesmo com todas as dúvidas, mesmo com todos os "pesares", essa é uma das poucas coisas que me faz feliz aqui...
É isso!
Beijos
sábado, 26 de janeiro de 2013
Xena Macaxeira, 22.01.2013
Minha primeira vez no Dom Malan me deixou ansiosa, fui a primeira a chegar e não sabia por onde entrar nem onde ficar. Percebi que havia esquecido uma parte da minha roupa que em si não afetaria minha atuação, mas achei melhor só tirar foto, até porque eu nunca havia atuado com Formiga e Tunica e queria ver a dinâmicas das duas...
Ao aguardar as meninas se arrumarem, soube que esta seria a última atuação de Tunica Caqui, por isso senti que mais do que não atuar por causa da roupa ou outra coisa, eu tinha que registrar aquele momento.
Adorei o Dom Malan, aqueles bebezinhos lindos, recém-nascidos, vermelhinhos, as coisas mais fofas do mundo, me fazem pensar em porque eu quis fazer medicina, porque eu queria ajudar as pessoas mesmo sabendo que muitas delas não querem e às vezes nem merecem ser ajudadas, e vendo novas vidas ali, na minha frente, eu lembro que existem sim pessoas que querem ser ajudadas e que podem fazer um mundo melhor dali pra frente.
Não só os bebês, mas as crianças da pediatria também, ver aquela pureza, aquela inocência... Foi muito bom! Encontramos duas crianças ainda sem nome, gostaria que tivéssemos ajudado a escolher, sei lá. Seria muito legal né? Saber que uma mãe não vai esquecer de nós porque nós ajudamos a escolher o nome do filho dela, mas infelizmente ninguém teve uma ideia boa!
=/ mas isso não significa que ela não vai lembrar de nós né?
Ao terminar, uma menininha, já maiorzinha, veio correndo pelo corredor atrás de Formiga e Tunica, querendo abraça-las e tirar foto com elas. Muito bom ver isso. Uma outra mãe com uma menininha de colo também veio atrás das meninas para se despedir, dando um abraço bem gostoso nas duas!
Bom, termino meu primeiro diário de 2013 com a ideia de esperança de um ano melhor e de um mundo melhor, por que não? É possível acreditar nisso vendo os olhos cheios de vida das crianças, e essa vida traz um verdadeiro mundo de possibilidades.
domingo, 16 de dezembro de 2012
DIÁRIO DE BORDO Xena Macaxeira 27/11/2012
Depois de um
longo dia de muitos imprevistos, finalmente Eu, Lis e Emmanuel conseguimos
atuar, ou melhor, Xena, Pinik e Juvenal. =D
Tirando a
parte que tivemos que atuar da 18h45 até às 19h45 porque eu tinha outro
compromisso programado às 20h, foi tudo bem.
No início me
senti meio estranha porque não atuava há muito tempo, mas depois fui
melhorando, não cheguei a 100%, mas no decorrer das próximas atuações da pra
recuperar a energia.
Foi uma pena
ninguém ter levado a câmera, Priscila nos assistia e infelizmente não teve como
tirar fotos.
Passamos a
maior parte do tempo em dois quartos, e duas pessoas me chamaram atenção: D.,
uma menina que parecia ter 12 anos, mas que deveria ter mais, já era casada e
mãe de família (!) e Seu J., um senhorzinho que olhava para nós sem fazer
nenhuma expressão e apenas se escondia. D. entrou no jogo conosco e foi bem
legal. Seu J. não, mas nós tentamos, ao irmos embora ele começou a chorar e
clamar por Deus e todos os santos, não sei se porque ele queria que fossemos
embora ou porque queria que ficássemos, deu muita dó, dava vontade de abraçar
aquele velhinho e ficar com ele pra mostrar que tudo iria ficar bem. Desde que
chegamos ouvimos a fama de bravo do Seu J., mas ele me pareceu apenas com medo
do desconhecido. Eu entendo o Seu J. Acho que todos nós nos sentimos assim às
vezes, eu tenho me sentido muito assim ultimamente, mas, ao contrário do Seu
J., eu não demonstro sendo brava ou chorando, faço de conta que nada está
acontecendo, mas aí é outra história.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Dia do abraço
Se este anexo tiver imagens, elas não serão exibidas. Baixar o anexo original
Diário de Bordo da Xena Macaxeira
Sábado, 28 de abril de 2012 - Dia de Abraços grátis
Senti muita vergonha ao sair na rua. Sim, parecia que eu havia esquecido tudo o quê tinhamos feito nas oficinas de formação de Clows. Mesmo após o processo de “entrada” no clown, me desesperei um pouco ao sair em público. No início fiquei rindo porque tudo era muito engraçado, mesmo eu estando com vergonha, então me detive a rir enquanto observava os outros e abraçar as pessoas que os outros abraçavam. Acho que alguns companheiros notaram minha timidez e se dispuseram a levantar meu olhar ou colocar-me em companhia daqueles que já estavam mais “no clima”.
Aos poucos fui entrando no jogo, afinal, eu não caminhei no centro de Petrolina, bem no horário do sol a pino no dia anterior procurando trajes mais confortáveis e arrojados para o meu clown à toa, eu tinha que estar lindona e arrasando! Comecei então a tomar minhas próprias atitudes. A chegar junto da galera mesmo. Notei que vários adultos foram mais receptivos que algumas crianças. Na verdade, mais crianças do que imaginei demonstraram medo de nós... Mas mesmo assim, fiquei muito feliz quando uma criança me cutucou e me pediu um abraço, logo quando comecei a entrar no clima, pra entrar de vez foi o suficiente.
Só faltava agora a presença de uma pessoa para deixar minha alegria mais completa: o namorado da Jéssica Lorena, que deu uma passadinha lá pra ver como estava tudo, e mesmo ele dizendo que a roupa da Xena Macaxeira estava horrorosa e que ela parecia uma mendiga, isso foi o sinal que a roupa estava ótima!
Daí em diante foi só alegria, alguns não nos davam nem intimidade, mas esses foram poucos. A maioria cedia após um pequeno empurrãozinho, que nesse caso era abrir os braços após mostrar a placa. Muito bom dar abraços. É muito interessante ver gente que eu sempre vejo, mas nunca reparo me dando abraços, e muitos fazendo questão de dar o abraço. Eu tinha que ver umas coisas numas lojas de utilidades para o lar, outra não sei aonde... Dava vontade de ir daquele jeito pra ser bem recebida assim! Mas tem que ter foco né? ”Trabalho” é “trabalho”. Não sei como vou entrar nesses estabelecimentos de novo e fazer de conta que não conheço algumas pessoas, dá vontade de falar “Oi, lembra de mim?”, mas também não acho legal porque a Xena Macaxeira é a Xena Macaxeira e a Jéssica Lorena é a Jéssica Lorena.
Um dos momentos que mais me diverti foi quando avistei dois policiais batendo um papinho maroto na porta de uma loja, não resisti e saí correndo pela rua, atravessando-a sem nem olhar, desembainhando minha espada e batendo continência com a outra mão. Não sabia como seria a reação deles, mas foi 12813787374 de vezes melhor do que eu esperava! Fui recebida com “É do abraço é? Vem cá!” E assim como nas palavras dele não senti maldade alguma, não senti nas palavras de outros, mesmo quando me disseram que eu era “muito lindinha” ou “uma morena alguma coisa que não lembro”. Pensei que o “assédio” seria maior porque tem uns caras na rua que são muito chatos, imagina várias palhacinhas oferecendo abraço?! Mas não senti nada disso! Fiquei com receio de oferecer abraços no Ponto dos mototaxistas, mas também foi tranquilo!
Fiquei sentida por não poder ir até a loja onde comprei os tecidos da minha fantasia. A moça foi muito simpática, me ajudou a escolher tudo e pediu que eu fosse lá dar meu abraço a ela. Mas a loja não estava na rota que seguimos e, infelizmente, não foi possível.
Bom, acho que por enquanto é só isso!
Beijos
Sábado, 28 de abril de 2012 - Dia de Abraços grátis
Senti muita vergonha ao sair na rua. Sim, parecia que eu havia esquecido tudo o quê tinhamos feito nas oficinas de formação de Clows. Mesmo após o processo de “entrada” no clown, me desesperei um pouco ao sair em público. No início fiquei rindo porque tudo era muito engraçado, mesmo eu estando com vergonha, então me detive a rir enquanto observava os outros e abraçar as pessoas que os outros abraçavam. Acho que alguns companheiros notaram minha timidez e se dispuseram a levantar meu olhar ou colocar-me em companhia daqueles que já estavam mais “no clima”.
Aos poucos fui entrando no jogo, afinal, eu não caminhei no centro de Petrolina, bem no horário do sol a pino no dia anterior procurando trajes mais confortáveis e arrojados para o meu clown à toa, eu tinha que estar lindona e arrasando! Comecei então a tomar minhas próprias atitudes. A chegar junto da galera mesmo. Notei que vários adultos foram mais receptivos que algumas crianças. Na verdade, mais crianças do que imaginei demonstraram medo de nós... Mas mesmo assim, fiquei muito feliz quando uma criança me cutucou e me pediu um abraço, logo quando comecei a entrar no clima, pra entrar de vez foi o suficiente.
Só faltava agora a presença de uma pessoa para deixar minha alegria mais completa: o namorado da Jéssica Lorena, que deu uma passadinha lá pra ver como estava tudo, e mesmo ele dizendo que a roupa da Xena Macaxeira estava horrorosa e que ela parecia uma mendiga, isso foi o sinal que a roupa estava ótima!
Daí em diante foi só alegria, alguns não nos davam nem intimidade, mas esses foram poucos. A maioria cedia após um pequeno empurrãozinho, que nesse caso era abrir os braços após mostrar a placa. Muito bom dar abraços. É muito interessante ver gente que eu sempre vejo, mas nunca reparo me dando abraços, e muitos fazendo questão de dar o abraço. Eu tinha que ver umas coisas numas lojas de utilidades para o lar, outra não sei aonde... Dava vontade de ir daquele jeito pra ser bem recebida assim! Mas tem que ter foco né? ”Trabalho” é “trabalho”. Não sei como vou entrar nesses estabelecimentos de novo e fazer de conta que não conheço algumas pessoas, dá vontade de falar “Oi, lembra de mim?”, mas também não acho legal porque a Xena Macaxeira é a Xena Macaxeira e a Jéssica Lorena é a Jéssica Lorena.
Um dos momentos que mais me diverti foi quando avistei dois policiais batendo um papinho maroto na porta de uma loja, não resisti e saí correndo pela rua, atravessando-a sem nem olhar, desembainhando minha espada e batendo continência com a outra mão. Não sabia como seria a reação deles, mas foi 12813787374 de vezes melhor do que eu esperava! Fui recebida com “É do abraço é? Vem cá!” E assim como nas palavras dele não senti maldade alguma, não senti nas palavras de outros, mesmo quando me disseram que eu era “muito lindinha” ou “uma morena alguma coisa que não lembro”. Pensei que o “assédio” seria maior porque tem uns caras na rua que são muito chatos, imagina várias palhacinhas oferecendo abraço?! Mas não senti nada disso! Fiquei com receio de oferecer abraços no Ponto dos mototaxistas, mas também foi tranquilo!
Fiquei sentida por não poder ir até a loja onde comprei os tecidos da minha fantasia. A moça foi muito simpática, me ajudou a escolher tudo e pediu que eu fosse lá dar meu abraço a ela. Mas a loja não estava na rota que seguimos e, infelizmente, não foi possível.
Bom, acho que por enquanto é só isso!
Beijos
Xena Macaxeira 03.05
Mudança de planos: ao invés de atuar no Dom malam, vamos para o traumas! Hoje não é o meu dia de atuar, só ou ver, filmar e fotografar (muito mal por sinal! Kkkkkkk)
Já cheguei na hora que já estava todo mundo pronto, se preparando para entrar no Clown! Comecei gravando com a câmera desligada! Kkkkkkkkk
Não sei muito o que dizer, observei que as meninas novatas (assim como eu) ficaram meio receosas, mas é claro né?! Primeira atuação... Também devo ficar assim na minha né?!
Não sei muito o que dizer, observei que as meninas novatas (assim como eu) ficaram meio receosas, mas é claro né?! Primeira atuação... Também devo ficar assim na minha né?!
Achei que pelo horário, início da noite... hora do jantar, houve uma resistência considerável dos pacientes. Os acompanhantes quase todos foram muitooooos simpáticos!
Mas no geral a galera no corredores, nas janelas dos quartos, no elevador, enfim, no hospital como um todo, abriam um sorriso ao nos verem. Muito bom isso, ver uma pessoa que muitas vezes está passando por problemas, falo não só pelos doentes, mas pelos funcionários também, abrirem um sorriso só por te verem!
Fiquei meio sem graça quando mexeram comigo mesmo sem eu estar caracterizada, é que eu não esperava ser notada, fiquei meio sem saber o que fazer. Isso só não pode acontecer quando eu estiver no meu Clown!
Mas no geral a galera no corredores, nas janelas dos quartos, no elevador, enfim, no hospital como um todo, abriam um sorriso ao nos verem. Muito bom isso, ver uma pessoa que muitas vezes está passando por problemas, falo não só pelos doentes, mas pelos funcionários também, abrirem um sorriso só por te verem!
Fiquei meio sem graça quando mexeram comigo mesmo sem eu estar caracterizada, é que eu não esperava ser notada, fiquei meio sem saber o que fazer. Isso só não pode acontecer quando eu estiver no meu Clown!
Foi bom ver pra ter uma ideiazinha... Estou ansiosa pela chegada do meu dia!
Assinar:
Postagens (Atom)