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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Paputcho – AbraSUS do Reencontro – 10/04/2014

Depois de longos meses sem aquele espaço de cuidado, eis que chegou o dia do reencontro com aquele grupo de cuidado. Encontro esse proporcionado pela Semana do HumanizaSUS de Juazeiro-BA. E quando o convite, proposto pela querida colega Loya, foi feito para realizar a recepção do reencontro, ai num deu outra coisa, foi juntar alegria com alegria e formar um punhado de alegrias.
Mas foi assim, abraços aqui, abraços acolá, todos chegando e se deparando com a alegria que estava e que chegava, mas aos poucos a alegria encheu o espaço e precisou, mesmo que inconscientemente, se espalhar e com isso encheu as salas e corredores do Centro de Saúde III, até não tava mais lembrando que Paputcho tinha que dá espaço para o Louri, já que esse estava sendo esperado pelos companheiros de cuidado e com isso continuar o dia de alegria.
Mas isso só aconteceu depois que foram distribuídas muitas flores que precisavam de tereno fértil para vingar e crescer, se bem que foi detectado que em outros terrenos as flores não foram plantadas, visto que foi percebido muitos frutos no lugar das flores.
Sei que muitos não vão entender, mas isso é real, só que mais entendível quando dito com outras palavras, tais como menino, menina e o resto é imaginação e pura especulação.

Homi, vamos simbora que a aurora não foi boreal. 

domingo, 16 de março de 2014

Papucho Bico Fino - Abraço grátis no Camelódromo de Juazeiro-BA - 15-03-2014

Nossa! É a primeira atuação dos novos integrantes da UPI, é a minha primeira, aqui em Juazeiro, também, sem contar que a honra de receber todos os melhores companheiros do mundo foi do Paputcho, a melhor coisa que poderia ter acontecido, é pena que não vieram todos, até acho que eles sabiam que não iriam caber todos no “apertinho” do Paputcho (risos), mas tem um “caba” que tá lascado comigo, o safadão do “Pancho Pança-fofa”.
Tem uma passagem do “galeguinho” do livro de referências bibliográficas da UPI que diz que “se tu vem, por exemplo, às 4 da tarde, desde as 3 que já começarei a ser feliz”, então, foi mais ou menos assim, só que vocês vinham às 6 da manhã e desde as 3 da madruga já estava acordado, aliás desde as 2h58min, aproveitei e assisti o primeiro treino da temporada de Formula 1, de 2014 (risos).
Foi cansativo, pode ter certeza, mas foi fazer algo que era de uma alegria intensa, afinal eu iria receber os coleguinhas mais legais e amigáveis da Univasf, têm outros que não fazem parte da nossa família, eu sei, mas a UPI é a relação das possibilidades alegres.
Como a gente lembra mais quem é o vencedor e nunca o perdedor, comigo num foi parecido com o contrário disso, pois lembro muito bem os gritos de “Carlinha” pensando que já tinha chegado muita gente, mas que na verdade ela era primeira (risos) e para não dizer que não lembrei das flores, aliás do último colocado na corrida da alegria, no caso a “Moreninha”, se bem que é uma flor mesmo (meus colegas, eles sabem quem são, que os digam (risos)).
O sol foi surgindo escondidinho nesse dia de sábado, mas num deixou de mandar seu calorzinho não, pois esquentou que foi uma beleza quando o povo chegou, também um local com apenas 3 metros quadrados e um corredor que só dava para passar um pessoa por vez e de ladinho (risos), por sorte que tinha um ar “condicionado”, mesmo que fosse somente para passar por um buraquinho na parede, por isso que tinha pouco vento (risos).
Bom, vamos ao indo abraçar, apesar de ter reservado um taxi especial, pois num tinha pneus, ninguém quis ir nele, todo mundo preferiu ir a pé, menos a Jamaisvista de Listras, que pegou uma carona com um foguete de duas rodas e quase se esbagaça no chão e me matava de susto, eita “bixa” atordoada da “bixiga taboca”.
Então, chegando ao local de chegada, que depois foi de partida, os abraços foram acontecendo. Tudo muito bem, tudo muito bom, até fui encontrando uns velhos conhecidos do outro eu, o que vive disfarçado, sem a bolotinha vermelha que fica entre os zóios e os beiços, mas tinha um povo que tava era arredio, em Juazeiro, nunca tinha visto isso, na Bahia, onde o povo gosta é da alegria, mesmo. Até acho que o negócio era as nossas belezuras muito de pertinho (risos), pois aqui o povo gosta é de botar pra quebrar. Por falar nisso, aqui, na Bahia, os meninos e meninas começam a requebrar logo é cedo, num estou falando em cedinho da manhã, não, estou falando é que já saia da barriga da mãe dançando o “lepo, lepo”, aquela musga que o dono falou que é para lascar com o capitalismo, intonce, é essa ai, mesmo.
Vixe, num podia faltar né, então, teve o momento “lepo, lepo”, com pancadão e duas meninas de mais ou menos 5 anos e tudo o mais, rapaz, ainda teve uma ruma de paparazzis e mamarazzis, também, que eu pensei que, quase cai de tanto penso que fiquei, era um artista famoso lá das bandas do norte do sul da rede Bobo de televisão. Além de que, quase todo mundo dizia que já me conhecia, perguntando: “Por que tu tá assim?” E eu sempre respondendo, “Oxe, assim, como?” e devolvendo: “E tu, por que tá assim, também?”.
Achei muito jogo, afinal de contas, o outro eu é bastante conhecida por aquelas bandas, é o seu shopping preferido, é um frequentador assíduo (risos), mas confesso que o povo de lá tava um pouco arredio.
Quanto aos novos parceiros, gostei muito de “brincar com vocês, de estar com vocês”. Tá todo mundo de parabéns, e como não tem avaliação, pois, como diria o filosofo Joaquim Marmiteiro: “O observador é para observar, somente isso!”, e o jogador é para jogar, portanto, o juiz é para juizar, assim como a palha é para palhaçar (risos), cada um foi o seu jeito de brincar e com isso foi o clown mais legal que podia ter sido no dia de hoje.
Lilica Arranha-céu valeu por ter aparecido e alegrado os momentos matutinos desse dia que é diferente dos outros, pois cada dia é um novo dia e digo mais, você só estava aqui por você veio.

E para quem não veio, não se aperrei, pois se num der é porque num deu!

E Freud-eu tudo, pronto! (risos).

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Paputcho - Atuação no HDM III – 17/01/2014

Depois de uma longa jornada de recesso escolar imaginário, a volta ao HDM foi noutro horário, até isso o recesso consegui mudar, pois nem havíamos começado o “batente” e já mexeram no nosso queijo, ainda bem que o queijo estava lá, o problema foram as cores faltando, quer dizer faltando alguns “panqueiques”, o nome é parecido com esse (riso), mas como “palhaço pronto é palhaço morto”, de acordo com o Sgt Gentileza, nós mandamos ver e usamos todo nosso conhecimento "maquiadorístico" e transformamos em cores de aquarela a alegria que não poderia cessar devido a um par de cores (vermelho e branco), então fomos de azul e preto, dentro da lógica espectral do espaço cosmético, essas cores são parentes de um quarto de grau latitude leste e longitude nordeste, pois as bichinhas estavam bem sequinhas também (riso).
Homi! Saindo dessa introdução esculhambística, vamos ao por meios, ou seja, o percurso do desfiladeiro da abertura ao devir, nesse espaço "barruamos" em muita gente, extintores e portas de vidro, que do outro lado dava pra ver um monte de gente bonita, sorrindo da nossa cara, a minha mesmo parecia uma arara desbotada de fome.
Logo na entrada, que também era a saída, da ala das mulheres paridas, demos de cara com um cara que tinha a cara dele mesmo, ao deparar com a barriguinha com umas protuberanças, assim, como quem tá grávido como pai, perguntei logo se ele estava esperando... Ele num deixou nem terminar e foi logo se desmanchando nos risos, mas dizendo logo que estava esperando a mulher dele que tinha ido fazer cirúrgia.
Brincamos um "bucado" com as mulheres na sala de oncologia, mas no meio da brincadeira uma senhora deu um conselho num tem bem sério, dizendo “meu filho aceite Jesus, deixe esse negócio pra lá, ficar por aí fazendo essas palhaçadas”, mas "óia" só! (riso). No fim das contas até Nabucodonosor entrou na conversa e virou trava língua (riso).
No outro quarto, encontramos duas senhoras com falta de ar e suas duas filhas acompanhando elas, cada um com um celular na mão (riso), mas depois que entramos a conversa foi no “tete a tete”, e descobri que dona Terezinha teve tantos meninos que precisa de todos os dedos (mãos e pés) para fechar a conta, mas que depois que ela cortou um dedo da mão quando tava cortando mocotó na feira, ai já num dava pra fechar a conta dos meninos (riso).
Para encerrar a prosa, voltamos pela enfermaria das mulheres paridas, encontramos meninos tomando banho de sol, cada um tinha o seu sol, com uma mãe que foi logo dizendo que num podia sorrir que tava operada, então essa a gente proibiu de sorrir e tudo ficou resolvido. Porém, foi justamente ela que tava com o bebê mais fofinho do dia, pois a Izadorinha nasceu de 7 meses e estava com apenas 6 dias de nascida, mas num é que ela sorriu bastante quando eu ficava defronte a ela, quando eu saia ela fechava os olhos ou ficava procurando, foi incrível (principalmente, para eu que estudo psicologia e sabemos quanto isso não é um processo tão simples nessa idade) até pedi para tirar um foto com ela, é pena que minha melhor companheira do mundo num captou o momento do sorrisinho, mas ela saiu olhando para mim (riso).

Mas uma vez fomos bem recebidos pelos funcionários e colaboradores do HDM, tirando uma pessoa (o monstrinho malvado mais querido do meu coração) que só quer ver a gente, pobres palhacinhos, em apuros, no mais a interrelação vai muito bem (riso).
Como o Dr. Marcelo autorizou, estaremos nós de novo e mais uma vez nas paradas de sucesso do próximo domingo de manhã do HDM. 
Aguardem!!!!!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Paputcho - Atuação no HDM II – 13/12/2013

Bem num dia de uma sexta-feira 13, advinha o que aconteceu!? A maquiagem sumiu, ninguém sabe ninguém viu! Muito estranho isso, vocês não acham!? Acho que isso era uma premonição. Bem vamos aos fatos, então, pois é, nesse dia, voltamos à fábrica de menino de Petrolina-PE, íamos (Eu e Pedrita) passeando por entre quartos, enfermarias e corredores, visitando quem ainda não tinha visto e revendo aqueles que ainda estavam por serem vistos, e com isso o jogo ia acontecendo, nesse ínterim, encontramos um pai da mãe da mãe da menina, que no final, tudo ficou esclarecido, pois na realidade ele era o pai da mãe da menina, então o que será que ele era mesmo da mãe da mãe da menina!? (Todos pensando juntos numa corrente sem ser de ferro, para resolver esse enigma da impingem).

Pegamos um bonde em seguida em direção à produção de meninas e inos, também, para não haver discordância de gêneros alimentícios. Então, chegando, antes da chegada, num é que surge uma jovem cantora chamada Tyla, dizendo que “nós”, imagine só, eu e a Pedrita, éramos as coisas mais bonitas da América oriental, ela disse assim, bem instintivamente, “Oh, que lindos!”, rapaz fiquei logo emocionado e perguntei se ela estava com os exames de "zóios" em dias, mas foi um jogo muito legal, tanto que fomos contratado para uma apresentação na sala de UTI, pois somos da UPI (é só pra rimar, viu!?), chegando ainda nos vitrais, vimos o Kaique, que já quase dono da área, pois já faz alguns meses que ele mora lá, de longe ele até que se esforçou para ver a gente, mas eis que surge uma moça doutora e deu uns bilhetes de acesso e adentramos sem nem pedir por licença. Quando cumprimentamos o Kaique, eita que o menino num entendeu como é que existia gente tão esquisita como nós e ficou mais assustado do que cheque extraviado, e demorou um "bucado" para conseguir decifrar um código de “bolhinhas de cuspe” e realmente começar o jogo de palabolhas e por fim receber uns sorrisinhos.

Ao lado tinha outro coleguinha de nome bem difícil, até que brincamos, aliás, tentamos e no final fomos embora, pois de vez em quando o coração dele aumentava as batidas que eu estava até assustado, mas de longe ao acenar ele ficava olhando com cara de riso, mas depois ele chorou e aproveitamos para zarpar de vez (riso).

Ao sair da UTI, advinha quem foi que a gente encontrou esperando uma carona no bonde, pois é, o próprio Dr. Marcelo (Coordenador geral), que foi logo dizendo “Ah, que bom que vocês estão por aqui de novo!” “Sejam bem vindos!” “As pessoas tem falado muito bem de vocês por aí!” “Voltem sempre, viu!”, com isso partimos felizes para o ponto de chegada, mas antes jogamos com dois garotos o Lucas e o seu coleguinha, esses gostavam de futebol e foi divertido, pois eles já eram grandinhos (riso).

Pelos corredores voltamos a brincar e receber saudações e até pipocas, mas a sexta-feira 13 ainda não havia acabado e chegamos ao pré-camarim, lá encontramos uma pessoa fazendo uma reunião sozinha, depois apareceu o “Meu querido monstrinho malvado 22”, querendo a toda hora jogar a gente numa enrascada, mas com jeitinho e alegria fomos contornando os obstáculos e se divertindo e divertindo ao mesmo instante, no final até ganhamos convites para assistir a sequência do filme “Meu querido monstrinho malvado 23”, que por sinal deveria ser um filme de vigésima terceira categoria, pois nem o próprio monstrinho malvado ia, imagine só!?

Bom, só sei que foi quase desse jeito!

Ah! E a sexta-feira 13!? A premonição falhou, pois a gente nem ganhou um menino na fábrica!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Paputcho - Atuação no HDM I – 06/12/2013

Eita, que hoje, primeiro dia no HDM, faço igual ao Gonzagão “Menino que eu nunca tinha visto”, era menino demais, homi.
Confesso que fiquei meio atrapalhado, primeira vez com os meninos dos outros, mas recebi muita ajuda da minha melhor companheira do mundo, a Pedrita Bombom, o início foi meio capenga, bem mequetrefo mesmo (riso), mas do meio por fim, já estava cantando as músicas de Roberto Carlos, até mesmo as que não era dele passou a ser, nesse dia (riso), até uma moça reconhecer o Falcão, que há em mim, pronto acabou meu anonimato (riso), mas ganhamos uma tia, que gostava do Roberto Carlos, depois de muito improviso letral, eu e Pedrita demos um show de desafinação e falta de conhecimento musical, mas na saideira, quando cantamos “Como é grande o meu amor por você”, no qual fiz uma ligação entre o irmão (acompanhante) e a irmã (paciente) na sala de oncologia e tanto ele quanto ela se emocionaram, com lágrimas, o mesmo aconteceu comigo, apesar do disfarce.
Mas também teve um pessoal de Terezina-PI que estava por lá, e fizemos um jogo interessante, inclusive, tentei fazer uma troca de sapatos com um cidadão, mas tinha que convencê-lo disso, a Pedrita me ajudou fazendo a apresentação das qualidades do meu tênis, dentre elas que o bixo dançava sozinho, era só dá o comando, depois de um samba e uma gafieira, achei melhor num entrar em outro ritmo e ficar sem fazer a troca mesmo, pois já estava esgotando os recursos dançarinícos.
Tinha uma senhorinha ao lado que tinha um sorriso bem suave, mas muito aconchegante, do tipo que faz a gente querer sempre mais.
Mas quando saímos do quarto e chegamos no das crianças lá estavam as outras duas coleguinhas (Seriguela e Pequena Sombra) esbaforidas de cansadas, devido a um menino que num cansava nunca, que quando cheguei, vi  logo que o menino era incansável, pois em 5 minutinhos já estava querendo rede, é que ele tinha um bonequinho de super-herói, com uma luzinha no peito, a toda hora querendo derrubar o “inimigo”, no caso eu, e só dava risada quando eu fazia que tinha sido acertado e ficava dando a impressão que ia cair no chão, mas com o cansaço tive que pegar um escudo mágico da menininha que estava na cama ao lado, era um escudo de 2 cm2, feito de material super-resistente, ou seja, de madeira. Além disso, dei sorte, pois o bonde passou e pulei, com as coleguinhas, dentro e sumi, mas o menino foi atrás, estava parecendo aqueles filmes que por mais que o “mocinho” corra quando menos se espera o “bandido” está do lado dele (riso), mas pegamos uma porta mágica e chegamos noutra ala, a “fábrica de meninos”.
Nessa fábrica encontramos vários meninos que brincaram, passearam e sorriram com a gente, mas fazer os meninos sorrirem e diferente do que fazer as mamães e papais, portanto, tem que fazer um revezamento de besteirolagens para que todos possam se beneficiar com os hormônios da alegria.

Foi assim, ainda me adaptando ao modus operandis de lidar com o novo contexto, mais tive ajuda de Pedrita, minha nova irmã de belezura, ela a “bela” e eu “zura” (zura=sei lá), (riso).

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT VIII – 28/11/2013 (1º Piso)

Quando Mira perguntou se eu podia atuar no lugar dela, nem pensei muito, pois já estava com o figurino pronto (risos). Então, antes de encontrar a minha melhor companheira do dia, eis que emerge, novamente, o problema da chave do cadeado das tintas de embelezamento, que teima em sumir nos momentos mais indesejados.
Pronto e com Jamais Vista de Lista, partimos à busca de encontros, na primeira enfermaria encontramos o Seu Teodoro de 96 anos (tocador de banjo) que estava forte, mas querendo ir pra casa, jogamos um pouco, estava também, o “Lula” (bom pelo menos parecia com ele), o problema que enquanto ele jantava jogava com a gente e foi legal, pois ele estava com “um olho gato e outro no peixe”, mas que era só alegria e por fim, tinha um rapaz, que nasceu só com um rim, a cara do “Geanecchini”, o problema dele era que estava doente de “rir” (trocadilho de rim), e deu tanto jogo que o Paputcho que nasceu com 3 rins, doou um para ele e eu e Jamais Vista de Lista fizemos a cirurgia, com direito a foto e tudo mais com a equipe de cirurgia.
Entramos em outra enfermaria e só deu um jogo com uma senhora com o filho filmando a gente, mas foi legal.
Depois fomos ao primeiro quarto, no qual estava a Dona Valdete, lá de Rui Barbosa-BA, que num estava muito alegre em está por lá, mas quando chegamos ela fez uma festa com direito a fotos e filmagem para levar e mostrar aos netinhos, muito divertido.
Depois encontramos a Dona Zildinha, a senhora que gostava demais da letra “e”, pois tudo respondia “é”, mas ela tinha uma particularidade, ela não queria ir para casa, apesar de o médico ter dado alta, mesmo dizendo que estava o dia todo sem se alimentar, e pelo que a acompanhante e filhas, que estavam por perto, comentaram é que ela não sorria muito, mas digo-lhes, entretanto e todavia que Dona Zildinha sorriu bastante, dizendo “é” (risos).
Em outro quarto, encontramos a Camilinha “pé de goiaba”, uma jovem de Salgueiro-PE, ela é uma garota de 16 anos que sofreu um acidente seríssimo de carro, sendo a única sobrevivente, aliás, ela e a criança que ela traz consigo e não sabia até então, ela ganhou esse pseudônimo devido ao fato de beber suco de goiaba no hospital todos os dias e como ela relatou que ia perder o pé, ai propus um pé de planta caso ela perdesse o pé por ai, então ela disse que podia ser um de goiaba, devido a história do suco, então ficou registrado assim, mas no final, meio que fora da máscara, dei um apoio psicológico em relação a sua situação, ela se mostrou bastante convencida do que ouviu, ou seja, confiante que num ia ter maiores problemas em relação ao seu pé direito, fiquei duplamente feliz nesse jogo, pois sorrimos bastante e sai com uma sensação de fiz aquilo que devia ter feito se tivesse sem máscara (esse é o caminho que acredito ser o ideal).
Visitamos ainda um casal, juntos a 17 anos, de Belo Jardim-PE, no qual a esposa estava companhando o esposo, mas já estava indo embora e fizemos um jogo bem legal.


Definindo, foi um dia de fama, com muitas filmagens e fotos, mais menino!

sábado, 23 de novembro de 2013

Paputcho - Atuação na CIENTEX VII – 22/11/2013

É de ciência e para minha consciência vou participar da CIENTEX VII, e dessa vez é diferente, é a primeira vez na Univasf de Petrolina. Então, vamos fazer um pouco de não ciência para quem está hipnotizado na racionalidade do saber supremo das letras superiores.
Portanto, o produto apresentado foi o FELICITEC, que tem como prescrição fazer com todos potencializem aquilo que todos têm quando é criança, mas que esquece quando fica adulta e ainda mais quando precisa escrever um livro de Lattes, que é a alegria do riso espontâneo, que se dá no encontro.
Encontramos muita gente por entre os corredores da sabedoria racional, e para espanto dos cachorros (animais canídeos) que fazem parte da Univasf, todos estavam a revisitar a criança que habita em cada um, com sorrisos maravilhosos no rosto.
Encontramos as meninas do 2º Período de Enfermagem no banquinho que não era da praça, cada um com um livro de Histologia, que segundo os meus conhecimentos esculhambísticos, no qual “logia”, vem do Grego logos, que significa “estudo”, e “histo” que vem num sei de onde e significa “isto” mesmo, pois na gramática portuguarani, a letra “h” é mudinha, então, num necessita falar, né!? Portanto, Histologia quer dizer “estudo do isto”, e assim estudamos por um bom tempo e foi muito engraçado, em contrapartida cada uma recebeu uma pastilha de comprimidos “diet de alegria”, que além de proporcionar a máxima alegria, ainda emagrecia, pois tinha que tomar um a cada refeição, substituindo-as, por durante uma semana.
Ainda pude deparar com uma administradora importada, pois ela tinha os zoinhos bem puxadinhos e falava sotucatês de outras regiões para longe do Sertão e tentamos montar uma estratégia de venda para ficar rico com apenas três “jujubas de alegria”, mas como ela estava muito científica, foi logo direto e disse, acho melhor a gente comer, pois num vai dar certo, não!

E antes do trem passar, ainda espiei os trabalhos dos moços sabidos da razão e da academia dos cérebros.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT VII – 19/11/2013

Depois de alguns muitos dias sem atuação no HUT, eis que surge o sinal para que eu voltasse à cena do palco das poucas multidões do 2º piso do HUT, e o sinal foi dado pela sábia natureza, que fez chover no sertão, imagine só que negócio mágico, mas antes disso ela desmanchou todos os peteados maravilhosos das meninas da Univasf e encheu os zóios da gente de areia, pois foi uma ventania da mulestcha.
Dado os sinais, vamos à atuação, pois lá estavam o Joaquim Marmiteiro e não o Zeca Aventureiro (como havia dito outrora, rsrs), a Lupita Toion-oin-oin, a Cidoca dos Babados e o Paputcho Bico Fino no espaço do encontro. Logo de início, ficamos a ver navios, quer dizer a esperar um lugarzinho só para se abelezar nos figurinos, mas deu certo, entre banheiros e corredores, acabamos no lugar de descanso das meninas de enfermagem.
Aprontados, partimos, eu e a Cidoca para o palco que se apresentasse a nossa frente, logo na primeira enfermaria, tivemos que pular um poça de água que escorreu pela janela e ficou bem na porta de entrada, após passarmos percebidamente percebidos, chegamos até dona Carmelita, que estava de repouso, só aguardando uma cirurgia, por causa de um aneurisma, segunda sua filha Vera, como ela num tava podendo falar muito, eu e a Cidoca desenvolvemos um código linguístico novo, ou seja, por gestos aleatórios e sem sentidos, com explicação verbal para cada gesto.
Logo ao lado tinha um casal, a esposa paciente e o esposo nem tão paciente assim, mas estava feliz, pois estava falando com a sogra da esposa dele e que ele ama tanto quanto a sua própria mãe e nessa ladinha de sogra-mãe deu um jogo bem legal, que quando a gente saiu, eles colocaram a cadeira no corredor, aí, nós aproveitamos para tirar fotos de coração do casal namorando na calçada, deu jogo de novo. Porém, na saída, eis que a gente precisou esperar a barquinha para fazer a travessia, pois estava cheio de água, ainda.
Chegando à outra margem, quer dizer na outra ala (direita), no caso Juazeiro, adentramos de vez, e tinha um “caba” com uma bota de gesso num pé, surgiu daí a história do cachorro que pulou em cima da pata da pata da pata que quebrou a pata, foi uma falta de sentido só, mas que deu liga.
Voltamos para a ala Petrolina, encontramos um senhor que havia levado um tombo da moto, dizendo ele que ia na garupa e que pulou por cima da moto e caiu lá na frente, esse foi um motivo para começar um jogo que gerou até modos operandi de cair e levantar, mas sem execução, só na teoria (risos), e quando o filho dele colocou logo a música do Victor e Léo (Na linha do tempo), o negócio ficou animado e rolou até declaração de apaixonamento sem paixão pelos moços que ali não estavam, mas que um ficaram velhos e não tão moços assim. Até a Dona Neide, que estava com um filho na cama ao lado, apesar do sofrimento (está a 30 dias no hospital) entrou no jogo, e como os óculos dela estava com a lente quebrada, foi a forma de dizer que a aterrizagem não precisa ser a pessoa, pois erá só jogar os óculos no chão.
Na volta para Juazeiro (ala direita) entramos num quarto a procura do pai da Cidoca, no caso o Seu Sebastian, e no jogo do reconhecimento de paternidade só nas aparências belezísticas, o jogo durou foi tempo, que até perdemos a noção das horas, ao lado dele estava um paciente moçambicano, que não jogou, mas a esposa (brasileira e nordestina) dele caiu na brincadeira, num quis nem saber se a chuva era de verdade ou se o povo da Univasf estava pregando um trote com os calouros de Astronomia e estavam colocando eles para lavarem o telhado do HUT e fez parte daquele momento muito legal, sem contar a Soelma, a irmã que Cidoca estava querendo. No final eu quis apresentar a minha vovozinha ao Seu Sebastian, mas quando disse que ela tinha só 103 anos, ai ele disse que num queria não, pois era muito velha, mas olha só o Seu Sebastian com 75 anos, disse que se fosse a Cidoca era outra coisa, mas espia só (risos), mas ele foi muito respeitoso, diga-se de passagem, aliás, foi um grande encontro, o nosso, naquele quarto de enfermaria.
Ainda teve a senhora do N7, na ala de Petrolina, que estava meio esquecida das coisas, mas que era uma graça de pessoa e deu boas risadas.
E quando a gente estava de partida, algumas falas ressoavam, do tipo: “Vocês voltam quando agora?”, Você vão vir amanhã!?”.

Ah! Teve uma coisa interessante, nesse dia eu falei tanto e eu nem falo tanto assim, vocês sabem, né!? (risos), quase num deixo a Cidoca falar, mas garanto que noutro dia, nesse mesmo horário, numa volta ao passado, eu vou procurar colocar mais pausa nessa minha ladainha toda (risos). Desculpaê, Cidoca dos Babados, minha melhor companheira do mundo nesse dia tão alegre.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT VI – 30/09/2013

Daria para traduzir o dia de hoje, reduzindo apenas a duas frases que foram ditas, tais como “Vocês já vão!?” “Voltam quando, agora?”.

Essas frases traduzem bem como foi o dia de atuação, visto que as pessoas que jogaram com a gente, eu e a Rosinha das Alturas, gostaram e se alegraram com a nossa presença, inclusive, teve uma fala de uma acompanhante que disse “É muito quando vocês vem fazer palhaça para quem está aqui, a gente sorri um pouco!”

Tirando um quarto de isolamento e um em que os pacientes estavam incomunicáveis devido a sua debilidade, passamos por todos os quartos e enfermaras do 2º piso do HUT, sempre com um jogo legal e que proporcionou bastante alegria em ambas as partes, eles e eu.
Rosinha joga muito bem e isso facilita nossa jornada de alegria, ela que é a minha melhor parceira do mundo, agora é a minha mais nova irmã no ramo da palhaçada.

E no meio de tantas pessoas atingidas por desastres, principalmente, de motos, no qual é perceptível a tristeza no rosto das pessoas nesse ambiente, é muito gratificante poder levar um sorriso e uns momentos de alegria e de esperança, também, já que no encontro tudo é possível, quando se há afeto nesse espaço e isso me parece que estar presente, pois quando baixo a máscara e retorno às enfermarias e quartos, pois sempre procuro me despedir das pessoas, sinto que transformações ocorreram, mesmo que efêmeras.


Portanto, como eu gosto de dizer, às vezes: “Nenhuma palavra volta vazia quando há um público interessado nessa comunicação, tanto ela vai transformando seu interlocutor como volta transformando o seu mensageiro”.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT V – 23/09/2013

Hoje, foi o dia sem supervisão, só nós, os “novatos”, e para começar tivemos que ficar alguns minutinhos trancados dentro do banheiro, enquanto um doutor, vestido todo de verde, dava a maior bronca num paciente que tava reclamando do serviço ou coisa parecida, pode um negócio desse, cadê o respeito com nós, os outros palhaços, até parecia que era serviço gratuito e pelo SUS, mas passado os momentos TPM (trancados pelo médico) partimos para a dança do nariz.
Ainda, nos bastidores, a noite prometia, tinha até assessoria, aliás, duas assessoras só nas fotografias, e as meninas eram boas no negócio, pois era um movimento e um clik, eu já tava até me sentindo palhaço de “roliudi”, mas deixei a empolgação para a entrada em cena que começou já nos corredores.
Por falar em corredor, o caba que levou a reclamação do outro que tava prestando um serviço, desses que a gente só num ver em clínica particular, estava andando pelo corredor, e ele ia de ponta a ponta, parecendo maratonista larga na poleposhition, desde o treino de largada. Até que tentamos uns jogos, mas funcionou pouco, pois ele foi logo para o pit stop.
As enfermarias estavam mais lotadas do que o Maracanã em dia de jogo do Ibis contra o UPI, num dia de plena segunda-feira, no horário da melhor programação “aberta” da televisão brasileira, porém como não tem mais aquele momento lindo em que num tem mais nenhuma programação e fica só o chiado na tv, então, o jogo do Ibis contra a UPI vai ter que ficar para gerações anteriores.
Encontramos velhos conhecidos de outras atuações, inclusive, o caba do fumo de Arapiraca, ainda tava no seu cantinho, porém renovado, pois precisou “tomar” um ar, sem ser em comprimido, é que ele disse que perdeu os fôlegos, quando já ia receber o passaporte para casa, e como num deveria de ser perguntei se ele, ao saber que ia embora e num ia mais me ver, tinha ficado triste e perdido os ventos da barriga, então, ele negou com um grande sorriso, dizendo “Rapaz, acho que deve ter sido isso mesmo”. E o jogo continuou com a mesma estória do fumo de Arapiraca, mas com outras grandes risadas.
De quarto em quarto e de enfermaria em enfermaria, que deve ter sido de mais de oite e menos de dez, que se juntasse o público presente no jogo do Flamengo com 200 mil pessoas e subtraísse pelo nosso público, a gente poderia computar algo assim em torno de uns 60 poucos desinteressados no horário político, mas com os zói em nós, os lindões do Sgt Gentileza. Ah! Tinha duas assessoras muito interessadas em nós, também, pois num saiam da cola, é que eu coloquei uma cola invisível para manter o grude e eu sair nos retratos, que eu num sou besta nem nada, sou o palhaço, é claro, mesmo que seja só um tan tim de nada, mesmo tendo que pintar os oi, mas eu vivo para isso e é isso que eu sou, a alegria de viver na pele que é minha e dos outros também, antes que seja só micróbios. Portanto, as meninas dos retratos estão convidadas, novamente, a compartilhar da nossa alegria.
Falar de todas as alegrias da noite é a parte mais difícil, pois comigo, junto com os outros migos, quando estou na alegria, só sinto alegria, e quando tenho que falar sobre ela, apenas sinto-a e descrevê-la, para mim, é vivê-la outra vez. Portanto, aproveitando o momento das belezuras assessorísticas de hoje, solicito que no meu novo contrato, estipulado em mais de meio metro de alegria, que além dos meus melhores companheiros do mundo, esteja presente, também, Forrest Gump, o contador de histórias.
Mas só para num dizer que num falei das flores de papel de guardanapo que sempre faço quando tô esperando lá na cantina, se somar todas as letras gastas pelos zóis do povo para entender o Forame Magno do professor, ficando alegre por tirar nota dez em sabedoria de buraco de quengo,  mesmo assim, não vai ser tão alegre e gratificante quanto os momentos vivenciados, hoje. Apesar de saber que existem pessoas com problemas de saúde nesse local (HUT).
No fim das contas, o que vale é

            ...estar com você, brincar com você... ai mamãe!!!!!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT IV – 16/09/2013

Mais uma atuação e lá vamos nós (eu e Rosinha das Alturas), logo no corredor que vai dá no final da ala de enfermarias, as pessoas, tanto pacientes, quanto acompanhantes e até mesmo os técnicos já estavam a nos chamar para o jogo, mas nós só demos umas cartadas, pois o horizonte eram as enfermarias do final do corredor que seriam o palco da alegria.
Lá encontramos um casal de jovens que deu um jogo muito legal, o “caba” foi dá um chute de caratê numa abelha que acabou quebrando o pé, então, foi necessário ensinar uns golpes de caratê kid, que na realidade é de kung fu.
Depois chegamos à enfermaria do homem de Arapiraca, o cara do fumo, num é que ele ainda estava se recuperando do carrego de fumo, mas o jogo foi massa, e o caba sentiu nossa falta, pois pulamos uma etapa outro dia, quando eu carregava menino e as minhas companheiras carregavam as energias, devido as zoiadas nos textos para fazer as provas.
Depois de muitos jogos, inclusive, um em que a paciente tava tomando comprimidos para enjoo e parece que deu resultado, pois no mesmo instante ela devolveu os bixos, e gente lá na maior, sem nenhuma cerimônia, inclusive, pegando papel para limpar a minha não baba.
Encontramos duas irmãs que já estavam a nossa espera, dizendo que eu e a Rosinha parecíamos com modelos, mas elas que desfilaram na passarela. Ah, tinha uma acompanhante que nos acompanhou e ainda queria fazer palhaçada e deu uns jogos bens legais, também.
No final, a gente deparou com um cabo da polícia fazendo um sermão, então, quando ele nos viu, foi logo convocando para adentrar ao recinto, mas seguindo um conselho do sgt Gentileza, num fui não, pois com puliça o negócio é cana, e eu nem bebo. No entanto, depois que ele se esqueceu um pouco da gente, ai invadimos mesmo, mas o pior é que parece que eu tava nu oratório, pois o rapaz, que nem podia se mexer, levou um sermão das montanhas evangélicas, o bom é que no final todos saímos abençoado, ô coiiiiisa boa da bixiga!

Só faltou a muié dos retratos da Uneb, até assinei o contrato, que é igual a casamento, agora ela é que manda em mim, só peço uma coisa Loreninha:


“Cuida bem de mim e então misture tudo dentro de nós, por que ninguém vai dormir nosso sonho....” Nando Reis.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Paputcho - Atuação no HUT III – 02/09/2013

E lá vamos nós, aê, a terceira atuação e dessa vez sem a parceria da supervisão, só eu e a Rosinha, eita, que já estou me sentindo um menino adulto da palhaçaria.
E quando o jogo começou foi pra valer mesmo, o primeiro encontro foi com um rapaz que parecia que tinha brigado com uma onça, pois segundo ele, a bixa tinha comido um pedaço da perna dele, mais óia só, ele querendo fazer a gente de palhaço, mas eu e a Rosinha das Alturas sacamos logo a manha do caba e sacamos as cartas e o jogo foi muito divertido, que foi até uma lástima ter que sair para outro cuidado, afinal de contas, é preciso estender a alegria a muitos.
Encontrei o caba do fumo de Arapiraca de novo, e o homi num esqueceu o tal do fumo, mais ispia só, e o jogo prosseguiu por ai mesmo e tome fumo o jogo todo, foi bom demais, sem contar que um senhor que só tava interessado na minha namorada e mesmo assim o jogo saiu e foi uma diversão só.
Mas como nem tudo é mar e sol na terra dos palhaços sertanejos das brenhas das caatingas acinzentadas pelas camadas dos raios solares do ano todo e mais um tiquinho que falta lá no Canadá. Como eu tava dizendo, no terceiro quarto depois do segundo tempo, num é que o jogo engrossou o caldo, parecia caldo de arroz dessurado  num deu liga nem a poder de reza, o cidadão tava com tanta dor, que quase que ele manda a gente ir conversar com Osama Bin Laden em pessoa, quando ele tava vivo, viu!? Teve um momento que quase engata a macha lateral, quando ele disse “meu filho, eu tenho muito a ensinar a vocês como andar pelo mundo”, então eu e a Rosinha começamos a fazer um caminhar todo desengonçado na passarela, ele quase se abre para o encontro, mas num deu e a gente ainda acabou passando reto na curva da estrada sem fins lucrativos, foi assim mesmo!
Quando pulamos para o outro ambiente, mas num foi através dos controles remotos, foi com as canelinhas finas que nos deu, mesmo. Então, lá tinha uma senhora, que logo nos apoderamos como nossa vovó, ela tava tão tristinha quando a gente entrou, que fui logo em sua direção, ai Rosinha chegou e deu um jogo tão legal que nem eu estava esperando que fosse surgir e quando o filho dela chegou, as coisas melhoram ainda mais, eita que deu tanta energia que sai voado, mais Rosinha, desse 4º quarto para o último numa velocidade estonteante, mais tonto do que antes da partida do caminhão de mudança.
E para fechar com chave de cadeia, o jogo deu liga de novo, era 4 camaradas, mas uns outros camaradas acompanhando e uma esposa com os zói no marido que só tava querendo soprar as velinhas que não era de aniversário e nem estava lá, bom deixa pra lá, ninguém vai entender mesmo essas fuleragens, o importante é que no fim ouvir o povo dizendo “Ó, já vão embora!?” é muito lesgalzinho, aff maria, homi.
E quando já estava sem máscara, a técnica responsável aplicação da dosagem de medicamentos, disse-me “Eita, que vocês hoje ganharam um ponto, pois a senhora (nossa vovó) estava toda alegre, dizendo que tinha se divertido muito com vocês”.
Intonce, só sei que foi assim!

Usando uma célebre frase da minha colega Mima, “foi bom!”

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Paputcho - Atuação no HUT II – 26/08/2013

Eita, que na atuação segunda na segunda-feira como uma rima sem rima foi lesgalzis demais da conta e quem tava comigo!? Os melhores companheiros do mundo, mais tá!
Homi, tinha um caba que gostava de fumo, pois passou o tempo todo falando no fumo que ele levou, saindo de Paulo Afonso com destino a Arapiraca, mais o caba gostava tanto que ficou me chamando para ser o sócio dele lá no Paulo de Afonso, mas sabido como sou e seguindo o velho conselho do Sgt Gentileza, eu num aceitei, não. Oxe, esse negócio com fumo num presta não, ou o caba empurra o carrinho de fumo ou grita para vender o bixo.
Intonce, noutro ato não falho da peça, revi o que num tinha visto outrora, mas mesmo assim fiz de conta que vi só pra num dizer que fiquei sem ver, se ninguém entendeu, num preocupe, pois eu também não!
Como ia dizendo e num disse, jogo vai jogo vem, e a fome começando a apertar, eis que escuto a voz que dizia “Vocês é que estavam aqui na semana passada e cataram parabéns para meu irmão, num foi!? Naquele dia eu chorei, muito obrigado por ter cantado parabéns pra ele!” Vixe, que fiquei todo disnordesteado, pois o caba falou todo emocionado e eu me joguei no jogo de Flavoca e de Rosinha das altitudes marinhas para num demonstrar emoção, mas sei que foi assim. Na saída ele pediu para a gente voltar sempre, eita, que assim eu fico freguês.
É, mas também teve um caba que tava numa carranquice só, homi, mas aos poucos as minhas melhores companheiras do mundo, a Flavoca e a Rosinha das Alturas foram fazendo uns jogos, que no fim o caba tava todo alegrinho, acho que até demais.
Intonce, foi assim, no final das contas ninguém saiu devendo a ninguém a não ser R$ 1,00 que fiquei devendo pelo suco que não tomei e que também não comprei. Portanto, vai para a poupança que de acordo com as muié das bolsas sem valores, já está bem grandinha.

Foi só alegria dessa vez, iuhu!!!!

Paputcho.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Paputcho Bico Fino - Atuação do HUT I - 19/08/2013

Eita, a primeira atuação a gente nunca esquece, essa é que eu num vou esquecer mesmo, pois minha zureia ainda tá ardendo, é que eu fui muito mequetrefo com meus companheiros, vou dizer por quê. Mas num se a vexe, não.
Antes do fim, tava sendo uma noite muito legal, mas de repente, vi que foi tudo ilusão (riso), pois num é que eu esculambei tudo, véi! Pois foi assim, primeira atuação, maior empolgação, lá com meus melhores companheiros do mundo, as pessoas sorrindo, oia que beleza! (riso), só que na hora de mudar de quarto, eu nunca me lembrava de ir atrás dos meus companheiros. A Rosinha lá das alturas até que me puxava pelo braço e puxou várias vezes (no final eu me lembrei disso tudinm, mas na hora não), e eu todo abestaiado com o povo sorrindo, que nem me dava conta de que tinha que ir atrás dos meus melhores companheiros do mundo.
Teve muita coisa boa, mas prefiro relatar a minha mequetrefice, e foram muitas, mas que por sorte meu orientador relatou no final, senão eu não ia perceber, apesar de achar que devia ser alertado ainda na primeira mequetrefice ou então antes de começar o jogo, dá uma relembrada, afinal de contas era a minha primeira atuação, e você sabe, né!? Primeira namorada a gente fica logo todo abestaiado.
Portanto, para que ninguém cometa essas mequetrefices na primeira atuação, eis algumas: quando os companheiros saiam no meio da festa, eu fiquei; quando senti sofrimento no paciente, que não era físico, eu baixei a máscara, mas com a máscara e ofertei um cuidado que não foi o riso (esse é problema da psicologia). Acho que foi só tudo isso (riso).
Porém, garanto que se acontecer outra vez, vai ser sem querer querendo, de novo, gente!
Oh, Gente! Eu tava tão empolgado, que nem me atentei para os velhos e sábios ensinamentos do Sgt Gentileza, foi tudo na pura inocência, num foi por esculambação, viiiiiiiiiiiiiiiiiiu!?
Desculpaê, meus melhores companheiros do mundo e desde já peço uma coisinha bem miudinha, que num é a minha namorada, “toda vez que for começar a atuação, o orientador que tá mais safo no negócio, dê esses pequenos mais importantes alertas, é que o Paputcho já se apropriou do esquecimento antes de chegar a idade adequada”.
Intonce, tirando as mequetrefices da primeira atuação, o resto foi só alegria, mas vai ficar zerado, pois aprendi numa aula de psicologia que se o erro é um evento casualóide, então a expectância matemática é igual a zero. Então, o que isso quer dizer!? Nada! Ou seja, a soma de todos os erros é igual a zero, por isso fiquei com zero nessa atuação (riso).

Ui,ui!

sábado, 3 de agosto de 2013

Paputcho Bico Fino - Abraços grátis na feira - 14/07/2013


O dia chegou, um dia de domingo como outro qualquer para os momentos de alegria da família UPI.
O ponto cruz é no cafofo da menina das canetas esferográficas do bico fino e desde os primeiros milímetros de sol no horizonte das árvores de concreto, estava, eu, a rodar a feira, que não é de dona Santana, a procura de uma casa de laranja e quando já cansado de gastar as borrachas dos círculos enraiados da minha bicicletinha, essa era a minha, num era a do Sgt Gentileza, viu!
Foi aí que surgiu a luzinha clareando as mínimas ideias que ainda restavam e aparece Quequel, num carro mais vermelho do que as notas do povo que deixou de se divertir só pra ficar estudando o forame magno do professor doutor até nas letras em negrito.
Um tantinho depois, assim lá pelas tantas horas de espera concentrada pela pilombetagem do pintor, que não aparecia com sua prancheta com tintas mágicas, eu comecei a senti um vazio e era em decorrência da falta dos pãezinhos de queijo que o meu amigo dono da pança comeu de menos, lá na casa do mequetrefo bel legal do coleguinha que não conhece Hollywood, o que não é da família do Smith.
Mas quando a cachorrada saiu pra não comprar pão de queijo na feira, o povo ficou “doidão”, uns de medo e outros atrás das minhas coleguinhas mais lindrosas do pedaço. E como bom cachorro que sou já tava pra dá uns bicutos nuns sem vergonhas e só num dei mesmo por que tava sem óculos e num vi nada. Fora isso, foi só maravilha, inclusive aquele melãozão bem amarelinho que era maior que o da mulher tangerina e que a doutora da bicicletinha encheu os zóinhos da imensitude daquela visão 4D.
Porém, antes desse momento fechante, os lindrosos e lindrosas assustaram tanto a Laizinha que a mamãe dela aprontou um mini beiju de um metro comprido de raio solar, desse que dá pra sustentar uma tropa elite de inteira só de jegue manso, e deu para nós, os palhaços mais bonitos da feira na calorosa manhã de domingo. O problema foi que enquanto eu e meu melhor amigo do dia, o Sancho Pança, estava correndo pra despistar os cabas safados que queriam pegar as coleguinhas, elas correram na direção do aconchego para comerem a nossa parte mínima do beiju.
Porém, entretanto e todavia de mão simples e mais alguma coisa nesse mesmo sentido, eis que surge a Juju, que é concorrente da Nestlé, com salivantes pedaços de beiju, e no final das contas entre mortos e feridos, podemos concluir que o primeiro abraço grátis da mais nova família UPI foi só o “mi disbuiado” ou então, só o filé de “carne” de soja para os sojarianos.
Destarte, que venha muito mais!

Paputcho "minora" do Bico Fino