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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Anita Pequenita, HUT, 19/08/2016

Começamos a atuação descobrindo que Toquinho era uma assassina de cachorros, uma assassina acidental, mas mesmo assim uma assassina. Mas a prof L. deu uma lição de moral em mim e em Elijeans, falando que foi um acidente e que não deveríamos jugar a pobre da Toquinho (a prof tinha muito amor no coração). E com uma professora legal dessa quisemos saber logo onde podia nos matricular no seu curso super concorrido. Ela nos levou para o seu quarto e conhecemos sua mãe, uma moça que não queria saber de estudar e a mãe dela.  Essa moça nós desestimulou a ir para a 6ª série, porque estávamos pensando em repetir a 5ª série já que a 6ª parece ser muito difícil. Mas a nossa prof L. nos incentivou, mesmo dizendo que só iria fazer duas provas, e resolvemos sair dessa vida de sofrimento da quinta série.
Logo após conhecemos um Raimundo que não era Raimundo, mas sim seu J. Ele ficou super atento a tudo que nos fizemos, até disse que o nariz de Toquinho era mais bonito, que eu era muito branca e que Elijeans era a menor de todas, ele até falou do nosso batom azul de transgressoras. Seu J. foi extremamente gentil e atencioso conosco em tudo (e só bastou isso para ele nos conquistar).
Conhecemos também A., a palhaça, que é da mesma cidade de seu J. Assim que descobrimos que ela era uma palhaça pedimos para ela nos contasse uma piada e ela já foi dizendo “eu vou contar, mas eu só sei piada pesada” então ela contou a piada “um elefante caindo na lama”. E essa foi a melhor piada da noite (ou não, quem sabe né). Além disso, no quarto de A. conhecemos dona M., que quando chegamos estava toda produzida, passando até maquiagem, tudo isso para ir fumar. Tentamos dar uma bronca nela por causa disso, mas ela fez foi é correr.
Mesmo assim continuamos no quarto com A. e a amiga dela, e Toquinho resolveu fazer uma aula de yoga para todas para que pudéssemos alongar. Mas ai apareceu umas mulheres de branco fazendo umas provas, parecida com o ENEM, e saímos para elas fazerem a prova sem zuada.

Retornamos ao quarto de R. e a encontramos um pouco mal e sua mãe demonstrando estar abalada e um pouco triste. Dessa vez não teve parabéns e R. passou o tempo todo dormindo, confesso que foi difícil para nós a vermos desse jeito. Conhecemos também uma senhora que estava muito ocupada costurando seu lençol com os dedos, sem precisar nem de linha ou agulha, e não queria muita conversa conosco, mas esse mínimo encontro com ela já foi o suficiente para nos encantarmos com ela.

Nossa foto de transgressoras

domingo, 14 de agosto de 2016

Anita Pequenita, HUT, 12/08/2016

Sobre novas companhias, encontros, nosso pai e uma festa de aniversário.
Para começar descobrimos que teríamos uma ilustre presença atuando conosco, Lala Lacinho. Juliete hoje ficou de castigo, ou sem castigo (ainda estamos decidindo) e foi nossa fotografa.

Ao som de hakuna matata, descobrimos que Lala andava tomando uma sopa de catarro, que nojo! Eu e Elijeans tentamos fugir dela e encontramos a moça do cobertor mágico, J. Esse coberto, que por nosso trabalho investigativo foi dado pelo boy, se transformava em cachorro e em cobertor e depois em cachorro de novo. Incrível não? Conhecemos também a sua mãe e fizemos a checagem do soro dela, que estava ok!
Conhecemos também uma modelo do catalogo de todas as revista, E., que nos ensinou as poses mais badaladas do momento e até nos deu um autografo! Nunca mais vamos lavar nossos braços.


Andamos um pouco mais pelo setor e conhecemos nosso pai! Que magnifico e emocionante foi esse encontro. Ele viu que crescemos muito bem e ficou orgulhoso. Mas como todo bom pai faz as vontades dos filhos fomos pedir para ele nos comprar um subway, mas ele deu a ideia de comer um MC Donati, mas foi tudo papo furado e no final ele não nós pagou nada :(
Mas oferecemos, como presente de dia dos pais, um presente, o que ele escolhesse e ele escolheu "paz e felicidade" para ele e para seu pai, nosso vô. Então acertamos de dar para nosso pai uma faixa muito bonita com o nome "paz e felicidade para o pai e para o vô". Acho que ele gostou da nossa ideia.
Encontramos também a melhor neta que existe, uma senhora que estava no corredor com um rosto abatido, quando perguntamos se estava tudo bem ela afirmou "está sim" e nos levou para conhecer o seu avô. Mesmo se mostrando bem abatida, M. continuou afirmando que estava tudo bem, mesmo estando visível o seu cansaço e preocupação. Que força a dela! Fiquei com aquela vontadezinha de dar um abraço e falar que tudo ia ficar bem, mas não achei uma brechinha para isso.


Saímos e andamos um pouco mais quando percebemos que estávamos sendo vigiada (ai que medo!), paramos e tentamos descobrir o que esses espiões queriam conosco de um modo bem discreto. Curiando pela porta, é obvio. 

E foi então que a magica aconteceu. Uma moça saiu e nos chamou para entrar e cantar parabéns para R., já que hoje era o aniversário dela. E o que fizemos? Cantamos, é claro. E o que mais fizemos? Chamamos todo mundo no quarto para cantar também. E quem mais apareceu? Algumas pessoas no corredor que cantaram também, um pouquinho pelo menos. E o que foi mais incrível que isso? O sorriso da R. Que sorriso! E esse sorriso veio junto com lagrimas, não sei se de alegria ou aflição. Mas uma coisa foi certa, ela nos conquistou. E a Monalisa estava com ela, para completar nossa alegria e até se dispôs a levar mini hotdogs para a festa de R. que ia ter mais tarde. Aproveitamos e deixamos a responsabilidade para cada um de levar uma coisa também, brigadeiro, coxinha, bolo e refrigerante. 
Fizemos também uma competição para saber quem ganharia, o time das altas ou o time das baixas, nosso time. Lala teve que subir nas costas de Elijeans e com esse esforço conseguimos a vitória unanime! No final R. virou nossa melhor amiga e não teve nada melhor do que isso.

sábado, 6 de agosto de 2016

Anita Pequenita, HUT, 05/08/2016







A atuação hoje começou em clima de Pokemon GO. Mas não foi de pokemons que fomos a procura, mas de pássaros. Já que tive que fazer um penteado em Juliete e fiz um com um ninho, para o abrigo de pássaros (acho que ela ficou muito feliz com o penteado, conforme o rosto de alegria dela, haha). E assim descobrimos que tinham dois homens na janela que eram caçadores de pássaros e como não podíamos deixar isso acontecer - porque nós protegemos os animais, afinal -, fomos lá reclamar com eles. Até a enfermeira chefe nós mandou brigar com eles, olha só. Encontramos no quarto ao lado da janela que havia uma moça protetora dos animais, que nem eu e Juliete, e já pedimos para ela ficar de olho aberto e salvar os passarinhos dos homens.

Conhecemos também a Angel da novela que estava ajudando um moço que gostava de caçar e para animar-lo nos fomos obrigadas a formar um plano para fazer uma caçada. Mas Angel teve que sair e não completamos nossos planos, ainda bem.
Quando olhamos de lado vimos então um senhor na maca, no meio do corredor esperando um quarto, e sua acompanhante em pé ao seu lado, como vimos que eles estavam meio aperriados fomos perguntar se eles queriam ajuda para esperar, a senhora logo disse "não, precisa não", mas o senhor que estava na maca disse "eu quero, fiquem"" e ficamos, então ele pediu para contarmos uma história e comecei a falar de uma borboleta luminosa e foi quando ele foi levado para o quarto, e foi lindo ver ele e sua acompanhante, sorrindo, nos agradecer apenas por ter estado ali e começar a contar uma história bem loucona.
Finalmente conheci Bebezão, que agora já era uma mocinha, que não chora mais e ia fazer sua festa de 15 anos e nos convidar! Conversamos um pouco com ela, sua mãe (que eu acho que era a filha) e a verdadeira Angel, que era a enfermeira mais maravilhosa, gente boa, linda e fazia o melhor curativo da região. Elas nos informaram que havia uma moça, Eledy, nos fiscalizando. Ficamos apavoradas! Tentamos sair de fininho, com o o truque que Bebezão tinha nos ensinado, mas desesperadas acabamos correndo e pedindo abrigo no quarto de dona G., que logo nos ajudou e disse que ia dar uma surra em quem estava nos perseguindo, falamos que era melhor não bater mas agradecemos pelo cuidado dela conosco. Foi quando ouvimos umas vozes cantando uma música apaixonada, dona G. que estava apaixona nos pediu para ir atras da musica para que ela chegasse no quarto dela. Fomos atrás e descobrimos um grupo de estudantes cantando e fazendo declarações de quarto em quarto, achamos lindo e ficamos emocionadas.
Acabamos achando que era um casamento que ia acontecer e fomos perguntar a A.P., que estava por perto na hora, e ela disse que não sabia, que achou muito lindo, mas ela tinha a senha do casamento e não quis dividir com a gente.
Quando estávamos voltando para o quarto um moça ficou nos encarando no quarto, pedimos então que ela virasse para que a gente pudesse passar. Então eu e Juliete saimos correndo, desesperadas, e ufa, conseguimos escapar!




sábado, 30 de julho de 2016

Anita Pequenita, HUT, 29/07/2016

Estava com saudades de atuar, tantas saudades que acabei sonhando atuando. E toda essa expectativa valeu a pena.
Primeiro de tudo, fomos procurar uma técnica de enfermágica para solucionar o problema da bateria que estava acontecendo. Não a achamos mas encontramos dona I., uma senhora maravilhosa, por dentro e por fora, que ficou nos elogiando (dai ela se tornou mais maravilhosa ainda). Ela nos levou para conhecer seu filho C., porque disse que "com gatinhas como essa você vai ficar bom logo logo". Além dele, dona I. nos mostrou M. que estava passando por dias difíceis como acompanhante e com um pouco de esforço conseguimos faze-la esquecer um pouco da sua angustia, por mais que isso estivesse tão presente no seu rosto.
Saímos de lá e encontramos um fantasma com um lençol que saiu para nos assustar - quase morri do coração -, que cobrimos depois que era um senhor muito do pidão, que pediu dinheiro, a boina de Toquinho, nosso trabalho, comida, tuuuudo! Conhecemos muitas pessoas nesse quarto, inclusive um senhorzinho que até nos ofereceu sua comida (um amorzinho ele ♥).
Logo apos conhecemos dona E. Opa dona não! Porque E. não gosta dessa coisa de dona, e apesar de não ser dona era ganhou nossos corações dançando forró e com um jeito meio emburrado, mas muito elegante de ser. Entramos também num quarto que avistamos um jantar romântico a luz de velas, mas era só riqueza dos habitantes daquele quarto. E lá eu e Eledijeans tivemos que carregar Toquinho porque a luz ambiente quase fez com que ela dormisse e para não deixar que ela dormisse no caminho, fomos cantando e dançando "erguei as mãos e dai glória a Deus" enquanto subíamos as escadas.
Essa atuação = 
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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Anita Pequenita, HUT, 01/07/16

Logo ao começar a atuação encontramos P. a cantora mais requisitada do nordeste, quiçá do Brasil. Ela não nos deu seu autografo mas nos deu coisa melhor, a oportunidade de conhecer o pessoal do seu quarto, que era fitnesse e estavam todas de dieta.
Tentamos encontrar o chefe do setor para nós dar umas fichas super importantes (para a comida é claro) mas um moço que disse que não era, no final era e no final foi comer e nos deixou sem a ficha, é complicado mesmo.
Uma mãe nos chamou para entrar no quarto que se filha estava e assim que entramos sua filha disse não com a mão, foi dificil receber esse não, mas Eledijeans, Juliete e eu respeitamos aquele não, e isso foi bom já que como clowns vimos que nós não eramos o que ela precisava naquele momento.
Seguimos e fomos em busca da descoberta do nome de uma senhora, A., e conseguimos uma espiã que desvendou esse segredo para nós.
Logo apos conhecemos uma assistente social maravilhosa que nós levou ao quarto de R. e de F. F. que tinha 80 e alguns anos que é a nova adolescencia conversou conosco e descobrimos que A. era sua filha. Já R. uma senhora cheia de alegria me deixou com vontade de levar para casa, que enquanto conversavamos com F. estava cuidado de outros mesmo doente.
O dia foi difícil, talvez por isso tenha demorado tanto para escrever esse diário.
E difícil não quer dizer que ele tenha sido ruim, apenas difícil. Foi difícil não se deixar abater por todo o desanimo do 1º andar, porque até então não era o 1º andar que conhecíamos, foi difícil não se deixar abater por todos os "nãos" que recebemos ao longo da atuação, mas foi impressionante o nível de maturidade que tivemos.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Anita Pequenita, HUT, 17/06/2016

Emocionada porque hoje tirei minha foto fazendo a maquiagem no espelho :')
Já começamos nossa atuação com a sessão de fotos (segue abaixo) de emoções de clown, que vão de raiva, susto a pokerface.

A noite começou com uma cadeira de rodas acolchoada e a única coisa que pensei foi “EU QUERO SENTAR, SOCORRO ME CARREGEM”. Mas não podia deixar Juliete e Elidijeans me carregarem, vai que elas tomavam bronca né? Então lá foi Anita carregar a cadeira. E descobrimos que podíamos pegar bactérias porque a cadeira estava contaminada. E o que fizemos? Deixamos a cadeira lá no canto e corremos para lavar as mãos num quarto de um pseudo-poeta e do nosso defensor número 1 no andar!


Andamos um pouco pelo corredor e percebemos que “esse pessoal dorme muito cedo”. E nessa historia encontramos L., a moça do carrinho da comida, que é super maravilhosa (dicas para combinar roupas é com ela mesmo). Mesmo oferecendo nossa ajuda ela nós esnobou da forma mais doce possível.

Preciso dizer que o dia estava muito fashion hoje, porque encontramos a estilista N. que ao nos ver pelo vidro jogou a perna pra cima e nos mostrou sua calça rosa pink e sua meia com os dedinhos de fora. O que fizemos? Saímos desesperadas atrás de dicas de moda. Ela e sua miguxa nos ensinaram não só os segredos da moda mas também uma dicas de paquera e uma missão: descobri o nome do maqueiro que N. ficou babando. 

Como boas palhaças competentes, eu, Juliete e Elidijeans fomos atrás do maqueiro que era comprometido e que “informou”, mesmo sem querer porque a gente estava ouvindo a conversa dele, que Juliete tinha cheirado tuberculose e estava meio alterada por causa disso.

Foi então que a Alegria chegou, literalmente. Uma incrível Alegria, a mais alegre de todas, chegou e nos contagiou com sua alegria, sua dança e seu sorriso (MARAVILHOSO).


Deixo aqui uma salva de palmas para nossa fotografa linda, maravilhosa e incrível!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Anita Pequenita, HUT, 03/06/16


A atuação começou com Toquinho, Elidijeans, Juliete e Anita procurando um ser humano que nos contasse uma piada. Não achamos, mas achamos um moço que não tinha a "berruga" da Sabrina Satto. Encontramos também P. e seu J., que estava irritado porque ninguém ainda tinha dado seu negócio que amarra (???). No quarto em frente conhecemos seu A. que nos encantou e ficou rindo da nossa cara enquanto dançávamos e foi então que ele, mesmo sem poder levantar da cama, dançou conosco.
Encontramos também dona G. e sua filha que nos pediu uma chapinha para arrumarmos o cabelo dela.
E então entramos no quarto de dona Z. e cantamos uma canção de ninar para sua acompanhante chamada "undenren ren ren ren, darara darara daraue, undenren ren ren ren, dara rara rara raraue". Ela dormiu que nem um bebê. 
Demos de cara também com uma moça bipolar, que vivia uma relação de amor e ódio conosco, que nos chamava de lindas e depois de horrorosas e depois dançava até o chão e nos expulsava do quarto. Encontramos também um modelo que ensinou umas poses para a gente e, também,  um dançarino que quaaaaase dançou o Michael Jackson no meio do corredor pra gente.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Anita Pequenita, HUT, 18/03/2016

A atuação começou quando eu, Lari, Geres e Luma encontramos G. no meio do corredor. Ele então nos ajudou a desvendar uns segredos do da interpretação de palavras e começamos então a falar sobre o protesto do "não vai ter golpe" (?) e então resolvemos ensinar a coreografia do não vai ter golpe a G.



Foi por ai que encontramos dona M. que estava chorando porque estavam fazendo um curativo em sua filha que estava internada. E que encontro fantástico esse! Dona M. logo se animou e começou a nos contar que no auge dos seus mais de 60 anos fazia pilates e tênis, e depois de muito pedir ela nos ensinou como jogar tênis e depois de aprendermos jogamos uma partida, em que meu laço era a bola, no meio do corredor mesmo.



Dona M. animada, logo nos levou para o quarto em que estava sua filha e foi lá que aconteceu de tudo um pouco. Desde dançarmos com Dona M., passando por Marieta conseguir ganhar uma corrida com as muletas de G. (que era marido de A. que estava no mesmo quarto da filha de dona M.! Que confusão hein), até dona M. fazer um show para nós ao melhor estilo brega, com direito a cortina e tudo, e um hiper mega power abraço de dona M. em todas nós.
E tudo que nos restou a fazer é agradecer pelos maravilhosos encontros que tivemos durante essa atuação.

E ela consegue ganhar a corrida!
Marieta na linha de chegada



quarta-feira, 9 de março de 2016

Anita Pequenita, HUT, 04/03/2016



Anita e Marieta já começaram a atuação com Biju Leoãozinho disfarçada querendo trabalhar para nós, mas não foi dessa vez que conseguimos juntar o dinheiro do salário dela, mas mesmo assim ela foi nossa fotografa da noite. Logo que chegamos ao setor uma senhora, uma pastora muito famosa de Salvador nos chamou, e fomos conhecer um evangelista altão que estava lá. Ele nos evangelizou, já que era um evangelista, e ainda causou a discórdia entre nós falando que Marieta é mais bonita (triste vida a minha) e a pastora ainda deu um chocolate branco pra Marieta, é o dia hoje não estava muito bom para mim.

E depois de passearmos um pouco mais pelo andar encontramos H., uma adolescente, e seu pai. E quão maravilhoso foi esse encontro! Encontrar H., que ainda estava um pouco debilitada por causa de um acidente, nos encheu. Conversamos um pouco e descobrimos que ela tinha um tique no braço que estava com o soro, mas era só porque estava com o soro, se o soro tivesse no outro braço, ela mexia o outro braço, segundo informações colhidas dela mesma. Então fizemos um desafio, se ela ficasse com o braço quieto ia ganhar um chocolate branco (aquele da pastora). E sinto informar que ela perdeu o desafio. Ela não ficava com o braço parado por 2 minutos, e o seu pai já estava mais do que aperreado por causa disso. Mas é com grande prazer que informo que ela ganhou o chocolate! Como eu e Marieta somos boazinhas resolvemos dar a ela o prêmio. Conversamos mais com H. e ficamos sabendo que ela é a mestra da maquiagem, que ia até fazer uns tutoriais para nós, porque pedimos, pedimos e quase imploramos. Conversamos ainda mais com H. e nos comovemos ao ver a falta que a ausência de sua irmã, que havia morrido, fazia para ela e em quão grande era a dor que ela ainda sentia por isso.  Mas como toda adolescente ela transbordava de alegria e nos contagiou com a sua simples presença.


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Anita Pequenita, HUT, 26/02/2016

Marieta e Anita começaram com todo gás, ou não, para atuar. Começamos descobrindo o quarto de uma estrela preciosa, a dona B. Tentamos descobrir se os acompanhantes ganhavam bem e resolvemos ser acompanhantes dela. Foi quando começou a sessão paparazzi, nunca foi tão fotografada na vida (socorro!), fizeram um book de Anita e Marieta, e ainda teve uma sessão estrelas de cinema e nos gravaram. Ufa, difícil essa vida!
Depois conhecemos a dona do posto Lorenna, que falou (implicitamente) que ia nos dá desconto na gasolina e na comidaaaa! O que querer dessa atuação que ganhei até desconto na comida? <3 p="">

Anita Pequenita, HUT, 19/02/2016

A atuação começou com Raimundo, Marieta e Anita gravando nossos pés na calçada da fama (e como sou estrela de Hollywood gravei minhas mãos e escrevi meu nome também!). Assim que demos nossas caras pelo corredor uma mulher fala "AMEI!", já achamos nossa primeira fã. E ela nos deixou uma missão: descobri o nome, que era um nome muito bonito, do enfermeiro que estava no quarto. Só digo uma coisa, lutamos muito para descobri esse nome, perseguimos o enfermeiro que foi para o outro quarto e lá tentamos fazer com que os pacientes perguntassem o nome dele e depois nos falassem.
Não deu certo.
O enfermeiro descobriu o nosso esquema, não contou pra ninguém o nome dele e lá se foi o nosso plano. Mas como bons brasileiros, que não desistem nunca, fomos até o posto de enfermagem e lá descobrimos o nome! Mas eu não achei muito bonito não, massss mesmo assim fomos contar a nossa fã.
Depois entramos no quarto do moço dos karate que sabia uns golpe lá muito massa e contou para a gente como derrubou um pessoal (uma conversa bem violenta essa né). Depois encontramos uns policiais que tinham uns nome estranhos, um deles era dono de um cursinho (O CURSINHO É TOP! Selo de Aprovação por nós) e descobrimos uns lugares muito bonitos pelas bandas de onde eles moravam. Foi quando a mãe de Raimundo chamou ele e tivemos que correr para ela não dá uns cascudos nele.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Anita Pequenita, HUT, 29/01/2016

A primeira atuação do ano começou com uma duvida: cade a calça de Lari? Lari perdeu a calça e agora? E agora que ela foi atuar com uma calça dos peixes do fundo do mar para fazer propaganda do "Procurando Dory". Só que depois de entrarmos nos quarto e nos prepararmos eis que Geres fala "olha só Lari esse pano dá pra tua roupa" apontando para um pano em cima da cama e quando Lari olha... era sua calça desaparecida a um mês que estava no quarto do repouso do hospital, que coisa do destino não? E começamos nossa atuação com essa pegada do destino, que fez com que Geres, apos subir o nariz, conseguisse atras da sorte descobrir qual torneira ligava o chuveiro e ganhou assim o premio "água de ouro".
E lá fomos nós espalhar sobre o premio de Geres quando descobrimos, assim no destino também, um casal que nós acompanhou durante toda a atuação, C. e L.. Pensávamos inicialmente que eles eram agentes porque estavam com uma incrível cara de serviço secreto, foi quando descobrimos que eles eram um casal! Que meigo! E que se conheceram no hospital! Que lindo! E que as mães dos dois estavam internadas! Nossa que coincidência! Foi quando descobrimos que eles só tinham 2 dias de namoro (e eu, Geres e Marieta pensando que eles tinham uns 3 anos de namoro no minimo). Foi então que eles nós contaram a sua historia de amor recente e apareceu até um amigo deles defendendo C e dessa forma ele virou o padrinho do casamento. E tivemos então uma duvida "será que as mães deles, as duas internadas, aceitavam esse namoro? E o que iria acontecer? Como elas reagiriam?" e desse jeito meio Globo Repórter fomos encontrar a mãe de L. e ela disse que aprovava demais C., que ele era um homem decente, que já ia concertar o banheiro do quarto dela que tava quebrado, que ele ficou com saudade dela no dia anterior (quando eles só tinham 1 dia de namoro) e só ficou ligando pra ela pra saber dela. APROVADO O RAPAZ!
Então fomos visitar a mãe de C. para saber se ela aprovava L., então fizemos a media com a sogra, falamos que L. era uma mulher trabalhadora que amava sua mãe, seus filhos, que ia colocar C. na linha, e a mãe de C também aprovou! APROVADA A MOÇA! E então eis que surge dona Czinha (do diminutivo) que estava doida para saber se o romance era verdade e queria um pra ela também. E como ela tinha se declarado madrinha do casamento fomos procurar o padrinho para apresentar. E ao chegar no padrinho dona Czinha nos falou que "ele é muito noooovo, eu vou ter que ensinar as coisas a ele" e com um casamento providenciado e um caso de romance que não ia dar certo nós despedimos da nossa atuação.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Anita Pequenita, HUT, 18/12/2015

Subimos o nariz enquanto fazíamos nosso show particular e resolvemos mostrar nosso talento ao mundo. Com Marieta no comando da marcha chegamos ao primeiro quarto e descobrimos um seu Raimundo que conhecia um conhecido de um parente de um Fernando que cresceu no hospital. Descobrimos também que Rai-mundo é uma saudação para o mundo e nos esforçamos para aprender essa saudação em língua de sinais.
Agora o comando mudou e Anita estava de chefe da marcha cega pelo corredor. Avistamos um quarto e na sua porta estava Uilma, que era Wilma só que ela muda o nome conforme o querer dela para V ou U. Então uma senhora,  a senhora Jacobina, descobrimos depois, nos chamou para entrar no quarto. Ela nos contou que tinha uma neta que mora em Jacobina que é" palhacinha" e que ganhava 100,00 por hora de trabalho, ficamos loucaaas para descobrir como conseguíamos esse emprego e ela nos passou o endereço. Ao lado da senhora Jacobina estava a felicidade em pessoa, uma senhorinha que até pra tomar injeção acordava feliz. Foi através dela que descobrimos que o nome de Toquinho era do demônio (ficamos passadas), pobre Toquinho. Percebemos também que o filho dessa senhora estava só de conversa com uma moça do outro lado do quarto. A moça disse que gostava de moça também e que por isso não dava uma chance pro moço, mas mesmo assim ela chamava ele de Coração, ficamos confusas com esses apelidos, e também eles ficavam passando música um pro outro e ficavam de conversinha em segredo. HMMMM
No próximo quarto descobrimos uns Danones e percebemos que estávamos morrendo de fome de danone. Dai fizemos uma votação secreta, chapa 1 - come danone,  chapa 2 - andar mais um pouco. Marieta, Toquinho e Anita votaram, estava 2 votos para a chapa 1 e quando achávamos que a chapa 2 ia dar a virada, o 3 voto foi pra chapa 1, e por unanimidade resolvemos comer danone em casa.
Toquinho e Marieta, só tenho a dizer que vocês são incríveisss!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Anita Pequenita, HUT, 04/12/2015

Aparatamos eu, Toquinho e Marieta, aparatamos do segundo andar, atras de uma chave de um portal que dava diretamente no terceiro andar (subimos as escadas de olhos fechados, na triste realidade). Magicamente, literalmente, aparecemos no terceiro andar e dai começamos nossa busca implacável (continuará tendo referencias de filmes simmm) ao encontro um obsoleto com calda de chocolate, que deve ser uma delicia!
Não achamos nosso obsoleto mas encontramos dona Lu, que era ryca e poderoza e nós convidou para sua casa na praia com ar condicionado dentro dela todinha. Lu também nós relembrou do Jack e da Rose do Titanic e nós decidimos que morreríamos era de felicidade ao cairmos num oceano congelado com o calor que tá tendo aqui.
Encontramos um quarto também que tinha um senhor muito desconfiado que dizia que iria responder a nossa simples pergunta se dependesse de um monte de coisa, a nossa pergunta era só onde arrumávamos ventiladores. No mesmo quarto encontramos o senhor Tasi, Tasi achando, que se achava maravilhoso e ainda por cima era professor de matemática e além do nos ensinar a tabuada também nós explicou que 7x3 era a mesma coisa de 3x7 (nunca tinha olhado por esse ângulo). No mesmo quarto ainda (tinha muita gente no quarto), descobrimos que uma irmã que fazia muay thai tinha dado uma surra tão grande no irmão que ele foi parar no hospital, e ela aproveitou e nós ensinou alguns golpes.
Achamos o quarto da fofoca do andar, que era cheio de mulheres que para nós enrolar resolveram rezar e fizemos um grande circulo de mãos dadas e rezamos com todas elas, até as que estavam deitadas e não podiam levantar. Além do quarto ser da fofoca era o quarto do amor também (que meigo) porque aquelas mulheres estavam todas apaixonadas por seus amores.
Morremos de sede e ninguém nos deu sequer um copo porque a crise está grande dai encontramos uns Testrálios, aqueles cavalos voadores do Harry Potter que é invisível para quem nunca teve um encontro com a morte, e saímos voando para o segundo andar, onde tudo começou.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Anita Pequenita, HUT, 21/11/2015

Calor, suor, muuuuito suor. Não sei de onde eu, Marieta e João Negresco conseguimos arrumar coragem para viver nesse calor e atuarmos.
E como solução dos nossos problemas calorescos ficamos sabendo de um tal rei do gelo, que vivia em uma Nárnia de um universo paralelo. Esse rei do gelo era um menino, E., muito corajoso, diga-se de passagem, já que tomava todas as injeções e ainda tinha pique para sair correndo 5 minutos depois. Descobrimos que ele era o rei do gelo mesmo, mas não o que nós esperávamos, porque ele não estava dando um real de ousadia para nós. Mas depois de um tempo ele começou a dar uns dois reais de ousadia e começou a tocar um violão de estilingue super perigoso, porque a todo momento, a qualquer instante ele podia se soltar e bater em nossos dedos.
Descobrimos também que E. é um ótimo jogador. Ele tinha até uma bola escondida, uma bola feita de luva de procedimento (o que foi uma surpresa para João, haha) e logo E. nos convidou/convocou/obrigou para uma partida. E não é que no calor escaldante os sedentarios, João, Marieta e Anita jogaram bola com E. no meio do corredor do hospital?
E não é que foi maravilhoso? E não é que dessa vez não teve reclamação? Haha
E. conquistou nossos dias com aquela partida emocionante, na qual ele subornou o juiz, o pai dele, para ganhar o jogo.


Anita Pequenita, HUT, 20/11/2015

Marieta Estampada, rainha dos instrumentos musicais, e Anita começaram a noite atras de fãs. Encontramos então um quarto musical, onde tocavam musicas e ainda tinha uma senhora apaixonada doida para ouvir musicas românticas (é muita musica junta né?).
Encontramos também Geralda, apenas Geralda, e seu amigo estudioso que não largava o livro pra nada. Nós que estávamos atras de fãs, acabamos virando fãs de Geralda, que é autora de diversos livros sobre "Viver a Vida Sorrindo pelo Mundo", ela também completou nossa felicidade nos dando BALINHAS (que emoção gente!) e abraços, que abraços esses, que chegaram a ser melhores que as balas.
E entre tantas enfermeiras divas que arrasam com seus sapatos, tocas e roupas (parafraseando o compositor pós-moderno "elas não andam, elas desfilam, são top"), encontramos, um não desconhecido, um tal de Dudu que apareceu no programa da Eliana para conquistar o coração das mulheres.
Também fomos questionadas sobre nossas vidas e o que fazemos dela, e que bom que, o que quer que façamos da vida nos proporcionam encontros como esses.

domingo, 8 de novembro de 2015

Anita Pequenita, HUT, 07/11/2015




O final de um ciclo.
Atuei novamente a tarde, e essa foi a ultima atuação de Anita, Raimundo, Zefinha e Rosinha juntos.
E devo dizer, foi in-crí-vel!
Que falta fizeram esses companheiros durante todos esses meses sem atuar. E para começar bem (ou mal) como Rosinha teve alguns problemas técnicos, resolvemos nos juntar a ela e pintamos nossos narizes de vermelhos e atuamos, os quatro, sem nariz, Admito que fiquei meio apreensiva com isso no inicio, mas no decorrer da atuação percebi que foi como se estivesse com o nariz o tempo todo.
Para começar, "subimos o nariz" junto com João Negresco e Josefa Sukiyaki enquanto fazíamos aula de zumba.
Ao entrar no setor encontramos uma administradora que nos direcionou ao quarto de seu Inocêncio. Inocêncio tinha acabado de fazer uma cirurgia mas isso não o impediu de nós ensinar como reconhecer um cachaceiro e malandro (Raimundo foi o alvo, como sempre). Ainda fomos ao quarto de seu Regi, que estava com uma sorte muito ruim já que errou todas as chances no jogo do bicho, e Leonardo. No mesmo quarta estava seu Antônio, que no inicio não nos deu muita bola e estava com dificuldades para falar mas isso não o impediu de depois entrar no nosso jogo e dai descobrimos que... ELE ERA UM ESPECIALISTA EM JOGO DO BICHO! Essa foi a salvação de seu Regi, porque ele começou a ensina-lo como jogar, já que seu Regi não sabia de nada.
Encontramos também um chefe que trabalha que deve ser o chefe, já que só andava chique de gravata italiana e cantava beat box, ele nos ensinou ainda a como dar um nó na gravata, porque ele disse que é importante uma mulher saber disso porque é romântico, sabe-se lá o por quê, e deu um nó na laço/gravata de Rosinha.
Apareceu também um senhor que queria saber onde ficava a Copa e Raimundo logo se animou dizendo que sabia onde era a Copa do Mundo, e como ótimos orientadores que somos, os quatro clowns viraram GPS e acompanhamos esse senhor até o térreo. Descemos a escada com ele e então encontramos a copa e fomos barrados na porta! Porque trancaram a porta assim que nós viram, que absurdo gente! Mas como bons brasileiros que não desistem nunca encontramos quem que nos quisessem, e achamos isso na lavanderia e na costuraria, onde duas senhoras saíram até descalças só para nós ver (nós sentimos nesse momento).
Descobrimos depois disso que estávamos sendo filmados na lanchonete e tentamos dá o melhor de nós para aparecermos na TV. Mas a câmera estava de marcação com a gente, porque assim que íamos para um lado, ela virava para o outro e ficamos nessa até encontramos uma tela que mostrava como lavar as mãos corretamente, ainda no térreo.
Foi dai que encontramos um casal que não era muito bem da cabeça, e ao tentarmos fugir deles e subir as escadas correndo  e até nós escondermos no nosso andar de origem, descobrimos que eles tinham nos perseguido e nós encurralaram e dai gritaram "ACHEI" e começaram a rir fazendo um barulho gigantesco e nós que estávamos assustados ficamos congelados de tão sem reação.
E algo triste aconteceu, levamos uma baita bronca de uma enfermeira que falou categoricamente "NÃO GOSTEI" e ficamos lá com cara de tacho durante a bronca. Senhora enfermeira, nós também não gostamos :(
Mas, gostei de todo o resto, gostei de toda a tarde/noite de atuação que marcou, maravilhosamente, o fim de um ciclo da forma mais espetacular possível.
Rosinha e Zefinha, vamos morrer de saudades da companhia de vocês. Eu e Raimundo não temos como descrever o quanto vocês duas foram importantes para nossa formação e foi lindo, completamente lindo, ter vocês duas como nossas monitoras. Obrigada por todos os ensinamentos, eles nós fizeram crescer em todos os sentidos. E espero, ansiosamente, que essa não tenha sido nossa ultima atuação juntos!

A gripe estava forte

Anita Pequenita, HUT, 07/11/2015

Carmelita das Buchada, Toquinho de Geres e Anita começaram a manhã procurando um professor que ensinava a ouvir (algo necessário nesse mundo globalizado onde as pessoas não se escutam) na praia. E por incrível que pareça encontramos um Carlos Desde Pequeno que parecia ser o nosso professor tão procurado. Ele nos ajudou a desvendar o calor do sol quente do sol que é muito aquecido e até foi nosso interprete para Meu Irmão Desde Pequeno (irmão de Carlos Desde Pequeno) que só falava estrangeires.
Também encontramos um cara, e esse cara era o Cara, porque esse cara era ele que era amigo do Roberto Carlos (vocês agora devem ter descoberto pra quem o Roberto escreveu "Esse Cara Sou Eu"). No quarto do Cara encontramos diversas famosas atrizes, que mandaram nós tomarmos um rumo na vida, foi triste!
Entre diversas pessoas que atuamos, encontramos uma mãe adotiva para Carmelita, que ia nos ensinar o caminho direito que é rígido e ia cuidar dos nosso animais e nos ensinar a ser "vegetarios". Através dela conhecemos a Vó (que era cunhada da mãe, não sua vó, tá confuso eu sei) e Vó, como ficou sendo chamada por nós, é um ser humano completamente lindo. Mesmo debilitada, a sua beleza (totalmente natural, segundo a mãe de Carmelita) não podia ser ofuscada por nada. e com calor pudemos fazer um revezamento de cafuné nela e massagem em seu braço. E foi lindo ouvi-la falando, mesmo tão baixinho, que o cafuné estava bom.
Toquinho e Carmelita, muito obrigada por me acompanharem e terem feito o meu dia o melhor possível.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Anita Pequenita, HUT, 08/07/2015

Clarita Funil, João Negresco e Salete Bronzeada me acompanharam na incrível jornada de atuar hoje. Clarita que conhecia tudo da área, porque foi atuar ontem, nos contou todos os esquemas e fofocas da região. Assim fomos no quarto da rainha da fofoca, a senhora Verdadeira, que a cada 5 minutos mudava de nome, e a senhora M. S. MACEEEEEEEEDO, com sua filha a também M. S. MACEEEEDO, além de dona M. (que deu um super fora em Anita) e sua filha. E para descobrir o nome da senhora Verdadeira resolvemos fazer um programa/enquete/entrevista televisivo, que por sinal foi patrocinado por varias emissoras televisivas. Nesse programa também questionamos qual seria o segredo de dona M. S. Macedo Mãe, que com seus 91 anos além de estar super em forma tinha o cabelo mais chique da região. Houve também uma plateia, que não estava nem um pouco animada diga-se de passagem, durante a gravação do nosso programa ao vivo e então uma sessão de fotos com os astros Clarita, João, Saleta e Anita.
Depois, encontramos um grupo de fofoca formado por um doutor Dilho (crocoDILHO de sua blusa) que devia ser trocado, porque estavam fazendo "trocadilho" e sua mãe. Também encontramos uma segurança camuflada que estava de vigia e procuramos, desesperadamente, comida. Até tentei arrombar a porta da copa, mas não funcionou. 
E foi assim, de astros da televisão brasileira passamos a pedintes desesperados por comida.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Anita Pequenita, HUT, 24/06/2015

É dia de São João, gente! E clown que é clown se veste a caráter todos os dias e hoje não poderia ser diferente. Marieta da Estampa atuou conosco hoje, e ela e Anita ganharam pintinhas nas bochechas e trancinhas "especiais", enquanto Raiumundo estava alar Hulk e com um dente preto de matuto.
Dá para perceber que estávamos animados hoje, haha. E depois de subirmos o nariz com uma trilha sonora no clima junino descobrimos o senhor Luz, que estava do lado da janela junto com varias pessoas e estava clareando tudo! Entramos no quarto de V. uma jovem que estava muito ansiosa para sair hoje, mas não pode, e mesmo em meio a lagrimas conseguimos faze-la sorrir com o desfile do modelo Raimundo Lambido. 
Fomos a vários quartos, infelizmente não vou conseguir lembrar todos, e isso foi fantástico foi ótimo ver como as pessoas estavam dispostas a nos receber. Entre eles, visitamos o quarto de uma senhora comandante (tem muito comandante nesse HUT!) e neles conhecemos dona B., que mandou que colocassem o nome de um rio em homenagem a ela. Ela estava super aberta a nossa presença e jogou bastante, mesmo quando nos expulsou, da forma mais carinhosa possivel (mandando que fossemos procurar comida, que tinha no outro quarto) e nos chamou de volta. No mesmo quarto tinha um senhor que morava em cima de um pé de Carnaúba.
Também foi ótimo rever a L., com quem atuamos na semana passada, e ela ter nos proporcionado a chance de tirar uma foto com ela, que é tão famosa que até vai para Recife dar o ar da sua graça lá. Revemos também o seu D, do leite, que continua me devendo um litro de leite, e descobrimos que ele é um ótimo cantor de brega. O senhor esquiador de Dormentes, da semana passada, também estava lá e fizemos um breve resumo de seu acidente esquiando na "neve" de Dormentes para Marieta.
No ultimo quarto que atuamos, encontramos dona S., suas filhas e sua neta, R., além de dona M. que tinha feito uma cirurgia e não podia falar, e mesmo assim continuava esbanjando seu poder, de dona das lojas Mariza pelo Brasil a fora, e nós deu descontos. Enquanto descobrimos que R., neta de dona S., estava apaixonada, entrou C., uma das mulheres encarregadas da faxina, no quarto, com um rodo do tamanho de Anita, que prontamente correu para "furta-lo", mas todo o esquema acabou quando C. descobriu o esconderijo do rodo (nas minhas costas, obvio).
Foi fantástico poder atuar no dia de São João, ainda mais com Raimundo e Marieta que mostraram toda a energia que o mundo parecia não ter. E no fim o Traumas se transformou, pelo menos para mim, o melhor lugar para se estar hoje.