segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Tatá la Bokita - HUT- 17/08/2016

Sobre uma atuação linda, cheio de encontros, olhares, abraços e muito amor..
 Lá fomos nós... eu e minhas companheiras, ah e claro nossa paparazzi de longe nos observando.
Foi uma tarde maravilhosa, encontramos pessoas incríveis com o pequeno Pedro que logo de início, logo quando a gente já estava pronta para entrar no quarto dele, de longe ele disse: cai fora.( e ainda mostrava a mão fazendo tipo um "stop"). É claro que obedecemos, mas ficamos conversando com ele de longe, e sem ele perceber já estávamos ao seu lado, conversando e brincando. Mas quando tentávamos chegar mais parto, mais uma vez Pedro falava: cai fora. kkkkkk.
Eu ri muito, pois seu jeitinho me cativou, apesar do "cai fora".
Encontramos também dona Maria, a senhorinha que tinha quebrado o fêmur e aguardava a cirurgia. Nos recebeu super bem, conversamos e inclusive elas nos chamou para sua festa quando chegasse em casa.
Quando acabou a atuação, me veio esse treco do pequeno príncipe:

- Ah! Que engraçado! Os dias aqui duram um minuto!
- Não é nada engraçado, disse o acendedor. Já faz um mês que estamos conversando.
- Um mês?
- Sim. Trinta minutos. Trinta dias. Boa noite.


O tempo voa quando estou atuando, eu não queria sair de lá. A UPI me proporciona tanta coisa bonita que um simples diário não é capaz de expressar o que é vivido naqueles corredores e nos quartos. (eu juro que tento, mas não sou boa com as palavras);

Boa noiteeeeeeeeeeeeee!!!!!!

Branca de Leg - HUT - 19/08/2016

Querido diário de bordo,
  Hoje eu e minha melhor companheira do mundo, Cora Coruja, atuamos sozinhas pela primeira vez :) s2 E foi muito legal, foi como a sensação das primeiras atuações, muita, muita, mais muita energia compartilhada por nós e por aquelas pessoas especiais, fomos suuuuper bem recebidas por todos!!!

  Atravessamos impérios essa noite, siiim, conhecemos dois Imperadores de reinos diferentes, Seu Jonas o Gaiato e outro imperador com sua filha, e uma linda Rainha de Petrolina. Diante de tantas pessoas importantes adivinhe quem mais recheou nossa noite, Joana D'Arc que estava com a missão de acompanhar sua amiga e incrível parceira, até Hércules ficou na duvida se aparecia por lá ou não.

  Tivemos uma noite bem agitada, de muitos paparazzi e por meio de tantos sorrisos e risadas reencontramos Sábado e Domingas, e conhecemos Segunda; pessoas super queridas e especiais que guardo no fundinho do coração.

  Quantas pessoas arrumadas essa noite, com certeza teve festa depois que saímos, as pessoas de vestidos, arrumadas, e encontramos Dora, com sua linda toalha roxa, depois ela se escondeu e nem percebemos que Dora era Dora até Cora ver a toalha roxa novamente; foi muito engraçado acharmos Dora.

  E não poderia esquecer de contar, conhecemos um bruxo e uma maga com a cadeira do Harry Poter, eles colocaram todos do quarto para dormir e sumiram com um paciente e três acompanhantes, cuidado viu, eles dão um jeitinho em todos que incomodam eles. Sorte nossa que a varinha estava carregando a bateria.

Núcleo do dia: Adorei!!!


Anita Pequenita, HUT, 19/08/2016

Começamos a atuação descobrindo que Toquinho era uma assassina de cachorros, uma assassina acidental, mas mesmo assim uma assassina. Mas a prof L. deu uma lição de moral em mim e em Elijeans, falando que foi um acidente e que não deveríamos jugar a pobre da Toquinho (a prof tinha muito amor no coração). E com uma professora legal dessa quisemos saber logo onde podia nos matricular no seu curso super concorrido. Ela nos levou para o seu quarto e conhecemos sua mãe, uma moça que não queria saber de estudar e a mãe dela.  Essa moça nós desestimulou a ir para a 6ª série, porque estávamos pensando em repetir a 5ª série já que a 6ª parece ser muito difícil. Mas a nossa prof L. nos incentivou, mesmo dizendo que só iria fazer duas provas, e resolvemos sair dessa vida de sofrimento da quinta série.
Logo após conhecemos um Raimundo que não era Raimundo, mas sim seu J. Ele ficou super atento a tudo que nos fizemos, até disse que o nariz de Toquinho era mais bonito, que eu era muito branca e que Elijeans era a menor de todas, ele até falou do nosso batom azul de transgressoras. Seu J. foi extremamente gentil e atencioso conosco em tudo (e só bastou isso para ele nos conquistar).
Conhecemos também A., a palhaça, que é da mesma cidade de seu J. Assim que descobrimos que ela era uma palhaça pedimos para ela nos contasse uma piada e ela já foi dizendo “eu vou contar, mas eu só sei piada pesada” então ela contou a piada “um elefante caindo na lama”. E essa foi a melhor piada da noite (ou não, quem sabe né). Além disso, no quarto de A. conhecemos dona M., que quando chegamos estava toda produzida, passando até maquiagem, tudo isso para ir fumar. Tentamos dar uma bronca nela por causa disso, mas ela fez foi é correr.
Mesmo assim continuamos no quarto com A. e a amiga dela, e Toquinho resolveu fazer uma aula de yoga para todas para que pudéssemos alongar. Mas ai apareceu umas mulheres de branco fazendo umas provas, parecida com o ENEM, e saímos para elas fazerem a prova sem zuada.

Retornamos ao quarto de R. e a encontramos um pouco mal e sua mãe demonstrando estar abalada e um pouco triste. Dessa vez não teve parabéns e R. passou o tempo todo dormindo, confesso que foi difícil para nós a vermos desse jeito. Conhecemos também uma senhora que estava muito ocupada costurando seu lençol com os dedos, sem precisar nem de linha ou agulha, e não queria muita conversa conosco, mas esse mínimo encontro com ela já foi o suficiente para nos encantarmos com ela.

Nossa foto de transgressoras

Gepeto Melancia, Hospital Dom Malan, 18/08/2016

Olá diário,
Dessa vez eu e minha melhor companheira do mundo tivemos uma nova integrante, Milena Mundo a Fora, volte sempre sua linda. Com certeza foi uma das atuações mais especiais, quanta criança linda ao nosso redor, sim, era um mar de crianças, cada uma com um brilho no olhar mais bonito que o outro. Um misto de histórias tocantes de pai que vai comprar tudo que se vende no mundo, crianças tímidas não parando de falar, pokémons, pessoas se tornando ricas por um momento, dançarinas de corredor, aniversariantes que não dividiam o bolo, um cantor e talvez futuro padre que não nos largava, famílias inteiras que faziam festas com nossa chegada. A cada quarto uma nova surpresa, novas crianças, sempre surgindo mais, além das anteriores que nos seguiam. Quando não se tinha mais nada a dizer, elas nos surpreendiam e roubavam toda a cena.  A brinquedoteca ficou pequena para tanta disposição daquelas pessoinhas maravilhosas. Quantos sorrisos contagiantes ao nos ver e gritar “palhaço, palhaço, entra, vem cá”. Pensávamos que iriamos surpreende-los, mas sempre surgia um novo talento, como não se emocionar ao ver um sorriso de uma criança internada ao nos ver, e à acompanhante dizer que foi o primeiro sorriso que ele deu desde que chegou. 
Como é gratificante mudar toda a energia daquele local, como sorrisos são lindos e contagiantes, definitivamente esse dia foi incrível. Vou guardar cada nome, cada rosto, cada história e principalmente cada sorriso com o Gepeto. Usarei para ter cada vez mais força para continuar a ter novas lembranças, além de fazer novas lembranças nas pessoas.

Finalizo com essa frase “SORRIA! Sorrir abre caminhos, desarma os mal-humorados, contamina. Mas sorria com a alma, não apenas com os lábios”.


Sobrevivemos a mais uma atuação, até a próxima. (:

Elijeans Kibon, HUT, 19/08/2016

Querido diário,
Nessa atuação, nós nos rebelamos contra o sistema e fizemos uma mudança em nossa maquiagem, isso mesmo, fomos todas de batom azul.

REBELDIA HAHA (parece roxo, mas é azul rs)


Descobrimos que a polícia dos animais estava procurando a Toquinho. Por que? Porque ela atropelou um cachorro, e infelizmente, ele não sobreviveu. Fomos conversar com a moça L. para que elas nos aconselhasse sobre o que fazer com a Toquinho. Ela disse para não nos preocuparmos tanto, porque se foi sem querer, ela não merecia ser culpada. Eu e Anita não concordamos muito no começo. Depois de muita explicação, descobrimos que L. era professora. Pedimos logo para nos inscrever na aula dela, porque como conversamos com a colega de quarto dela, nós estamos na quinta série, mas estamos pensando na possibilidade de passar para a sexta.
            Infelizmente, pegamos uma professora muito rígida, ela faz só uma prova e a segunda é só se precisarmos recuperar nota. Conversamos com a L. sobre o seu método de avaliação, e sua colega quase nos convenceu a desistir das aulas. Mas nós decidimos arriscar, afinal queremos ir para a sexta série e saber mais.
            A L. no começou pareceu um pouco resistente em jogar com a gente, mas depois ela desenvolveu o jogo bem mais do que eu esperava. Foi muito bom. Ambas cuidavam de suas mães, duas senhorinhas muito agradáveis e sorridentes, apesar de não falarem muito, estavam o tempo toda atentas. Como estava na hora da janta, nos despedimos enquanto ela desciam para comer num restaurante super chic.
            Nesta atuação ainda conhecemos o Senhor J., que insistiu em falar que meu nariz e da Anita eram feios e ele não gostou. E que eu era mais baixinha que a Anita não é verdade, lógico. Apesar de ser um senhorzinho que estava quietinho no começo, logo entendemos que era porque ele é muito observador. Ele notou tudo o que fizemos e comentou tudo, até questionou o por que dos nossos batons serem iguais. Se tinha que ser assim ou não. Senhor J. foi um jogo muito gratificante, sua gentileza realmente transbordava na maneira como falava com a gente, mesmo quando era para falar de algo que não gostou.
            Do quarto de Senhor J., passamos para o quarto de sua conterrânea, a A. Ela é uma palhaça, foi nossa primeira vez conhecendo uma palhaça. Conversamos muito nesse quarto, e tentamos convencer dona M. a não fumar. Logo que entramos no quarto, a M. estava lá se maquiando e se arrumando, achamos que era para encontrar o boy, mas não, era para ir fumar. Mesmo falando que não ia fazer bem para a saúde dela, ela saiu correndo e nos deixou lá com A. e sua amiga.
            Toquinho começou a dar uma aula de yoga, mas logo tivemos que sair, porque umas moças vestidas de branco estavam fazendo uma prova de quarto em quarto. Achamos que devia ser algo tipo ENEM. No nosso último quarto, conhecemos uma senhora que com seu lençol imitava copiosamente a ação das costureiras. Pedimos que costurasse algo para nós, mas ela disse que não podia porque morava muito longe. Então, saímos de fininho para não atrapalhar ela e seu trabalho.
            O último quarto era também o da R., da última atuação. Foi difícil vê-la essa semana, ela parecia estar com mais dor e sua mãe estava muito abatida. Confesso que foi um momento que eu não soube como agir, mas minhas melhores companheira do mundo preencheram os meus momentos de silencia. Apesar de pouco, espero que nosso conversa tenha aliviado um pouco a preocupação da mãe da R.

Até logo!
Beijo e sorvetes,


Elijeans Kibon :)

domingo, 21 de agosto de 2016

Ritinha da Farinha - HU - 18/08/2016

Boa noite querido diário!

A atuação dessa semana foi mais uma vez sem o meu querido monitor Pedrinho Palito, mas como sempre acompanhada do melhor companheiro do mundo, McTopete. Uma amiga muuuito querida também nos fez companhia!! A Cora Coruja *-* Ela é encantadora pessoal! Uma energia lá em cima, que nos fez ousar e arriscar sem deixar cair o ritmo nem um minuto. Menina arretada, de opinião, diz "vamos entrar" e já ta lá dentro kkk Obrigada por abrilhantar nossa tarde, querida Cora. 
Os quartos e corredor nessa quinta-feira à tarde estavam quietos, muitos dormiam.. Mas ao ver aquelas pessoas coloridas, de nariz vermelho e sorriso no rosto, davam espaço para uma conversa leve, livre de preocupações ou impossibilidades.
Em um quarto descobrimos que Luciano Hulk e Angélica estavam escondidos, bem ao lado, nos olhos de um senhor de sorriso muito aberto, era possível ver as horas nos seus olhos azuis. Encontramos o clone de McTopete, marcamos várias viagens e lanches nas casas dos nossos novos amigos. O ritmo seguiu assim... ainda estou assim.. É cada vez mais difícil baixar o nariz!

Até a próxima, beijos!!

Ritinha da Farinha ;)