terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Marieta da Estampa - HUT - 18/12/2015

Hoje, última atuação do ano... A atuação começou legal e diferente desde a subida de energia. Não estávamos com celulares, logo começamos a cantar músicas e fazer um beat-box meio desajeitado que logo funcionou. Marieta, Anita e Toquinho estavam ali. Saímos como um pelotão, marchando -por motivos que são melhores se mantidos em segredo kkkk-. Toquinho e Anita seguiam os passos de Marieta que guiava o trio de melhores companheiros pelos corredores. Conversa vai, conversa vem, entramos em um quarto. Fomos conversando aos poucos nos entrosamos com todos.
Segue um diálogo ~baseado na minha fraca memória~
 "A minha sobrinha trabalha como palhaça, ela ganha 100 reais pela hora!" 
"Ah, mas por 100 reais a hora eu quero ser palhaça também!" 
"Ué, e você já não é palhaça?" 
"Palhaça? eu?" 
"Qual o nome de vocês?" 
"O meu é Marieta da Estampa, essa é Anita Pequenita e essa é Toquinho de Géris."
A senhora na outra cama entrou na conversa e falou:
"Toquinho? Valei-me!"
"Oxente, o que é que tem meu nome?"
E assim começou a batalha da senhorinha dizendo que o nome de Géris era o nome do "diabo" Hahahah "pode olhar na Bíblia, minha fia" e Géris dizendo que não, porque aquele era o nome dela mesmo. Conhecemos também um casal (que eles não leiam isso kkk) "a gente não é casal não, a gente é amigo. Ela nem de homem gosta." Esse tal casal e essas senhoras serão meu núcleo do dia. Obrigada pelas risadas e pela "porta aberta". 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Tatá la Bokita -HUT- 01/12/2015




O que falar desse diário que esqueci de postar? hahaha!
Desculpa, gente. As semanas que passaram foram bem corridas, fiquei sem atuar e acabei esquecendo de postar algo sobre a última atuação. É ruim escrever depois de tanto. Juro que não deixarei mais isso acontecer. Porém, não esqueço da Amélia, uma senhora que tinha levado um queda no banheiro, estava sem poder se mexer, sem fazer estripulias, mas nos recebeu de uma forma tão carinhosa. Me abraçou, me beijou, pegou na minha mão e agradeceu de todos as formas, sendo que eu que fico agradecida por eles me proporcionarem em tão pouco tempo um leque de aprendizados, uma nova forma de enxergar a vida e por, principalmente, me fazer agradecer por tudo que tenho, que sou e que conquistei.
Resumo da atuação:
"Ai, meu Deus, que saudade da Amélia
Aquilo sim é que era mulher."   

E ela repetiu isso várias vezes. E eu aprendi, né?


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Pedrinho Palito - Maternidade de Juazeiro - 14.12.2015

Hoje começarei meu diário com uma ilustre frase (que acho até que todos conhecem).

"O nariz do palhaço é a menor máscara do mundo, a que menos esconde e a que mais revela." Luís Otávio Burnie

Pois bem, e essa frase ai de dizer muito sobre essa atuação.
Chegamos eu e Jess no hospital como um belo dia qualquer, subimos a escada pra irmos trocar de roupa, bla bla, conversa vai conversa vem, antes do auditório tem umas 4 mulheres sentadas lá perto da janela e 1 baby, normal, super natural..... 
Sai do auditório Pedrinho Palito e Suzana Caçarola e vão conversar com essas garotas, e de boa a conversa bla bla, e uma delas grudada no celular, inquieta, quem são elas? quem são elas/?

Enzo arrudiado de mulheres. Parte II

Então eram elas, a mãe, a tia, a avó e a madrinha, elas são bem unidas né? e a conversa se tornou a ser: quem é Pedrinho Palito? "aonde ele vive?", "onde ele mora?", "ele ja foi dançar lá", "é do SESC", "vou achar o Facebook dele aqui"; OMG que tantos questionamentos...
Nessas horas da vontade de descer a máscara e sair correndo, não sou eu, quem ? BRINCADEIRA. mas ao final do dia fiquei com essa frase na cabeça e vi como ela faz bastante sentido na vida.

PS.: ao final da atuação elas ainda estavam lá, Waguinho e Jess foram lá conversar com elas, responder algumas perguntas do projeto, da vida de fora de Pedrinho, e foi bom reencontra-las e saber como tocamos na vida de cada um.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Suzana Caçarola, Maternidade, 14/12/15

Hoje atuamos só eu e Pedrinho. Encontramos Enzo e sua família novamente e foi meio estranho em algumas partes, mas foi legal ser reconhecida e meio que já ter uma história com aquele pessoal. Decidimos ir pra ala infantil, já que os corredores, tão conhecidos por nós, estavam um pouco vazios. Me surpreendi, pois sempre travei um pouco quando íamos pra lá, mas dessa vez seguimos uma linha diferente e conseguimos, mesmo que indiretamente chegar às crianças, surgindo alguns jogos legais e ainda ganhei um abraço de uma menininha linda no final. Enfim, hoje foi um pouco mais curta nossa atuação, mas foi legal, espero ter mais surpresas boas.
Até a próxima aventura!

Lilica Amendoim- Maternidade de Juazeiro- 10/12/15

Na primeira atuação pós aprofundamento... *-*
A ansiedade pra ver se tudo que foi tocado e renascido nesse caminho não ia se perder e se mostraria nessa nova atuação. Sobe energia, passa pelo portal e...
Pés no chão, enraizamento teve uma conotação de pisar em solo seguro, de se sentir em casa, foi uma atuação em que percebi o quanto a Maternidade se fez um lar, uma acolhida na construção do meu caminho... Sempre me questionei: será que as pessoas tem que me reconhecer ou tenho que proteger minha identidade secreta? (risos) E elas reconhecem, te cumprimentam, como Lilica, como Isabela, por que no final é uma coisa só, já reconhecem porque é familiar... UPI é cativar no encontro do inesperado, sem hora marcada, mas é também os laços que se constroem em cada novo reencontro, pegar um bebê no colo e imaginar daqui a alguns anos quem será essa criança e torcer pra que ela nunca esqueça da criança dela, assim como eu busco não esquecer da criança minha que trago aqui comigo, da ponta do nariz ao coração...

domingo, 13 de dezembro de 2015

Suzana Caçarola, Maternidade, 07/12/15


Foi um dia de reencontros para mim, com Socorro e dona Almira (aquela dos pães), foi uma festa só, Socorro até disse que tava com saudade de mim e fora os gritinhos de alegria meus e de dona Almira. Foi um dia de conhecer gente nova também, meus companheiros me apresentaram a linda Bela (hehehehe), pense numa pessoa iluminada e cheia de alegria pra dar. Além disso conhecemos Enzo (esse lindinho da foto) e as gerações de mulheres da sua família, inclusive a tia que manjava dos partos. Teve também a mulher que escutava tudo com o copo mágico dela e a outra que teve que induzir o parto, mas que foi super simpática com a gente, assim como sua irmã. E teve muitas fotos. Enfim, por mais que tenha sido um dia difícil para mim, valeu a pena, foi lindo! 
É isso, até a próxima aventura!!
Xero