segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Josefa Sukiyaki - Atuação Maternidade de Juazeiro - 23/05/2015

Hoje fui para o hospital só como Suzuki (Jéssica ou Jessy, para alguns). Hoje deixei ser envolvida por aquelas lindas melhores companheiras do mundo – Suzana Caçarola e Lilica Amendoim – formadas da quinta turma. E como são lindas. Um daqueles muitos momentos que senti uma forte alegria e orgulho de estar no projeto há dois anos, e o sentimento de que o projeto vai continuar por muito tempo ainda. As meninas foram muito lindas. Cada conversa e encontro com os outros cativaram muita gente. Desde conversas inocentes até conversas mais maduras. Tudo com uma pitadinha de humor e curiosidade.
Em hospital foi minha primeira vez como observadora. E pude confirmar que a gente aprende muito ao observar. Cada gesto, cada ação que é feita com o paciente gera uma mudança no olhar não só dos envolvidos diretamente, mas também nas pessoas ao redor. Pode chegar a um sorriso ou até gargalhadas. E a gente nota, novamente, que muito mais que um sorriso, muitas pessoas tem a necessidade de ter um encontro. Elas querem um gesto mais humano para com elas. E nossas companheiras conseguiram fazer isso. E tenho certeza que todos os nossos companheiros do projeto estão contribuindo para uma geração mais humanizada.

Muito obrigada, Lilica e Suzana, pela oportunidade de vê-las atuando. Muito obrigada, UPI, pelo lindo trabalho que estão fazendo e pelo exemplo que estão dando aos outros profissionais.

Josefa Sukiyaki - Atuação Maternidade de Juazeiro - 16/05/2015

Hoje fomos só eu e a Suzana Caçarola. Puxa, vida. O que foi isso? Uma mistura de medo, ansiedade, branco, cinza, risos, tensão, gargalhadas, esquisitices e uma pitada de WTF?!
Foi tudo tão mágico. Pessoas pedindo para que fiquemos mais; pedindo para que fôssemos mais vezes lá; rindo da nossa presença, sem nem estarmos falando com elas; querendo pegar a nossa mão; tirando foto só para guardar de lembrança.

Não tem uma definição única para o que aconteceu hoje. Mas espero que aconteça novamente. Sabe aquela frase “fazer da queda um passo de dança”? É REALMENTE uma linda frase.

Josefa Sukiyaki - Atuação Maternidade de Juazeiro - 02/05/2015

Hoje atuei com a Creusa Carnaval e com a Lilica Amendoim. De cara ficamos sabendo de um mega desfile que ia acontecer e precisávamos urgentemente saber o que devíamos fazer para desfilarmos também. No meio dessa nossa busca, nos deparamos com nosso afilhadinho, Gustavo Emanuel – Siiiiiimmmm!!! Batizamos ele de verdadeeeeee!!!
Em meios a trancos e descidas de rampas radicais, encontramos um geógrafa que sabia de tudo sobre o mundo e todos, e que era mundialmente geográfica, assim como nós. Só ela sabe o que ela sabe, viu. Disse cada coisa que espanta qualquer um (e é segredo, então não vou falar. ^^)
A energia estava tão alta que até tentamos jogar um menino para o alto. Ele parecia querer, mas na hora H, amarelou e começou a chorar, ameaçando bater na gente. Mas meio minuto depois, já estava rindo da nossa situação de novo. Hihi. Vai entender..
Ainda na nossa busca nos encontramos com crianças mais quietas, outras mais abertas, outras só cansadas. Mas o olhar das crianças, mesmo as mais tímidas, ainda tinha aquele brilho que elas têm.

Encerrado nossa busca por informações sobre o desfile, tivemos que assar uma lasanha para irmos para casa. Veja só a folga da nossa companheira Suzana Caçarola (que quando está de férias atende por Jéssica)! E não deixou a gente sair a menos que colocássemos a lasanha certinho dentro do forno. É muito desaforo viu? :D

Josefa Sukiyaki - Atuação Maternidade de Juazeiro - 26/04/2015

A primeira atuação com a turma nova. Primeira atuação com Suzana Caçarola e Creusa Carnaval. Sentir uma vibe diferente é muito legal. Não saber o que esperar, se jogar no vazio. É ótimo essa sensação.
Hoje o pessoal do hospital não estava muito animado com a gente, mas as poucas pessoas com as quais conseguimos falar compensaram tudo. Afinal, não é todo dia que batizamos um bebê – Gustavo Emanuel. Ver A Creusa aprender a parir querendo não sentir dor foi cômico-trágico. Fazer uma pesquisa sobre nomes e idades dos bonecos e bonecas ali presentes foi uma trabalho árduo, mas conseguimos. O difícil mesmo foi fazer tudo isso fugindo dos paparazzi que assediavam a gente. OMG.

Foi um grande momento que, como sempre, conseguiu fazer com que eu esquecesse todos os meus problemas e extravasasse tudo de um modo muito saudável. Semana que vem tem mais e vamos que vamos – o semestre de atuações está só começando.

Josefa Sukiyaki - Atuação Abraço Grátis 2015 - Feira da Areia Branca

Hoje participei do meu terceiro abraço grátis. Como de costume, acordar cedo em um domingo é uma tarefa bastante difícil, então fui para a casa da Sofia com metade de mim ainda dormindo. Ver todos aqueles clowns lindos, todos cheios de energia antes mesmo de subir a máscara me deu energia para eu acabar de acordar.
O nosso caminho à feira foi uma tarefa bastante árdua. Pedir informações e seguir uma bússola que aponta sei lá para onde foram nossos únicos guias. Mas chegamos lá em segurança (eu acho). Aquele tanto de gente curiosa só faz crescer a ansiedade e a expectativa sobre quem irá nos receber, quem irá entrar no nosso jogo ou deixar que entremos no jogo delas. Algumas mais receptivas que outras, conseguimos fazer uma bagunça bastante organizada.
Fui catequizada novamente, ganhei queijinho, aprendi fazer bijú, andei de trem que vira moto que vira avião que vira carro com escapamento furado, apostei corrida com os melhores campeões mundiais do mundo. Em meio a essas minhas aventuras, consegui muitos abraços. Foi um ótimo negócio: eu dava um abraço e recebia outro. Mas acho que ainda saía no lucro.

Na hora de voltar, acho que vacilei um pouco. Considerando que este é o início do meu terceiro ano no projeto, acredito que perdi um pouco da energia antes de acabar de descer a máscara. E acho que esse tipo de atuação não devia acontecer. Acho que foi devido ao tempo que fiquei sem subir a máscara em uma atuação de fato ou se foi porque já havia gasto toda a energia que tinha na feira. A minha sorte foi que durou pouco esse meu momento down, pois meus companheiros logo me ajudaram a recuperar a energia, fazendo com que esse tenha sido mais um abraço bem realizado e que deixou, novamente, gostinho de quero mais.


Pedrinho Palito - HUT - 01.05.2015


“Tudo pode ser, se quiser será
O sonho sempre vem pra quem sonhar
Tudo pode ser, só basta acreditar
Tudo que tiver que ser, será
Tudo que eu fizer
Eu vou tentar melhor do que já fiz
Esteja o meu destino onde estiver
Eu vou buscar a sorte e ser feliz”


No dia de hoje (feriado o/) já começamos a nos maquiar com essa música subindo a energia de um jeito... Hoje pela primeira vez me maquiei com outro grupo que ia atuar ao mesmo tempo nosso grupo, então imagina ai o eu pode ter acontecido com Carlinha, Larissa, Bibi, Dan Dan, Thaise e eu num quarto só se maquiando, temos um pedacinho do que rolou lá, logo ai abaixo, confira ;D


Ao sair do quarto a procura pela xuxa estava a mil, por todos os lugares que íamos era para saber se ela havia passado ali, que por incrível que pareça tinha até uma enfermeira fazendo cosplay de xuxa lá, creio eu que ela tava tentando nos enganar pra esconder a verdadeira identidade dela.

Enfim encontramos a Xuxa que estava lá bem de boa descansando em sua cama acompanhada pela sua filha e logo ao lado tinha uma de suas paquitas que passou um bom tempo em Garanhus e que vivia indo no São João de lá com seu marido, apesar de hoje eles não dançarem tanto igual a antes agente deu umas dicas de que quando ele saíssem fossem novamente curtir no São João lá e dançar um forrózinho.

A atuação não acaba aqui, por fim uma mulher nos chamou pra ir fazer uma visita ao marido dela, chegando lá na porta tina escrito que ele estava em isolamento e ela querendo que entrássemos e eu morrendo de medo de entrar porque eu estava espirrando a pouco tempo e vai que eu transmitisse algo pra ele, oxe nam. Depois quando fomos baixar o nariz, Dan Dan me explicou que podíamos entrar e tal, e coisas assim sabe, bem, aprendi mais uma coisa que vou levar pra minha vida profissional.