segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Deca Cajuína - HUT - 04/08/2013


Primeiro dia de atuação no setor. Quanto esperei por esse dia! E ainda estreei com nareba nova!
O primeiro dia de atuaçao de Deca comecou perdido, sem saber o que fazer. Na feira foi fácil fazer: o abraço era grátis e quem queria ganhava, mas no hospital nada havia sido estabelecido. Depois de um certo tempo Deca entrou no jogo... Todas aquelas pessoas debilitadas com ferimentos e sofrimentos assustaram um pouco um Deca que só queria sorrisos e encontros. E foi absorvendo o ambiente que Deca percebeu como ele pode trazer algum conforto pra todos ali.
Foi incrível perceber algumas pessoas comprando o jogo com tanta espontaneidade e com tanta criatividade... E enfim o motivo que estavam ali! Pagamos goiabas imaginárias, pedimos cebolas que fazem sorrir e esperamos por uma lasanha que todos queriam. O jogo nasceu de coisas pequenas que se tornaram lindas.

Joaquim Marmiteiro

Fala diário! Digo, eu falo, diário. Quanto tempo! 25 dias. E parece que foi ontem...
Desculpe-me mas eu me esqueci de você no nosso encontro pré-pão de queijo! Mas agora está tudo ok, né?
Falando em pão de queijo... como foi bom! Estavam todos uma delícia, não é pessoal? (Depois eu pago vocês, haha). Não se esquecendo das companhias sublimes naquele dia. E de quitutes deliciosíssimos. Tinha aquele brigadeiro de ovomaltine, o ESCONDIDINHO DE SOJA!, crepes, bolo de cus cus, brigadeiro no copinho com confete em cima. E o pão de queijo mineiro! =D
E sobre a atuação na feira... vai ficar para a próxima. Eu não estava muito bem e tinha ainda minha mãe pedindo que eu não fosse. Vocês sabem: pedidos de mãe são (quase) sempre certeiros. E esse pedido foi sim certeiro, apesar de tudo. O ruim é que agora estou meio perdido. Marmiteiro está sofrendo pois não sabe nem mesmo onde enfiou sua marmita. Que coisa, não?
Por fim, uma surpresa para todos. É só pra matar um pouco a saudade. E aplaudam no final porque é de coração:

Durma medo meu - O teatro mágico
A              E
Todo o chão se abre
A                 E
No escuro, se acostuma
F#m             D     Bm               D                         
Às vezes a coragem é como quando a nova lua
A       E
Somos a discórdia
A   E
E o perdão
F#m        D           Bm          D        E7
E nos esquecemos da cor que tinha o céu, assim
 F#m          C#
Como a saudade
    D             A
Ou uma frase perdida
E         A
Durma, Medo Meu
Durma, Medo Meu

A     E
Hmmm, não
A            E
Às vezes um "não sei"
F#m                        D
Janela, madrugada, luz tardia
Bm            D
E o medo nos acorda
A                  E
Pára e bate o coração
A          E
Em pura disritmia
F#m            D
O medo amedronta o medo
 Bm            D          E7  
Vela, madrugada, dia, assim 
 F#m           C#
Como a saudade
  D             A   
Ou uma frase perdida
E          A
Durma, Medo Meu
E          A
Durma, Medo Meu

Rosinha das Alturas - Dia do Abraço Grátis - 14/07/2013

Lembrar daquele dia, traz muitas lembranças. Tudo tão lindo! Começou com a nossa preparação 6hs a.m do domingo (gente, só a UPI para me fazer acordar cedo no final de semana!). E depois,  quantos abraços! Foi nesse dia que realmente aprendi que não é tão fácil ser aceito, quantos 'nãos' recebemos, quantas piadinhas. Mas também quantos elogios e quantos sorrisos por acordarem cedo e receberem um abraço. Descobri também quão difícil é não cair no infantilóide, quão difícil é ser 'cachorro' e que tenho os melhores companheiros do mundo, que não deixavam a minha energia cair. Quanto a atuação, eu e meus melhores companheiros fizemos uma moto com 10 pessoas, um garoto tirar uma foto dos clowns com uma câmera invisível, a dança da'cordinha'... Dar e receber energia, foi uma experiência incrível. ;DD

domingo, 4 de agosto de 2013

Lupita Toin-oin-oin - Abraço Grátis - 14/07/2013

Nossa, que dia especial!! Nunca dei e recebi tantos abraços em um dia!! 
Apesar de ter começado muito cedo, em um domingo, valeu a pena tanto 
esforço. No começo não sabia bem o que fazer, mas as situações vão te 
conduzindo... e de repente surgem ações impensáveis. Inesquecíveis tantos 
sorrisos, tantos olhares de surpresa e agradecimento. Foi um ato mútuo, 
compartilhamento de sensações e emoções incríveis. Abraços pequenos, 
médios e grandes; tímidos e desinibidos; apertados e soltos; prolongados 
e instantâneos; mas todos foram muito especiais. E eis que vivencio uma 
experiência única: uma menininha tímida vai se deixado seduzir mesmo 
que de longe, cheia de medos e aflições com “palhaços”, e quando menos 
espero, a mãe dela a chama e ela vem para os meus braços...nossa!!quanta 
responsabilidade eu senti naquele encontro, não podia falar, essa era a 
chance de conquistá-la e eu dei o meu melhor... logo estávamos brincando e 
até tiramos fotos no celular da mamãe dela!! 
Logo, logo estaremos juntinhos de novo: Lupita e seus adorados e melhores 
companheiros do mundo. Uma nova etapa está chegando, novas experiências 
virão. Muito feliz com tudo e com todos. Obrigada por tantas sensações 
maravilhosas!! =D

sábado, 3 de agosto de 2013

Paputcho Bico Fino - Abraços grátis na feira - 14/07/2013


O dia chegou, um dia de domingo como outro qualquer para os momentos de alegria da família UPI.
O ponto cruz é no cafofo da menina das canetas esferográficas do bico fino e desde os primeiros milímetros de sol no horizonte das árvores de concreto, estava, eu, a rodar a feira, que não é de dona Santana, a procura de uma casa de laranja e quando já cansado de gastar as borrachas dos círculos enraiados da minha bicicletinha, essa era a minha, num era a do Sgt Gentileza, viu!
Foi aí que surgiu a luzinha clareando as mínimas ideias que ainda restavam e aparece Quequel, num carro mais vermelho do que as notas do povo que deixou de se divertir só pra ficar estudando o forame magno do professor doutor até nas letras em negrito.
Um tantinho depois, assim lá pelas tantas horas de espera concentrada pela pilombetagem do pintor, que não aparecia com sua prancheta com tintas mágicas, eu comecei a senti um vazio e era em decorrência da falta dos pãezinhos de queijo que o meu amigo dono da pança comeu de menos, lá na casa do mequetrefo bel legal do coleguinha que não conhece Hollywood, o que não é da família do Smith.
Mas quando a cachorrada saiu pra não comprar pão de queijo na feira, o povo ficou “doidão”, uns de medo e outros atrás das minhas coleguinhas mais lindrosas do pedaço. E como bom cachorro que sou já tava pra dá uns bicutos nuns sem vergonhas e só num dei mesmo por que tava sem óculos e num vi nada. Fora isso, foi só maravilha, inclusive aquele melãozão bem amarelinho que era maior que o da mulher tangerina e que a doutora da bicicletinha encheu os zóinhos da imensitude daquela visão 4D.
Porém, antes desse momento fechante, os lindrosos e lindrosas assustaram tanto a Laizinha que a mamãe dela aprontou um mini beiju de um metro comprido de raio solar, desse que dá pra sustentar uma tropa elite de inteira só de jegue manso, e deu para nós, os palhaços mais bonitos da feira na calorosa manhã de domingo. O problema foi que enquanto eu e meu melhor amigo do dia, o Sancho Pança, estava correndo pra despistar os cabas safados que queriam pegar as coleguinhas, elas correram na direção do aconchego para comerem a nossa parte mínima do beiju.
Porém, entretanto e todavia de mão simples e mais alguma coisa nesse mesmo sentido, eis que surge a Juju, que é concorrente da Nestlé, com salivantes pedaços de beiju, e no final das contas entre mortos e feridos, podemos concluir que o primeiro abraço grátis da mais nova família UPI foi só o “mi disbuiado” ou então, só o filé de “carne” de soja para os sojarianos.
Destarte, que venha muito mais!

Paputcho "minora" do Bico Fino

Olívia Traço Preto - Abraço Grátis - 14/07/2013

DIÁRIO DE BORDO UPI

1º ATUAÇÃO: FEIRA AREIA BRANCA- PE

           Acordar num domingo as 05:30 da manhã não é de costume, muito menos uma
ideia fácil de ser acatada, porém esse era um domingo especial, uma atividade inédita,
depois de 12 dias de formação, de expectativa, dúvidas, medo, enfim era o dia da nossa
primeira atuação.
          Acordei já dizendo CORPO VIVO, gente não tava fácil tomar banho frio logo
tão cedo, mas ai fui me convencendo VONTADE NISSO! Coloquei a música de
alongamento (Não sei o nome) e fui me inspirando até a carona me ligar.
          Chegando em Petrolina quase todo mundo pronto, pressão baixa, mistura de
ansiedade, medo e fome , fui aos poucos me aprontando e dando vida a Olivia Traço
Preto.
          Já prontos, é hora de sair na rua, de cara chamamos a atenção daquele povo que
se encontrava na feira, surpresos com tal novidade. E agora o que fazer? A principio
buscava o encontro com o olhar, ai então sem muito o que dizer me aproximava e
oferecia o ABRAÇO e tão bom ver que ele era bem vindo.
          Ao percorrer a feira dando ABRAÇOS muitos agradeciam, elogiavam,
abençoavam, riam, choravam, outros reclamavam e outros ate cantavam: “um abraço
dado com bom coração é melhor que uma benção sexta-feira da paixão”.
          Não teve um momento mais marcante, todos em si tornaram aquele dia
marcante, a variedade de pessoas, de humores me fazia a todo momento pensar: É
PRECISO SE ARRISCAR PARA ENCONTRAR O OUTRO.  Finalizando, foi coisa
linda.