segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Magali Malagueta - Atuação HUP, 06/02/15

Atuar ao lado dos meus melhores companheiros, Jusefina Perna Fina e Bartolomeu Barbudo foi uma lindeza só. Pude experenciar diferentes formas de sintonizar a energia a fim de manter o jogo em alta e fazer daqueles momentos simples encontros significativos. O "que pena" da tarde se deu antes mesmo de começarmos a atuação, pois quando ainda estávamos nos trocando recebemos a notícia de que um paciente havia acabado de falacer em um dos quartos. Isso nos trouxe uma certa apreensão, por entender a delicadeza do momento, o que exigiria mais cautela da nossa parte. Evitamos o quarto, por respeitar o clima presente. No mais, a atuação foi muito gostosa, tanto que não contive as gargalhadas em diversos momentos. As dores abdominais da minha querida companheira Jusefina renderam muitos jogos, que foram desde um ritual pra eliminar gases, com posturas nada legais, até o rato que, segundo um paciente, havia entrado na barriga dela e se movimentava causando as dores. Não queiram saber as sugestões de como esse rato deveria sair de lá. Sem falar do quarto dos heróis, em que cada paciente tinha seus super poderes. Servir o jantar também se tornou um momento de diversão, um trio de clowns empurrando o carrinho pelos corredores e de quarto em quarto. Encontramos ainda um servo de Deus que, antes do papo, entrou no jogo da Jusefina da brincadeira dos "joinhas".Em suma, foram vários encontros e jogos, uma atuação daquelas que te deixam leves e felizes e querendo mais. E a Magali continua a ser uma parte bonita de mim. :))  

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Santiago Suado - HU - 29/01/2015 - O Dia de Antônio

Ano novo e primeira atuação do ano,e olha, abriu com chave de ouro!!! Meu núcleo do dia foi ANTÔNIO, porque essa atuação foi dele: de Antonio, um senhor que tomou conta da gente (de mim, Catarina Polenta e Zefinha) nos acompanhou por todos os quartos , pelos corredores e acredito que nos acompanhará sempre nas memórias e nos ensinamentos! " Qual seu nome? meu nome é Antônio" repetimos durante a atuação interia, talvez uma ação impulsiva, mas pensando bem, queríamos mesmo ser Antônio, queríamos o brilho em seus olhos queríamos seu otimismo e seu bom humor! Sabe aquela história do menos ser mais? Pois é, comprovei isso nessa quinta feira. Para tirar um sorriso  não é preciso fazer palhaçada, pra chamar a atenção não é preciso gritar e pra ser um palhaço não precisa de um nariz vermelho! Seu Antonio conduziu os jogos, conduziu a atenção e conduzia os olhares... Quem são esses três doidos de roupa coloridas e de batons? Sei lá, só sei que seu Antonio estava lá e ELE era suficiente! Que Alegria ter conhecido Antonio, que alegria ter participado daquela atuação, que aprendizado incrível...
#Antonio #clown #UPI

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Pedrinho Palito - Dom Malan - 31/01/2015

Ai como é bom ta de volta a atuação;D E hoje eu Vivi Manteguinha tinhamos um convidado mais que especial: Bartolomeu Barburdo; nesse belo dia já começamos com sorte onde ganhamos R$0,05 no lugar onde geralmente a mulher queria roubar nossos narizes em troca de pastilha, ela não estava lá e dessa vez fomos até pagos por passar lá. Já nos quartos, foi bom ver que as pessoas que estavam pessoas novas, pois nas ultimas atuações já vinhamos nos preocupando com o tempo de estadia de um garoto... E por passar pelos quartos notamos a presença de um bebê que já estava lá desde 2014.1, mas como sua mãe e ele estavam dormindo nem foi possível reviver um jogo.

Cada dia que passo venho sendo cada vez mais tocado com tudo, desde as historias de gatos, de desafios, de risadas, de silencio. Acho que o bom é além de tocar na vida de alguém, nem que seja apenas com um olhar, mas também de ser tocado, ao ponto de você se por no lugar daquelas pessoas. Dessa vez foi tão forte pra mim que me vi no lugar daquela menino que apesar dos apesares não podia rir por causa da cirurgia que tinha feito se não ia doer, o que deve ser bem complicado, a pessoa já não está muito bem e não pode nem rir; pois bem, quando eu era criança e também fiz uma cirurgia onde eu estava na mesma situação que ele se encontrava, e percebi como aquela nossa ação podia ser importante para aquele garoto apenas com um olhar de força, o que acho que era o que eu precisa quando mais jovem.

Infelizmente nosso ônibus teve que partir, e no caminho dessa partida encontramos uma menina que amava vermelho, hehe, já sabe né, aconteceu o de sempre, ela brincou de estatua e ficou la parada olhando pro nosso vermelho. . .  .   .      .       .          .             .                  .

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Bartolomeu Barbudo – Dom Malan – 31/01/2015



Tive a excelentíssima oportunidade de desbravar os caminhos do Dom Malan com a companhia de Vivi Manteiguinha e Pedrinho Palito! E foi um dia muito bom! Encontramos uma senhora muito simpática que ia arranjar um gatinho de dois pés para Vivi, houve uma competição do jogo do sério, por vários quartos e várias competidoras e competidores, mas foi difícil encontrar alguém que segurasse o riso quando fixava o olhar com Bartolomeu! Mas Bartolomeu, tão confiante das vítórias contra as pessoas adultas, acabou perdendo toda vez para os menores competidores, para aqueles que nem falavam ainda, que fixavam olhar e arrancavam a risada deste palhaço.

Pedrinho, na sua malandragem palhaçal, conseguiu despertar do sono uma das crianças mais alertas que havia! Ela estava “dormindo” com a cara no travesseiro, e então anunciamos que iríamos sair do quarto, demos passos sem sair do lugar e fechamos a porta enquanto estávamos dentro do quarto ainda, e então o menino se virou rapidamente para verificar que a gente tinha saído e que surpresa teve quando nos viu lá ainda, todos os três, olhando para a cara dele!

E cada passo na companhia de Vivi e Pedrinho foi muito bom!

Esperança Sambacanção - Maternidade de Juazeiro - 23/01/15

O ano começou bem, a nossa volta a maternidade foi tão boa quanto as outras idas. Temos passados bons momentos lá dentro. A sexta-feira tinha gosto de saudade, de ambos os lados, e tudo ocorreu muito bem, como sempre vem ocorrendo. Dessa vez entramos em poucos quartos, mas saímos talvez bem mais cheios de histórias e encontros para contar. Acho que entramos mais nas vidas de quem a gente encontrou e com a energia alta, o tempo passou sem ver.  


Núcleo do dia: Ver a atuação por outro ângulo!                                                                                
                                               
                                                 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Vivi Manteiguinha -Dom Malan - 31/01/2015

Depois de um tempo sem atuar, devido as férias, lá estava eu, junto com Pedrinho Palito e Bartolomeu Barbudo (maravilhoso convidado, se podemos dizer isso, já que ele parecia se encaixar naquele ambiente como se atuasse ali toda semana). Posso dizer que Bartolomeu trouxe uma nova visão sobre nossas atuações; que eu e Pedrinho muitas vezes não exploramos, o de criar jogos que envolvem todos ao redor, e que chamam a atenção de cada um em cada quarto e daqueles que estavam ao redor. Nos trouxe um sopro de ar novo, que nos fez nos divertir bastante e arrancar diversos sorrisos por onde passávamos, com o jogo do sério, que por sinal Bartolomeu sempre ganhava, já que era muito difícil segurar um sorriso. Além disso o sorriso contagiante de Bartolomeu se juntou a perspicácia de Pedrinho que tinha umas sacadas dignas de mestre, que me fez rir como nunca, de conseguir que todo um quarto se contagiasse com a alegria e conseguisse desarmar um menino que de inicio estava fechado para o jogo. Percebi que durante toda a atuação me senti além de participante do jogo, uma observadora bem atenta, percebendo como se dava todas as nuances do jogo, da diferença entre todos os protagonistas daquela atividade. De como é estimulante e recompensador estar ali, e como senti falta de estar lá, de atuar com meus companheiros e de receber cada um daqueles sorrisos e olhares brilhantes. Por fim, só deixo o meu obrigado a Pedrinho e Bartolomeu e a cada um que me tocou naquela atuação mesmo sem perceber.