Diário de Bordo – Abraço Grátis
Aiii quanta ansiedade por esse dia ... Muita tensão, arrumar, aprender a maquiar e
saber chegar tão rápido ao estado de Clown. Mesmo com todo o sono que me perseguia,
Jamaisvista de Listras estava explodindo aqui dentro. E foi assim que tudo aconteceu, com a
explosão de olhares uma família de clowns descia escada abaixo rumo à feira; hoje os clientes
tinham um sorriso extra ao fazerem suas compras na manhã de domingo.
Caramba, quantas frutas ganhadas e até um maxixe hipnotizador virou diversão nas
mãos de Jamaisvista. Foram momentos especiais que nos mostraram como é bom e difícil
manter o estado de clown por um longo período de tempo e com todas as adversidades do
momento. Confesso que é praticamente impossível se concentrar no trabalho quando se é
bulinada por um senhorzinho tarado ou até quando se é chamado de “Patati Patatá”.
Apesar das adversidades e cansaço físico, o sangue me corria nas veias como nunca
percebi antes, não queria deixar Aninha tomar conta de Jamaisvista, e realmente chegou a um
momento em que Aninha era só a telespectadora enquanto todo o show estava por conta de
Jamaisvista de Listras.
Como me sinto estasiada, quero muito tudo isso, ser cachorro todo dia, e sempre, com
os melhores companheiros do mundo...
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Deca Cajuína - HUT - 04/08/2013
Primeiro dia de atuação no setor. Quanto esperei por esse dia! E ainda estreei com nareba nova!
O primeiro dia de atuaçao de Deca comecou perdido, sem saber o que fazer. Na feira foi fácil fazer: o abraço era grátis e quem queria ganhava, mas no hospital nada havia sido estabelecido. Depois de um certo tempo Deca entrou no jogo... Todas aquelas pessoas debilitadas com ferimentos e sofrimentos assustaram um pouco um Deca que só queria sorrisos e encontros. E foi absorvendo o ambiente que Deca percebeu como ele pode trazer algum conforto pra todos ali.
Foi incrível perceber algumas pessoas comprando o jogo com tanta espontaneidade e com tanta criatividade... E enfim o motivo que estavam ali! Pagamos goiabas imaginárias, pedimos cebolas que fazem sorrir e esperamos por uma lasanha que todos queriam. O jogo nasceu de coisas pequenas que se tornaram lindas.
Joaquim Marmiteiro
Fala diário! Digo, eu falo, diário. Quanto tempo! 25 dias. E parece que foi ontem...
Desculpe-me mas eu me esqueci de você no nosso encontro pré-pão de queijo! Mas agora está tudo ok, né?
Falando em pão de queijo... como foi bom! Estavam todos uma delícia, não é pessoal? (Depois eu pago vocês, haha). Não se esquecendo das companhias sublimes naquele dia. E de quitutes deliciosíssimos. Tinha aquele brigadeiro de ovomaltine, o ESCONDIDINHO DE SOJA!, crepes, bolo de cus cus, brigadeiro no copinho com confete em cima. E o pão de queijo mineiro! =D
E sobre a atuação na feira... vai ficar para a próxima. Eu não estava muito bem e tinha ainda minha mãe pedindo que eu não fosse. Vocês sabem: pedidos de mãe são (quase) sempre certeiros. E esse pedido foi sim certeiro, apesar de tudo. O ruim é que agora estou meio perdido. Marmiteiro está sofrendo pois não sabe nem mesmo onde enfiou sua marmita. Que coisa, não?
Por fim, uma surpresa para todos. É só pra matar um pouco a saudade. E aplaudam no final porque é de coração:
E sobre a atuação na feira... vai ficar para a próxima. Eu não estava muito bem e tinha ainda minha mãe pedindo que eu não fosse. Vocês sabem: pedidos de mãe são (quase) sempre certeiros. E esse pedido foi sim certeiro, apesar de tudo. O ruim é que agora estou meio perdido. Marmiteiro está sofrendo pois não sabe nem mesmo onde enfiou sua marmita. Que coisa, não?
Por fim, uma surpresa para todos. É só pra matar um pouco a saudade. E aplaudam no final porque é de coração:
Durma medo meu - O teatro mágico
A E Todo o chão se abre A E No escuro, se acostuma F#m D Bm D Às vezes a coragem é como quando a nova lua A E Somos a discórdia A E E o perdão F#m D Bm D E7 E nos esquecemos da cor que tinha o céu, assim F#m C# Como a saudade D A Ou uma frase perdida E A Durma, Medo Meu Durma, Medo Meu A E Hmmm, não A E Às vezes um "não sei" F#m D Janela, madrugada, luz tardia Bm D E o medo nos acorda A E Pára e bate o coração A E Em pura disritmia F#m D O medo amedronta o medo Bm D E7 Vela, madrugada, dia, assim F#m C# Como a saudade D A Ou uma frase perdida E A Durma, Medo Meu E A Durma, Medo Meu
Rosinha das Alturas - Dia do Abraço Grátis - 14/07/2013
Lembrar daquele dia, traz muitas lembranças. Tudo tão lindo! Começou com a nossa preparação 6hs a.m do domingo (gente, só a UPI para me fazer acordar cedo no final de semana!). E depois, quantos abraços! Foi nesse dia que realmente aprendi que não é tão fácil ser aceito, quantos 'nãos' recebemos, quantas piadinhas. Mas também quantos elogios e quantos sorrisos por acordarem cedo e receberem um abraço. Descobri também quão difícil é não cair no infantilóide, quão difícil é ser 'cachorro' e que tenho os melhores companheiros do mundo, que não deixavam a minha energia cair. Quanto a atuação, eu e meus melhores companheiros fizemos uma moto com 10 pessoas, um garoto tirar uma foto dos clowns com uma câmera invisível, a dança da'cordinha'... Dar e receber energia, foi uma experiência incrível. ;DD
domingo, 4 de agosto de 2013
Lupita Toin-oin-oin - Abraço Grátis - 14/07/2013
Nossa, que dia especial!! Nunca dei e recebi tantos abraços em um dia!!
Apesar de ter começado muito cedo, em um domingo, valeu a pena tanto
esforço. No começo não sabia bem o que fazer, mas as situações vão te
conduzindo... e de repente surgem ações impensáveis. Inesquecíveis tantos
sorrisos, tantos olhares de surpresa e agradecimento. Foi um ato mútuo,
compartilhamento de sensações e emoções incríveis. Abraços pequenos,
médios e grandes; tímidos e desinibidos; apertados e soltos; prolongados
e instantâneos; mas todos foram muito especiais. E eis que vivencio uma
experiência única: uma menininha tímida vai se deixado seduzir mesmo
que de longe, cheia de medos e aflições com “palhaços”, e quando menos
espero, a mãe dela a chama e ela vem para os meus braços...nossa!!quanta
responsabilidade eu senti naquele encontro, não podia falar, essa era a
chance de conquistá-la e eu dei o meu melhor... logo estávamos brincando e
até tiramos fotos no celular da mamãe dela!!
Logo, logo estaremos juntinhos de novo: Lupita e seus adorados e melhores
companheiros do mundo. Uma nova etapa está chegando, novas experiências
virão. Muito feliz com tudo e com todos. Obrigada por tantas sensações
maravilhosas!! =D
sábado, 3 de agosto de 2013
Paputcho Bico Fino - Abraços grátis na feira - 14/07/2013
O dia chegou, um dia de domingo como outro qualquer para os momentos de alegria da família UPI.
O ponto cruz é no cafofo da menina das canetas esferográficas do bico fino e desde os primeiros milímetros de sol no horizonte das árvores de concreto, estava, eu, a rodar a feira, que não é de dona Santana, a procura de uma casa de laranja e quando já cansado de gastar as borrachas dos círculos enraiados da minha bicicletinha, essa era a minha, num era a do Sgt Gentileza, viu!
Foi aí que surgiu a luzinha clareando as mínimas ideias que ainda restavam e aparece Quequel, num carro mais vermelho do que as notas do povo que deixou de se divertir só pra ficar estudando o forame magno do professor doutor até nas letras em negrito.
Um tantinho depois, assim lá pelas tantas horas de espera concentrada pela pilombetagem do pintor, que não aparecia com sua prancheta com tintas mágicas, eu comecei a senti um vazio e era em decorrência da falta dos pãezinhos de queijo que o meu amigo dono da pança comeu de menos, lá na casa do mequetrefo bel legal do coleguinha que não conhece Hollywood, o que não é da família do Smith.
Mas quando a cachorrada saiu pra não comprar pão de queijo na feira, o povo ficou “doidão”, uns de medo e outros atrás das minhas coleguinhas mais lindrosas do pedaço. E como bom cachorro que sou já tava pra dá uns bicutos nuns sem vergonhas e só num dei mesmo por que tava sem óculos e num vi nada. Fora isso, foi só maravilha, inclusive aquele melãozão bem amarelinho que era maior que o da mulher tangerina e que a doutora da bicicletinha encheu os zóinhos da imensitude daquela visão 4D.
Porém, antes desse momento fechante, os lindrosos e lindrosas assustaram tanto a Laizinha que a mamãe dela aprontou um mini beiju de um metro comprido de raio solar, desse que dá pra sustentar uma tropa elite de inteira só de jegue manso, e deu para nós, os palhaços mais bonitos da feira na calorosa manhã de domingo. O problema foi que enquanto eu e meu melhor amigo do dia, o Sancho Pança, estava correndo pra despistar os cabas safados que queriam pegar as coleguinhas, elas correram na direção do aconchego para comerem a nossa parte mínima do beiju.
Porém, entretanto e todavia de mão simples e mais alguma coisa nesse mesmo sentido, eis que surge a Juju, que é concorrente da Nestlé, com salivantes pedaços de beiju, e no final das contas entre mortos e feridos, podemos concluir que o primeiro abraço grátis da mais nova família UPI foi só o “mi disbuiado” ou então, só o filé de “carne” de soja para os sojarianos.
Destarte, que venha muito mais!
Paputcho "minora" do Bico Fino
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