sábado, 1 de outubro de 2011

Tunica Caqui, 19.09.11

1º Andar (Clínica Ortopédica) com Tunica Caqui, Mametuba de La Rossi e Formiga Espiroqueta.

Navegar por mares nunca antes navegados é sempre uma experiência com frio na barriga, mesmo para Tunica, Mametuba e . Embarcamos em uma aventura que se iniciou ao abrirmos a porta e encontrarmos com um rapaz que nos ‘liberou’ a passagem para a área desconhecida. De cara encontramos um moço e uma garota, mas a mesma não curtiu nossa alegria, estavam descendo pra comer algo, acho que era o monstro da fome que a dominava!! No penúltimo quarto da atuação encontramos com ela novamente e ela já se lançou dentro do jogo!

Jogamos muito. De início, a atacante praticamente artilheira do time era a Formiga Espiroqueta. Ela estava mais liberta, mas aos poucos vendo a interação fui também me desprendendo, acho que ajudou muito termos encontrado uma criança no primeiro quarto em que entramos. Tímido, se escondia, mas ao mesmo tempo era perceptível no olhar que ele queria brincar. Entrou no jogo também a sua mãe, e como não recebíamos estímulo deles, a Formiga lançou a idéia de que aquele dia era especial, e estávamos imbuídos do poder de conceder um desejo pra cada pessoa. Só não valia qualquer coisa e dinheiro, porque esse tava em falta no mercado! Um dos pacientes do quarto, pediu que lhe trouxéssemos a sua namorada que mora longe, e nos apresentou uma foto dela, a qual pegamos, circulamos e adentramos o quarto em busca do seu leito novamente. O sorriso dele foi contagiante e assim ainda realizamos mais um pedido seu, que era caminhar pela enfermaria com aquela primeira criança, que era seu amigão do hospital e como ele estava de preto, lembrei do MIB homens de preto e começamos a circular cheio de pose no quarto. Sobre os desejos, ainda dançamos, os presenteamos com nossa cantoria porque não tinha música e entregamos a um sábio idoso uma casa no seu leito.

O rapaz que nos pediu a presença da sua namorada tinha pinos nas pernas, e seus pinos era dourados com preto e pareciam um braço de guitarra. Na hora eu Tunica Rock’n Roll queria desabrochar, mas o jogo do momento ainda tinha um lindo potencial de crescimento. Deixei-a dando um gás internamente com a empolgação.

O outro quarto que entramos tinha um senhor comendo que não queria ser atrapalhado e um outro que era muito desconfiado, mas que ainda recebeu como concessão do seu pedido um carro, nada resistente, feito de Mametuba, Formiga e Tunica, mas um modelo lindo! :D O jogo não perdurou muito lá e seguimos para a outra porta, e lá estava uma senhora sentada com os olhos nos dizendo ‘boas-vindas’. Ela e sua companhia estavam ouvindo forró ao celular, e o seu pedido a nós foi também uma canção, mas o repertório mudou e dançamos e cantamos ao ritmo de uma música gospel. Eu não sabia cantar nada, não conhecia a letra, mas naquele momento, o mais importante era tentar realizar o pedido. Em um outro leito um rapaz também solicitou uma música gospel e como eu não sabia nenhuma, incorporei a apresentadora do show das cantoras.

A Dona R. foi uma surpresa marcante no dia. Quando chegamos no seu quarto e interagíamos com a outra paciente, ela estava deitada, repousando com os olhos fechados, e depois começou a querer se levantar, mas não conseguia sozinha. Nessa hora nos pediu ajuda, mas não tínhamos conhecimento de sua mobilidade, então, não podíamos mexê-la como ela queria. Bia chamou uma das enfermeiras que chegou e arrumou o decúbito preferido, e a D. R., acordada começou a interagir conosco. Sua blusa e seu lenço eram floridos, e começamos a dizer que refletia a sua alegria, que ela tinha um excelente bom gosto e que ela seria a partir de então nossa consultora de moda para melhorar nosso figurino. Ela nos disse que nada precisava ser mudado, estava tudo lindo, que a gente não esquecesse o nome dela e que retornássemos mais vezes, que ela era uma pessoa alegre, mas que o hospital e essa coisa ruim que ela estava passando estavam a deixando calada, triste. Foi então que falamos que o nome dela* combinava com a sua roupa e com vibração, alegria, que não iríamos esquecê-la e que ela tinha direito a um pedido, o qual foi para tirar tudo de ruim que ela estava sentindo. Recebemos dela o ‘combo’ de coisas ruins e pensamos em jogar pela janela, mas poderia acertar alguém, então jogamos no lixo e concluímos mais uma das solicitações!

Andando pelo corredor vimos uma moça sentada à porta de uma das enfermarias sobre uma escadinha. Parecia uma modelo fotográfica em ação. E como já estávamos no clima da moda após as dicas de D. R., incorporamos as modelos na passarela (corredor) e descobrimos que a única forma de entrar para o quarto que a moça vigiava era sendo também uma modelo e assim desfilamos com umas senhoras no quarto, recebemos mais dicas de beleza, troquei meu lenço rosa com a Espiroqueta e tivemos um momento ímpar: houve uma senhora que deitada sobre o seu leito começou a chorar quando dissemos que ela poderia pedir o que almejasse e um lindo momento ocorreu: ela segurou a mão de Mametuba e trocaram olhares sinceros por um bom tempo. Esse foi um dos quartos mais emocionantes. Tive dificuldade de não sair do clown quando vi uma paciente que semanas atrás havia dado entrada no hospital em intensa dispnéia por derrame pleural caminhar de um lado a outro da sala desfilando conosco e dando gargalhadas.

O próximo quarto que entramos foi um indicado por um homem que passava pelo corredor e começamos a desfilar juntos. Perguntamos de onde é que um modelo tão bem treinado estava vindo, que precisávamos encontrar esse lugar. Na enfermaria, encontramos um senhor que ria sem parar com a nossa presença e fazia sinal de ‘legal’ e falava: “aí, amizade!!”, que virou nosso cumprimento aos demais pacientes. Um dos acompanhantes estava repousando sobre uma cadeira meio alongada, que me recordou um daqueles equipamentos de academia que se usa para fazer abdominal. Como percebi a receptividade dele, lancei o jogo de que eles ali se preparavam o corpo pro desfile na passarela, que ele fazia muito bem ao trabalhar o abdome para ficar tanquinho! Ele comprou o jogo e disse que quem quisesse poderia também malhar a ‘barriguinha’.

O último quarto que adentramos vimos as pessoas conversando e entramos na conversa: o assunto era dormir. Uma das pacientes tinha a mania de dormir sobre a mãe e queria essa posição para dormir. Uma senhora preferia dormir de ladinho e um dosacompanhantes, vendo que estávamos juntando uma posição a outra para criar uma nova posição para acabar com nossa insônia, nos disse que preferia de bruços, de forma que juntando as posições indicadas iríamos sair rolando pela cama. Gostei muito disso, ele comprou o jogo e surpreendeu!

Ao fim, fomos ao final do corredor onde um menino e seu pai observavam a janela do corredor. Ele disse que gostava da vista, perguntamos se dava para ver a casa dele, e ele disse que não, por que morava no José e Maria (bairro petrolinense). O seu pai perguntou se conhecíamos e eu com muita destreza confirmei que sim, e que aliás, adorava José e Maria, sabia a história inteira, me lembrava do pé de feijão e perguntei se lá eles tinham muito feijão pra fazer uma feijoada bacana! Eles riram e eu senti aquilo como um dos meus melhores presentes do dia, eu que, de início me senti meio travada, que amarguei com a garota que não curtiu nossa intervenção, ter respondido aquela resposta criativa sem nem ter percebido que seria tão boa assim!

Depois de um tempo lá interagindo, nosso tempo chegava ao fim, com ares de missão cumprida, e melhor que uma despedida, ouvimos no corredor: vão nos outros andares também, tem gente lá que espera por vocês! Fazer o bem sem ver a quem!

“Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro” (Dalai Lama)

Jeanne Aiko de Souza Nakagawa, Tunica Caqui.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Nina Chorumela, 26.09.11

Então, mais um dia!  E quem diria, diante de tantos contratempos, somente eu e Dani atuamos hoje. Fiquei um pouco triste, queria que os outros tivessem podido vir, mas enfim. Se a vida te dá um limão, faça uma limonada. Pois fizemos uma baita de uma limonada. Doce e gelada! Sim, contrariamos o azedume do limão, há quem goste. Mas enfim... Haha
Pois bem, preparação e lá vamos nós e nossos narizes e aí Nina e Formiga entram em cena.
Fomos de fato, durante toda a atuação uma verdadeira dupla de dois! Minha melhor companheira do mundo deu show e foi simplesmente massa e refrescante. Sim, fora a limonada, foi refrescante após um dia tão mais ou menos e cansativo.  Mas beleza, valeu a pena ter estado lá.  Como sempre vale.
Até a próxima. 

Pinik Dôrada, 21.09.11

Estava contando os minutos pra chegar a hora de ir para o hospital. A expectativa e a ansiedade eram enormes, mas se seguravam no conforto de ter Emmanuele conosco para acalmar os ânimos.
Iniciamos sem câmera, com espelhos e músicas improvisados. Começamos então a aquecer as engrenagens, e logo fomos colocadas no palco para duas auxiliares que se divertiam observando os movimentos. Hora de subir a máscara e entrar no corredor que se transformou em um caminho de mistérios. As auxiliares nos dão cobertura, e finalmente Pinik penetra na magia de estar num ambiente que causava sensações de dar calafrios a sua amiga, Lis, e que agora são sobrepostas pelas cores que a criatividade dispõe.
Damos partida atrás de Nina prendendo os olhares disponíveis e jogando conforme o ritmo, e o ritmo às vezes das pessoas, às vezes da música no corredor que chama Pinik a dançar. É a primeira vez então que experimento ficar sem minhas companheiras, e arrisco comprar o jogo sozinha. Vou à busca de companhia para dança, escolho os primeiros que me chegam. Não consigo convencê-los, mas sou convidada a me encontrar com um ótimo dançarino. Sigo-os e então o conheço. É encanto a primeira vista.
Com o sorriso que dispensa cerimônias ele confirma seus dotes e diz que quer se casar com Pinik. Digo que terá que entrar na fila, mas que é um bom concorrente. Ele aceita minha condição e então falamos sobre outras coisas... Transito pelo quarto troco olhares converso em gestos com alguém que não podia falar, e encontro com minhas companheiras que entram em cena e jogam comigo. Seguimos viagem juntas, e algumas vezes mais, escapulo e vou novamente sozinha em busca do novo. Percebi que os estímulos surgem sem precisar buscá-los, e que ao mesmo tempo em que é simples prendê-los, também o é para perdê-los.
Eis então que chega a hora de irmos embora, e vou despedir-me do meu pretendente. Quando anuncio a minha partida, ele me pergunta por que tenho que ir, e se coloca de cabeça baixa como se estivesse chorando. É quando minhas melhores companheiras se envolvem na questão e decidem intervir para solucionar o problema. Vamos nos casar para que só a morte nos separe. Então preparamos a cerimônia, escolhemos a “Padra”, toca-se a música tradicional, e celebramos felizes e contentes este clímax da nossa história. Temos que nos despedir, e partimos.
Chega o momento tenso do dia, quando as pessoas que nos ajudariam a partir escolhem não comprar o jogo, e temos que nos virarmos para sairmos ilesas daquela situação. Numa dança entre as pernas da enfermeira (des)concentrada, consigo capturar nossas malas e entre mortos e feridos, todas sobreviveram.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Formiga Espiroqueta, 19.09.11

Expectativas a mil... Primeira atuação em Petrolina!

Estava consciente de meus erros já cometidos. Estava ainda mais consciente de que novos erros viriam, mas estava disposta a aprender com eles. Foi com essa certa tensão que cheguei ao hospital. Pensei, assim como anteriormente: “Qual é o plano pra hoje?” A resposta: “Não há plano nenhum, siga os estímulos, assuma o risco...” E, ainda, o que foi primordial nesta atuação: Meus companheiros são os melhores companheiros do mundo!

Não esperava, de verdade, que as pessoas entrariam no jogo com tanta facilidade. Era indescritível olhar pra todos aqueles olhares, tão disponíveis, tão receptivos. Cada situação era, de fato, única, por isso era tão importante ter a sensibilidade de perceber o que, naquele momento era essencial... brincar, cantar uma música de forró ou uma música gospel, desfilar ou tão simples e completamente olhar nos olhos. Sei que existiram situações em que eu devo ter desmontado, sei que ainda preciso corrigir algumas falhas. Contudo, esta experiência foi única e me mostrou a verdadeira razão de tanto esforço e dedicação despendidos até então. Como diria um grande pensador: “Acho que fiz tudo do melhor jeito. Meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei.”

Lisbela Duracell, 24.09.11

Várias coisas me deixaram muito angustiada sobre a importância da palhaçoterapia e sobre meu comportamento de uma maneira geral. Confesso que isso influenciou bastante em como cheguei para a atividade no sábado. Depois de uma aula "linda" no laboratório de microscopia.
Cheguei muito cedo em relação ao horário marcado. Fiquei nas cadeiras esperando. Mas sabe quando você sente uma energia imensa te invadindo? Foi a sensação incrível que senti quando vi e senti toda certeza de Hortis sobre a atividade. Ai começaram os velhos sintomas de ansiedade sobre o que seria desenvolvido. Mesmo com a atividade do shopping, ainda não conseguia palpar minhas esperanças em relação ao hospital.
Depois de cumprir a rotina de "visitar o sistema" e verificar as possibilidades de a atividade ser iniciada, fomos ao quarto mágico. Hortis, Wagner, Cris (que não tinha levado o nariz e que por isso iria ficar de fotógrafa) e eu. As roupas foram sendo dispostas, as pinturas em seus lugares (ainda precisamos ver alguns detalhes organizacionais que ajudarão nessa etapa) e os clowns, meus, com certeza, melhores companheiros do mundo, aos poucos, se mostrando, cada um ao seu tempo. Uma delícia. Armamos um esquema para sair do quarto e procurar outro lugar seguro. Encontramos uma sala com quatro figuras incríveis. Não preciso descrever os problemas de cada um pq não precisei perguntar e foi emocionante. Encontramos Joelma, as torres da tim caídas que deram o problema de sinal na cidade inteira, abaixamos a pressão de uma acompanhante, organizamos um desfile para um casamento, o Satanás entrou e saiu do corpo, dançamos musicas com um membro só, coletamos e compartilhamos o pum mais terrível que já sentimos. Foi o bicho. Saímos com uma sensação agradabilíssima. Encontramos um personagem no corredor e começamos a seguir. Isso nos levou a um quarto que não tinha sido combinado. Encontramos um cara que perdeu um feijão por causa de uma bala de morango. Um caso muito complicado. A mãe do rapaz era agricultora e teve que colher um feijão do cérebro de Zeca para o rapaz engolir e nascer um novo feijão. E a senhora do outro quarto teve que dar excremento para adubar o feijão. E a mãe prometeu que o rapaz iria ficar longe de balas de morango e de hortelã. Só iria poder chegar perto de chiclete.
Ao lado desse leito tinha um menino, que pelo que Wagner disse, pssivelmente não voltará a ter todas as funções normais. Bom, brincamos e tal, mas sentimos falta de ter jogado mais com a mãe do garoto. No momento não conseguimos perceber que ela era que precisava do jogo. Miojita até iniciou uma conversa nesse sentido, mas não comprei o jogo de forma verdadeira.
Fomos para o quarto da frente e nesse, foi mais delicado. O senhor que estava acordado estava com problemas de canivetes da hérnia e sofria com o flamengo que já não esta mais nem na segunda divisão. Ao lado dele dormia uma múmia que usava uma máscara de abóbora na cara e que logo depois começou a falar e comprar o jogo. Mas nele residia a fragilidade daquele momento. Impossível não perceber a gravidade do acidente. Ele estava ali a dois meses e num simples movimento que fiz de ajeitar o lençol ele gemeu de preocupação de que outra parte fosse atingida. Wagner até comentou que o fato de as pessoas não imaginarem que somos alunos de saúde poderia contribuir para isso e no caso do rapaz, a fragilidade do toque que pode provocar dor. Não sei se esta compreensível, mas ele sentia dor antes mesmo que alguém o tocasse. A irmã do rapaz apareceu na cena vindo do banheiro. Mas uma coisa nela me incomodou profundamente. Ela não respeitava o fato de sermos "palhaços". Só via pessoas tentando fazer coisas engraçadas para o irmão. Tentou participar da brincadeira, mas em determinado momento ela puxou o "nariz" de Zeca e aquilo quebrou meu jogo. O fato de não poder tocar no rapaz também me atingiu. Me senti reprimida pela menina nos cuidados com o irmão. Ele estava no jogo, mas ela não estava verdadeira no jogo. Depois disso fomos atrás da prancha para encontrar o ônibus e ir de volta pra casa.
Numa avaliação geral, gostei muito do que foi desenvolvido. Mas soube de um comentário de que o pessoal do primeiro quarto estava muito mal humorado e o pessoal estava com dificuldade sna hora dos medicamentos. Senti uma imensa alegria qd sai do primeiro quarto. E o mais engraçado é que jogar com o adulto é tão gostoso qt jogar com a criança.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Zeca Manivela, 24.09.11

Estava um pouco preocupado em ver minhas melhores companheiras tão ansiosas e a calma que eu estava sentindo me incomodou um pouco, só pelo o fato de o porquê de eu não estar tanto quanto, deve ser coisa feminina. Será?

Assumir o Clown rápido foi um desafio e foi também, muito gostoso. Mesmo no impasse de ter que assumi-lo de uma forma mais rápida, foi algo muito verdadeiro.

Saímos.

É. O nervosismo chegou. Mas, foi embora a cada passo que dávamos em busca do nosso “X” do tesouro. Os quartos A e D. E como foi fantástico.

Fomos presenteados com um paciente que comprava todos os jogos e até lançava alguns. Lançar a saída da Pomba-gira nas meninas e averiguarmos depois por onde saiu, foi divertido. E a troca de olhares com os outros pacientes e acompanhantes foi muito instigante. O desfile das meninas, o movimento que fizemos para baixar a pressão da acompanhante, no estudar qual o tipo de bala teria afetado a saúde de um paciente, se de morango ou menta!

Todas essas foram vivências desse dia que, de uma forma geral, expressam um sentido único, unido aos nossos melhores companheiros e à espontaneidade do momento possibilita as vicissitudes encontradas no na porta do sorriso de muita gente.