segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pedrinho Palito - HUT - 01.05.2015


“Tudo pode ser, se quiser será
O sonho sempre vem pra quem sonhar
Tudo pode ser, só basta acreditar
Tudo que tiver que ser, será
Tudo que eu fizer
Eu vou tentar melhor do que já fiz
Esteja o meu destino onde estiver
Eu vou buscar a sorte e ser feliz”


No dia de hoje (feriado o/) já começamos a nos maquiar com essa música subindo a energia de um jeito... Hoje pela primeira vez me maquiei com outro grupo que ia atuar ao mesmo tempo nosso grupo, então imagina ai o eu pode ter acontecido com Carlinha, Larissa, Bibi, Dan Dan, Thaise e eu num quarto só se maquiando, temos um pedacinho do que rolou lá, logo ai abaixo, confira ;D


Ao sair do quarto a procura pela xuxa estava a mil, por todos os lugares que íamos era para saber se ela havia passado ali, que por incrível que pareça tinha até uma enfermeira fazendo cosplay de xuxa lá, creio eu que ela tava tentando nos enganar pra esconder a verdadeira identidade dela.

Enfim encontramos a Xuxa que estava lá bem de boa descansando em sua cama acompanhada pela sua filha e logo ao lado tinha uma de suas paquitas que passou um bom tempo em Garanhus e que vivia indo no São João de lá com seu marido, apesar de hoje eles não dançarem tanto igual a antes agente deu umas dicas de que quando ele saíssem fossem novamente curtir no São João lá e dançar um forrózinho.

A atuação não acaba aqui, por fim uma mulher nos chamou pra ir fazer uma visita ao marido dela, chegando lá na porta tina escrito que ele estava em isolamento e ela querendo que entrássemos e eu morrendo de medo de entrar porque eu estava espirrando a pouco tempo e vai que eu transmitisse algo pra ele, oxe nam. Depois quando fomos baixar o nariz, Dan Dan me explicou que podíamos entrar e tal, e coisas assim sabe, bem, aprendi mais uma coisa que vou levar pra minha vida profissional.  

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Pepita Clorofila, HUT, 29/10/2015

Duas atuações me marcaram bem, não sei ao certo o porquê, mas, vez ou outra quando escovo os dentes, é impossível não me lembrar de uma atuação no traumas, que ajudamos a um paciente a escovar os dentes. Olha, tem que ser dez vezes de cada lado e um, dois, três, quatro... e dez, foi assim cada lado. Fico me perguntando o motivo de tal lembrança, mas parei de questionar, eu apenas sinto. A outra atuação foi a do autógrafo de Alice, que menina en-can-ta-do-ra! Entre uma canção e outra nos contagiou com tamanha simpatia. Quando ouço o nome Alice, ela me vem a cabeça. Espero que ela esteja encantando todos em sua volta, como me encantou.

“Saudade é o amor que fica.” 

domingo, 25 de outubro de 2015

Frufruta Doce - HUT - 06/03/2015


Em um dia mágico no qual a energia te transborda, só um vídeo-diário-de-bordo pode explicar esse encontro.
Um reencontro de melhores companheiras do mundo (Frufruta, Creuza, Toin-oin-oin e até a Tempestade estava conosco, no nosso coração ♡ ).
Era tanta energia que a peraltice falava mais alto, e contagiávamos todos ao redor.
Éramos irmãs travessas bagunçando o tédio...
E o dia foi lindo!
E foi inesquecível também!

Frufruta Doce - HUT -19/06/2015


Minha barriga borbulhava de ansiedade.



































Quando o amor é gigante e a única legenda possível é obrigada, melhor companheiro do mundo!
Obrigada Dandan. 
Obrigada Negresco.


Frufruta Doce - HUT - 29/05/2015

A tarde estava dourada e o sol invadia todo aquele reino...
E esse reino guardava um segredo nunca antes desbravado! Uma porta separava os corredores familiares de um outro mundo.
Não havia permissão para tal aventura, não sabíamos se a porta protegia o novo mundo da nossas peripécias... Mas espiamos pela porta, e recebemos um tímido convite que havia sido lançado pelo ar.
Navegamos com cautela por aquele mundo gélido.
Encontramos um forasteiro que vinha de beeem longe.
O forasteiro se chamava Academia e esperava nossa visita há um bom tempo!
Nos contou como havia sido sua aventura para chegar ao nosso reino e outras histórias incríveis da sua vida!
Ele era um ótimo contador de histórias!
Descobrimos que a porta que antes nos separava, na verdade, não tinha a função de nos separar...
A porta só guardava o ar gelado lá dentro! É que o seu Academia está acostumado com frio, mas o frio é teimoso; aí, se a porta ficasse aberta, o frio ia fugir todo...
Aproveitamos a boa companhia até começar a congelar, e em casos assim só o pôr do sol pode resolver.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Bartolomeu Barbudo – Hospital Dom Malan – 29/07/2015



Uma atuação com uma nova companheira e companheiro: Tatá la Bokita e João Negresco. Fora da escala, apenas pelo prazer de atuar. No hospital no qual me sinto tão bem, no qual tive atuações tão marcantes.

Minha energia subiu muito na presença de clowns que gostei tanto de conhecer.

Cada palhaço tem uma relação curiosa com seu nariz. E a minha relação com ele está mudando com o tempo. Depois de duas atuações sem usá-lo, improvisando-o com a maquiagem, percebo o quanto ele é uma ferramenta. Ele é confortável, ele protege, dá segurança, mas tudo isso é dispensável na companhia da melhor companheira e companheiro do mundo. São as pessoas que estão comigo que são minha fortaleza, e que me dão o suporte que é preciso nas atuações. E assim percebo que o nariz é como as rodinhas da bicicleta, que nos dão suporte nos primeiros momentos, como um andajá que nos ajuda a criar força e segurança nos nossos primeiros passos. E cada passo que a gente dá é uma atuação. Hoje, depois de vários passos, estou começando a sentir que as rodinhas ajudam, mas que posso comprar riscos maiores. Posso dar um passo maior, na companhia dos melhores companheiros e companheiras.

O nariz vermelho é nossa ferramenta. E é bom quando nossa ferramenta é utilizada, nos permite encontrar outras pessoas. Tudo isto foi para dizer que nesta atuação teve um jogo que mexeu comigo, que me fez trouxe essa reflexão: uma criança, um menino de 3 ou 5 anos, estava um pouco reservado no seu canto, na sala de brinquedos do hospital. Me aproximei dele, e ele ficou curioso pelo nariz, queria tocá-lo. Meu primeiro instinto foi de recuar, mas eu quis arriscar, e quis vê-lo se arriscar também. E ele tocou o nariz, com o dedo esticado, meio receoso, meio curioso. Assim que ele tocou, eu disse “Tón”. Ele olhou, achou esquisito, e tocou de novo. “Tón”. E criamos nosso jogo. Tocou. Tón. Tocou-tocou-tocou. Tón-tón-tón. Aquela risada valeu tudo. Ver a criança que estava quieta gargalhando, a mãe no canto rindo, e eu rindo bastante também. Esquivando de brincadeira para desafiar o menino, e ele vindo, comprando o desafio. Até que outra criança um pouco mais velha veio brincar também. Para mim, foi a parte mais divertida da atuação.

Foi assim que eu aprendi mais uma vez que o que vale a pena é o encontro. Usando todos os elementos à nossa disposição: o figurino, o ambiente, e até o nariz. Principalmente o nariz.

Ser palhaço é aprender sempre. Ser palhaço é ser aprendiz do mundo.