segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Cacau Varapau, 1º andar HU, 14/08/18





Seu coisinha nossa e seu flozinho.
Nós.

Pipi Rueta, Dom Malan, 18/08/2018






Nossa experiência esse sábado foi a primeira no Dom Malan.. Estávamos apreensivos com o que viria pela frente, mas no fim, ambos concordamos que foi bem melhor do que esperávamos!
Pelo menos pra mim, o contato com aquelas crianças me encantou. Adquiri uma conexão bem forte com uma menininha de apenas 5 meses, que sorria incessantemente pra gente e não soltava o meu dedo, segurando com sua pequenina mãozinha! 😍Além de várias outras com as quais interagimos, sorridentes e "disponíveis" pra interagir! 👧👦 Adorei.. :* Espero que tenhamos mais experiências assim, que fazem minha manhã valer a pena!!

Pipi Rueta, 2º andar HUT, 17/08/2018


Quinta-feira tive a oportunidade de atuar com um grupo diferente, e sinceramente, foi maravilhoso!!
Na companhia de Silvestre Estálonge, Tutu Florazul e Vareta Escocesa, nos divertimos tanto que nem lembramos da fotinha que queríamos tirar.
Passamos por vários quartos com sintonias diferentes e, dentre eles, muitas histórias que, pelo menos a mim, animaram o meu dia. O tempo passou, que nem vimos. Considerei um dia alto da nossas atuações na UPI.
GRATIDÃO!💗

Edu Gramado - 3º andar HUT - 17/08/2018




Por vezes, só é preciso esperar
Aguardar, silenciar
Para se encontrar respostas para as adversidades da vida.

Oze Metamorfose, 1º andar HUT, 14/08/2018

Nessa última atuação tivemos um integrante especial que substituiu a Lala Lacinho que, infelizmente, não pôde ir: o Izzi Malia. Ele se juntou com a Cacau Varapau, o Oze Metamorfose e o Murilo Mooooo para mais uma experiência recheada de olhares, encontros e risos. Fomos em muitos quartos, várias pessoas interagiam com a gente e palavra que define essa atuação é DISPONIBILIDADE. Em um dos quartos, os rapazes que estavam lá  fizeram vários jogos com a gente, acho que foi a vez que mais gargalhei numa atuação. Alguns eu nem entendia o sentido, outros eram mais claros, mas o clima e a energia alta naquele lugar foi contagiante e deixamos o quarto com a sensação de dever cumprido. Outro encontro marcante foi com um paciente que tem lúpus, ela nos fez vários questionamentos sobre quem éramos, de onde a gente vinha, entre outras coisas. Mas quem sempre respondiam às perguntas eram os clowns atuando ali. Essa paciente parecia estar precisando tanto da nossa visita e das conversas trocadas ali, que ao final só houve gratidão pelo momento (tanto dela como do grupo). Minha vontade ali era de passar a noite trocando conversas e jogos com aquela moça.
Gratidão, disponibilidade e risos definem a quarta atuação do Oze e ele segue crescendo, aproveitando cada vez mais o caminho.

Obs.: Izzi Malia na extrema direita.

Silvestre Estálonge, HU, 17/08/2018