domingo, 5 de junho de 2016

Michel Michelin - HU - 04/06/2016

Minha mãe me falou para sempre entrar com o pé direito. - Michel
E se eu não sei qual é o direito? - Dinho
Entra com os dois. - Michel

Cacau Varapau e Dinho Vitamina C, os melhores companheiros do mundo!

        Primeiro passo. Primeira pessoa. Primeiro olhar. Primeiro susto. Que surpresa, primeiro sorriso!
        E assim comecei mais uma aventura pelo maravilhoso mundo do inesperado. À primeira curva, descobri uma gravidez, duas gravidezes, três gravidezes. Mas cadê a parteira!? Acho que fugiu daquela palha assada. "Olha! A parteira está no quarto ao lado." "Senhora, como faço pra ter um bebê?" "Meu filho, vire de cabeça pra baixo que eu tiro esse menino agora!". A manhã que começava entre penteados nas pernas e nenhum na cabeça prometia ser encantadora.
        Cacau e Dinho fizeram a festa! Conhecemos o Felipe Massa da cadeira de rodas e sua risada de motor arranhado que fez a todos perderem o chão e o carro "cantar pneu". E não foi só o pneu que cantou não! Nosso motorista ligou o paredão e começou o nosso baile.
        E o que seria de um baile sem a sua rainha? E foi assim que viramos súditos daqueles sorrisos. Do "Seu" Francisco ao Gilberto Sem Gil - ou seria só Berto?
        É estranho esperar que aquilo não tenha fim. Nosso mundo de fantasia ficou lá quando demos mais um passo, dessa vez de volta ao nosso quartel general. Porém, sabemos que podemos encontrá-lo sempre que quisermos, se assim o quisermos.

Eu só quero é ser feliz... ♫ - HU, Felipe Massa do

Um grande e fofo abraço do Michel.
Até a próxima!

Tatá La Bokita -HUT- 01/06/2016




Olá, querido diário!!

Estava muito empolgada para minha primeira atuação como monitoria. Vixeeee, fiquei "velhinha".
Nossas novinhas (Carol Caracol e Milena mundo a fora) estavam a vontade, tanto que era imperceptível que elas estavam ali pela primeira vez. Meu companheiro ( o melhor do mundo, Frederico Pau de Arara) me ajudou nessa tarefa de "ensinar" aos novinhos. Não poderia ter tido companheiro melhor.
Bom...
A atuação foi linda, alegre, marcadas de sorrisos e até de lagrimas...
De repente entramos em um quarto que a mãe chorava de saudade do seu filhinho de 1 aninho, pois já estava muito tempo no hospital. Mesmo nesse cenário "tristinho", nos fomos até a esse quarto para levar o conforto a paciente. E deu certo, conseguimos tirar um sorriso da mamãe chorona.
 Nem preciso dizer que esse trabalho é recompensador!! Tem coisas que só quem vivencia é quem sabe o misto de sentimentos que as pessoas vão nos fazendo vivenciar.
E lá vamos nós continuarmos nosso passeio pelo 3° andar do HUT, em clima de São João, afinal era o primeiro dia de JUNHOOOOOOOOOOOOOOOO!!!
Bora pessoal, bora dançar quadrilha, bora ficar bom para comer bolo, mugunzá, canjica, pular fogueira e dançar aquele forró que todo o Nordeste adora.
E lá fomos nós espalhar São João pelo hospital, até que entramos em um quarto que tinha um homem que sabia tocar sanfona. Daí você imagina, ne? fizemos quadrilha com ele fingindo tocar sua querida sanfona. Até fomos atrás de dinheiro para fazermos uma festa junina no hospital. Quem quisesse doar alguma quantia simbólica, tipo 1000, ficasse a vontade, sem frescura.


E assim nossa tarde foi MA-RA-VI-LHO-SA!

BJSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS


Miss Arapuá, Dom Malan, 4/06/2016

        Respira fundo, esquece um pouquinho o mundo lá fora e vamos entrar em um avião, pegar primeira classe e pousar na Pediatria. E assim, começou a primeira atuação nos corredores do hospital. Junto de Zé Pagé, Marieta das Estampas e Pituca Varapau, Miss Arapuá lançou-se nessa aventura.
Uma querida comissária de bordo nos levou até um quartinho bem penininho. Nele encontramos uma mãe que estava com a filha bem adoentada. Entramos naquela “cidade” e de repente a moda das listras tomou conta do local junto com as experiências de alguns desfiles. Foi então que a aventura já começou gratificante. Proporcionar um pouco de energia boa para aquela mãe foi incrível.
Seguimos a viagem e encontramos T. e sua mãe. Jogar com os dois foi sensacional. Montamos avião e barco, vemos nascer um pica-pau e brincamos com cada um naquela outra “cidade”. E assim a atuação foi encaminhando, com aterrissagens em várias “cidades”, com encontros, com permissões e com vários sorrisos.
Foi então que um aviso nos levou ao quarto de M. Menino com um olhar, um encontro marcante. Foi difícil receber um SIM. Tentamos de tudo, conversar com olhares, desfilar para trás, até que então tentamos ser discretos e o jogo foi aceito. O sorriso de canto de boca, discreto daquele menino que instantes atrás resistia foi o auge do dia.
É muito bom sentir a alegria e a energia que vai crescendo em cada jogo. É incrível alimentar os sentimentos bons que cada um tem dentro de si. Repito, foi gratificante participar desse “vazio”.
Para concluir, não posso deixar de agradecer aos melhores companheiros do mundo. Obrigada por dizerem vários SIM’s comigo!!!
E para hoje: já quero a próxima! Kkk

BjooooO diário.....

sábado, 4 de junho de 2016

Raimundo Lambido, HUT, 02/06/16

           Eita, meu deus, Raimundo virou um exemplo a ser seguido  (ou não kkkk) e agora o bicho pega! Ter ainda mais cuidado com o melhor companheiro do mundo, sabendo que ele está numa situação nova e complicada, como foi pra mim no início.
O apoio dos meus velhinhos no ano passado foi essencial para mim e hoje sou o que sou por causa deles. E é uma responsabilidade minha e de Filiponga sermos os melhores pra Bibi Oteca e Txequinaudo das Estrelas. Foi assim que ficou combinado!
Tudo começou com uma moça atendendo o celular e falando que tinha alguém fazendo palhaçada, isso ela não tinha visto a gente ainda. Então fomos logo fazendo drama, a senhora tá dizendo que eu tô fazendo palhaçada? aí ela disse: Não, tô falando é de Cristina. E continua sua conversa no celular, falando de Encarnação. PEI BUF, Raimundo encarnou Cristina da lanchonete. Vendeu tapioca, vendeu café e vendeu até pretendente à uma moça do quarto a o lado.
Encontramos uma moça que falou que a gente era ruim em matemática porque tinha duas pessoas da nossa família no andar de baixo e  quatro no de cima. Perguntamos se ela gostava da gente e ela fez uma cara de que não gostava e achava chato. Pronto, o jogo foi feito, aperriamos ela e ela ria e ela fazia cara de chata e fazia cara de ignorando a gente. Mas tudo isso com um sorriso nos intervalos que demonstravam um carinho. Fomos então no quarto que ela estava, e tinha uma senhora da risada mais engraçada e, também, uma senhora que Filiponga logo disse que era uma onça. Entre vários jogos e interação de Bibi e Txequinaudo, que já se soltavam cada vez mais.
Foi a vez de J. dar o ar da graça, ela que já tinha conhecido nossa família um dia antes, já tava toda aberta ao jogo. E aí sua madrinha fala: Pronto, podem demonstrar o número de vocês! PAM PAM PAM. Todos ficam tensos mas a saída foi imediata, faz a egípcia! e todos relaxaram. Falamos de beleza, afinal somos todos muito belos e chegamos na conversa de prótese e a moça ao lado de J. falou que tinha e era por dentro e não por fora. Falamos do quão ridículo é colocar aquelas calçolas com enchimento (imagina quando chove). Txequinaudo imitou modelo e tudo!
Foi um dia ótimo, rimos e nos divertimos. Todos os encontros foram maravilhosos e aqui vai meus parabéns para BIBI e TXEQUINAUDO. Vocês exalaram energia e isso é o principal. Estou aqui para qualquer coisa!!


Raimundo Lambido ;P

Elijeans Kibon, HUT, 03/06/2016

Querido diário,
Hoje foi minha primeira atuação no hospital. Cheguei acelerada com medo de atrasar a todos e no caminho até a faculdade não pensei muito no que ia acontecer.. Mas quando atravessei o portão do HUT, meu coração gelou!
Logo estaria de roupa trocada, máscara no lugar e nos corredores com as minhas melhores companheiras do mundo! O corpo todo tremia só com o pensamento.. O coração apertava de nervosismo e ansiedade.
Mas fui, fomos! E lá estávamos no corredor. Não vou mentir, foi difícil! Entender os limites, as permissões.. Mas eu e Juliete Confete seguimos, guiadas por Anita Pequenita e Toquinho de Geres. E foi muito bom, jogamos e acompanhamos o jogo de cada uma..
Procuramos pela piada perfeita, ensaiamos para as passarelas e, no final, terminamos dançando break no corredor. E o corredor que antes estava vazio, de repente se encheu de pessoas para nos acompanharem na nossa busca ou ser a plateia da nossa dança. 
Apesar do nervosismo e da falta de jeito em alguns momentos, foi muito especial e só me fez ver o quanto quero estar ali.. Recebendo aqueles olhares que nos chamam, alegrando um senhorzinho com nosso forró sem ritmo e dança! 
Foi especial, muito especial..



Até logo, diário!
Beijos e sorvetes,


Elijeans Kibon :)

Lala Lacinho, HUT, 31/05/2016

Querido Diário de Bordo,

Minha/Nossa primeira atuação. A beleza da inexperiência. Somos especialistas em tudo; até em quebrar celulares; em aprender a fazer crochê; montar uma “banquinha” de crochê no corredor e ficar rico com isso; em batedores de porta... Fomos para olhar o outro e descobrir a grandiosidade desse olhar em um rosto que procura por atenção, por consolação, por atuação de clown.

Foi um dia de aprendizagem, de disposição e de comprar mais jogos do que vender. Compartilhamos os nossos melhores olhares e pude ver o semblante alegre e embasado ( sem óculos)  das pessoas. Linguita dos Queixos e Zeca Seta, muitíssimo obrigada por serem os melhores companheiros do universo! Izabel Decibel, minha sincera gratidão por me ajudar quando “esqueci o inesquecível”! Mal posso esperar pelas próximas atuações!