[DIÁRIO DE OBSERVADOR]
Como a pessoa por trás do Pipoca.
Como que sofre, como quem se vê pronto, como quem erra e só assume seus erros quando lhe é conveniente.
Como quem machuca e é machucado.
Como quem é pessoa.
Quando clowns, somos diferentes disso tudo.
Somos parte e nunca inteiros.
Falamos qualquer coisa em troca de um sorriso, um abraço, um olhar.
Nunca sabemos se de fato estamos fazendo o certo ou fazendo o certo da maneira certa.
Quando pessoa, conseguimos mesurar o que podemos ser quando em clowns; mas nunca temos certezas.
Ser pessoa ou ser clown estão em dois extremos separados por uma linha tênue tão esguia que é dúbio entender o que se é.
É dúbio entender se estamos de um lado ou de outro.
Mas se tem uma coisa que sempre devemos saber, é que somos HUMANOS.
Geral importa!
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